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How White House Halloween parties vary by president
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2 anos atrásem
Stewart D. McLaurin
Given the daily responsibilities of the president of the United States, it’s remarkable that they can shift from high-stakes meetings in the Situation Room to greeting children in costumes at the South Portico for Halloween. It’s a reminder that the White House is both an office and home to the president – balancing the weight of national security with the delight of lighter, family-friendly traditions. Presidents must do it all!
Each Halloween, this festive event provides a lighter touch to the otherwise serious atmosphere of the White House. The holiday, originally brought to the United States by European immigrants in the 19th century, didn’t make its mark at the White House until 1958.
Halloween arrives at the White House with Eisenhower
First lady Mamie Eisenhower introduced the first formal Halloween decorations when she filled the State Dining Room with jack-o’-lanterns and hung skeletons from the lights. She added witches’ heads and black cats to the foyer chandeliers, setting a playful tone that would become a cherished tradition.
It was President John F. Kennedy and first lady Jacqueline Kennedy who brought trick-or-treating to the White House for their young children, Caroline and John-John. This tradition has carried on for decades, enjoyed by presidents and first families, especially those with young children, such as Amy Carter, Chelsea Clinton, and Malia and Sasha Obama.

Some presidents, like Richard Nixon, found other ways to engage with the holiday.
Even though his daughters were grown, the Nixon White House hosted Halloween events for hundreds of local children, transforming the North Entrance into the mouth of a towering 17-foot pumpkin one year. The East Room was filled with Halloween delights, from clowns and magicians to fortune tellers and puppeteers. The famous TV vampire Barnabas Collins from “Dark Shadows” even made an appearance.
Opinion:The White House has always been ‘The People’s House.’ Now you can experience that.
In 1977, President Jimmy Carter’s daughter, Amy, celebrated her 10th birthday with a Halloween-themed party. She and her friends watched the original “Frankenstein” movie, a classic that added an eerie atmosphere to the night.
The following year, the Carters took Halloween to the next level with a grown-up party featuring a 16-foot gypsum jack-o’-lantern, a performance by Broadway star Carol Channing, and a one-man musical called “Ghosts of the White House,” which brought historical figures like Abigail Adams, Thomas Jefferson and John Tyler back to life for the night.
Halloween gives presidents a break from the pressures of the job
The George H.W. Bush White House hosted a massive Halloween party on the South Lawn in 1989, inviting 600 local schoolchildren to join in the fun.
The Clintons also embraced the holiday, holding annual costume parties for friends and staff. In 1993, Bill and Hillary Clinton dressed up as President James Madison and first lady Dolley Madison, adding a historical twist to the festivities.
Opinion:President Ford turned down NFL contracts for the White House. Our presidents loved football.
In more recent years, the Obama and Trump administrations extended invitations to local schoolchildren and military families to celebrate Halloween on the White House grounds.
The Bidens have continued the tradition, with President Joe Biden and first lady Jill Biden hosting festive Halloween events featuring elaborate decorations and handing out treats to children. The Bidens have welcomed costumed kids of front-line workers to trick-or-treat at the White House, with the South Portico adorned in fall colors and glowing pumpkins, making the celebration a fun and memorable experience for the young visitors.
It’s truly fascinating how presidents juggle such contrasting responsibilities. One moment they’re immersed in the gravity of decision-making, and the next, they’re handing out candy to trick-or-treaters. Halloween at the White House serves as a reminder that, even amid the pressures of the presidency, there is room for celebration and community. It’s an event that bridges the solemnity of government with the joy and imagination of childhood, bringing a bit of magic to America’s most iconic residence.
As the seasons change and the South Lawn becomes filled with ghosts, goblins and superheroes, the White House once again transforms, highlighting how the People’s House can simultaneously be a stage for history and a playground for celebration.

Stewart D. McLaurin is president of the White House Historical Association and director of The People’s House: A White House Experience.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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