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Xapuri

Idoso de 83 anos é condenado a 25 anos de reclusão, por homicídio

Editorial do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Segundo a denúncia, o acusado tinha graves problemas de relacionamento com toda a família, sendo que a vítima foi o único filho que o acolheu. “A motivação do crime foi banal, e se deu por conta de brigas em que a vítima reclamava para o pai não deixar os porcos à solta, pois eles destruíriam suas plantações de mandioca e outros legumes”, contou o promotor de Justiça Substituto Thiago Marques Salomão, que atuou no caso.

Foi provado, também, que o autor do crime matou o filho no dia 21 de outubro de 2017, deixando o corpo da vítima em decomposição até o dia 23 subsequente, quando, então, saiu de sua colônia para ir beber em um bar na cidade.

Para o promotor, o MPAC denunciou e comprovou, durante a instrução processual, que o réu matou o próprio filho por um motivo fútil, banal: uma reclamação relativa a porcos criados pelo autor, os quais destruíam suas plantações.

A condenação desse senhor, embora não tenha o poder de trazer a vítima de volta, trouxe conforto para os corações dos familiares. Desse modo, o Ministério Público do Estado do Acre reforça perante a sociedade o seu compromisso com a proteção da vida e com o senso de Justiça”, destaca o promotor de Justiça.

Além disso, provou-se que o réu, por mais de 20 anos, tratou mal seus familiares, chegando bêbado em casa, já tendo, inclusive, apontado uma espingarda para o filho, bem como, ameaçado com faca sua nora, esposa da vítima. Também foi provado que Sebastião havia abusado sexualmente de sua neta, dos quatro aos sete anos. Por Tiago Teles – Agência de Notícias do MPAC.

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CRIME

Polícia de Xapuri procura suspeitos de participação em assassinato de jovem de 20 anos

O Alto Acre, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Investigadores da Polícia Civil da cidade de Xapuri, distante cerca de 188km da capital do Acre, tomou conhecimento por volta das 21 horas desta sexta-feira, dia 20, do assassinato de um homem no bairro Sibéria.

Homens da Polícia Militar teriam sido os primeiros a chegar no local, na Rua São João do Guarani, onde encontraram o corpo de José Oliveira de Brito, de 20 anos, já sem vida e com uma arma branca (faca) na mão direita. Socorristas do Corpo de Bombeiros foram até o local, mas, nada puderam fazer.

Segundo foi informado pelo investigador chefe, Eurico Feitosa, que está com a equipe em campo, a vítima já seria a terceira com morte trágica na família em menos de cinco anos, da mesma forma.

As primeiras informações arte o momento, já leva a crer que ao menos duas pessoas estão envolvidas no assassinato de José Oliveira, que era conhecido por “Zé da Orlene”. O corpo foi resgatado para o necrotério do hospital da cidade, para em seguida ser levado ao IML na Capital.

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Xapuri

Lembra das 20 toneladas de milho roubadas em Xapuri? Gestores públicos são condenados

Gecom TJAC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O Juízo da Vara Criminal da Comarca de Plácido de Castro condenou os servidores públicos Marcus Aurélio Peres de Freitas e Bruna Karem Andrade de Melo por deixarem terceiros se apropriarem da safra de milho dos produtores rurais do município. A decisão foi publicada na edição n° 6.430 do Diário da Justiça Eletrônico (fls. 131 e 132), da última segunda-feira (09). De acordo com a denúncia, os réus foram responsabilizados pelo desaparecimento da produção de milho estocada no silo graneleiro de Plácido de Castro, localizado na Rodovia AC-40. O desvio caracterizou o crime de peculato, que ocorreu de forma continuada, durante os meses de setembro a dezembro de 2012. Estranhamente, ninguém sabe dizer onde foi parar o produto.

O silo servia para o armazenamento, secagem e devolução dos grãos ao produtor. Sendo a estrutura, uma ferramenta de incentivo ao desenvolvimento da agricultura no estado. Os fatos foram descobertos quando os produtores foram até o depósito e viram que as sacas haviam sumido. Desta forma, além da reclamação administrativa, o sumiço tornou-se inquérito policial e ação penal.
Segundo os autos, os réus trabalhavam para a Secretaria de Estado de Agropecuária (Seap). De modo voluntário e consciente, mediante omissão, permitiram que fossem retirados mais de quatro mil sacos de grãos de milho. Cada saco pesa 50 quilos, ou seja, cerca de 200 toneladas no total.

Bruna Karem era responsável pelo remaneio, ou seja, a entrada e saída de grãos do silo. Era sua função o controle individual da produção depositada por cada agricultor.

Marcus Aurélio Peres de Freitas era o gerente do escritório da referida secretaria no município, exercendo a função de administrador do silo. Ambos já possuem outra condenação pelo mesmo delito, previsto no artigo 312, § 2, combinado do com artigo 71, do Código Penal. Desta forma, foi estabelecida pena de 10 meses de detenção ao administrador e, seis meses e 20 dias de detenção para a servidora. As penas devem ser cumpridas em regime inicial aberto e os réus poderão aguardar o trânsito em julgado em liberdade.

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