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Hóquei no gelo: assistir em casa ou ao vivo?

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Imagem de capa – fonte: https://www.pexels.com/pt-br/foto/dois-jogadores-de-hoquei-no-ringue-3159812/

Apesar da soberania de basquete, futebol americano e basebol (nessa ordem) como esportes mais amados pelos norte-americanos, o hóquei no gelo também aparece como uma das atividades esportivas mais aclamadas pelos estadunidenses.

Em termos empíricos, ou seja, com informações baseadas em provas reais, é possível apontar o hóquei no gelo como o quarto esporte mais assistido e praticado nos Estados Unidos.

Por esses e outros motivos, a NHL, que é a liga nacional de hóquei no gelo dos EUA, ganhou status de importância semelhante aos da NBA, NFL e MLB no que diz respeito ao alcance de público.

Afinal, o maior campeonato de hóquei no gelo praticado na terra do Tio Sam é também o mais importante do mundo, ficando atrás apenas das competições olímpicas, que ocorrem a cada quatro anos.

Segundo especialistas em esporte e em entretenimento, o sucesso da liga se dá não apenas pela paixão dos norte-americanos pelo hóquei no gelo, mas também pelas emoções que esse esporte gera nos espectadores.

Mas, qual é a melhor forma de se divertir com os jogos da NHL? Assisti-los no conforto de casa ou presencialmente, no calor das quadras? Para seguir com o nosso artigo, comentamos esse assunto logo abaixo.

Qual é a melhor forma de assistir jogos de hóquei no gelo?

Decidir qual é a melhor forma de assistir a jogos de hóquei no gelo é uma questão totalmente pessoal. Isso porque cada espectador tem uma preferência e um objetivo com essa atividade.

Além disso, as circunstâncias também podem influenciar. Como exemplo, é perfeitamente possível que a pessoa esteja interessada em assistir aos jogos ao vivo, mas por um motivo ou outro ter que assistir de casa e vice-versa.

De toda forma, o que vale mesmo é a avaliação pessoal de cada um, que leva em consideração razões pessoais. Assistir a jogos da NHL e de hóquei no gelo de uma forma geral é sempre uma ótima experiência.

Nos tópicos a seguir nós explicamos como assistir às partidas ao vivo e em casa, além de citar as principais vantagens de cada formato. Confira!

Assistir jogos de hóquei no gelo ao vivo é bom?

Assistir jogos de hóquei no gelo de forma presencial, nas quadras onde ocorrem as competições, é a decisão de muitos turistas brasileiros e de outros países que vão aos EUA.

Para realizar esse sonho, você precisará primeiramente entender a logística necessária para assistir à partida. Nesse sentido, é importante ter em mãos o calendário de jogos na NHL e saber se a cidade onde você ficará hospedado dá fácil acesso à alguma arena de jogos.

Depois disso, chega a hora de comprar os ingressos. Nesse momento, o mais indicado é comprar os bilhetes de forma antecipada, utilizando algum site especializado na venda de ingressos para eventos esportivos, como é o caso do Hellotickets. Clique aqui e obtenha mais informações!

Esse passo é muito importante, pois as arenas de hóquei no gelo dos EUA costumam ter capacidade baixa, o que pressiona ainda mais a oferta de ingressos, que são rapidamente esgotados pelos próprios norte-americanos.

Com roteiro organizado e ingressos comprados, você poderá finalmente desfrutar de uma partida de hóquei no gelo ao vivo. As principais vantagens de assistir assim são:

  • A experiência é mais marcante;
  • É possível visitar as dependências das arenas e aproveitar os shows feitos nos intervalos dos jogos;
  • É um programa para toda a família;
  • Existem arenas de hóquei no gelo por todo os EUA. Com isso, vários locais de visitação famosos dão fácil acesso às partidas;
  • Dentre outras.

Como é assistir jogos de hóquei no gelo em casa?

Muitos estrangeiros vão aos Estados Unidos e têm a chance de visitar uma arena para assistir a jogos de hóquei no gelo, como foi citado. Mas a maioria das pessoas só pode acompanhar as partidas pela TV, em suas casas.

Porém, apesar de ser uma forma mais simples, esse jeito de assistir aos jogos da NHL também transmite a emoção das partidas e toda a adrenalina gerada pelo esporte.

Aqui no Brasil os jogos de hóquei no gelo podem ser acompanhados por emissoras de TV a cabo, como a ESPN, e também pelo YouTube, em alguns casos. Isso facilita ainda mais o acesso dos fãs.

As maiores vantagens de assistir jogos de hóquei no gelo em casa, são:

  • É muito mais barato que assistir a jogos presencialmente;
  • É mais confortável, por não haver a necessidade de se preocupar com compra de ingressos, trânsito, etc;
  • Também é um ótimo programa para a família;
  • Há a possibilidade de assistir jogos de qualquer lugar do mundo;
  • Dentre outras.

As partidas da NHL são comparáveis às de outras ligas?

A resposta é sim, os jogos de hóquei no gelo são tão emocionantes quanto às partidas de outras modalidades esportivas amadas pelos americanos, como repetimos algumas vezes ao longo deste artigo.

Só a título de informação, as partidas de hóquei sobre o gelo ocorrem em uma quadra de 60m de comprimento por 30m de largura, onde dois times de 6 jogadores disputam para ver quem marca mais pontos, usando um taco para colocar um disco de borracha dentro da meta adversária. É realmente divertido!

Os shows e apresentações que ocorrem nos intervalos dos jogos incrementam ainda mais essa experiência. Ao todo, são três intervalos de 15 minutos cada, que ocorrem ao final de cada período de 20 minutos que compõem as partidas.

A experiência de assistir a um jogo de hóquei no gelo é ainda mais impactante para quem assiste in loco, na quadra. Mas, de qualquer forma, é possível sentir a vibração gerada pelas partidas desse esporte interessante!

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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