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Incêndios em Los Angeles: os danos em mapas, vídeos e imagens | Incêndios florestais na Califórnia

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COs incêndios florestais continuam a devastar partes de Los Angeles, Califórnia, com pelo menos 11 mortos, milhares de casas, empresas, escolas e igrejas arrasadas e mais de 150.000 pessoas ainda sob ordens de evacuação. O incêndio em Palisades – que continua a arder – já é um dos mais destrutivos da história da cidade. O segundo maior incêndio, o incêndio em Eaton, a leste, destruiu casas e vidas em Altadena e arredores, vizinha de Pasadena, onde fica o Rose Bowl. Enquanto isso, incêndios menores continuam, mas são mais contidos.

Ordens de evacuação

Mapa de ordens de evacuação de incêndio florestal de Los Angeles.
Ordens de evacuação a partir da manhã de sexta-feira em Los Angeles.

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Imagens do incêndio em Altadena

Em Altadena, ocorreram várias mortes. Um deles era Rodney Nickerson, 82 anos, que morava em sua casa há quase seis décadas, sua filha, Kimiko Nickerson, disse KCALafiliada da CBS de Los Angeles, na quinta-feira. Outra vítima confirmada foi Victor Shaw, 66 anoscuja irmã disse à KTLA que encontrou o corpo do irmão fora de sua casa – que estava na família há 55 anos – com uma mangueira de jardim na mão.

O incêndio consumiu quase 14.000 acres e 5.000 estruturas desde que começou na noite de terça-feira. Com apenas 3% de contenção, permanece em grande parte fora do controle dos bombeiros.

O incêndio em Eaton – mapa

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, descrito a cena como “devastação completa e absoluta”.

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“Já estive em muitos desses incêndios – muitos – desde o Paraíso”, disse Newsom, referindo-se ao Fogueira de acampamento 2018 que matou mais de 80 pessoas. “Isso se aproxima do Paraíso. Não é numérico. É apenas um sentimento, uma sensação de perda, de lugar, de pertencimento.”

Antes e depois: Uma loja de bebidas pega fogo durante o incêndio em Eaton na área de Altadena, no condado de Los Angeles, Califórnia, em 8 de janeiro de 2025. Fotografia: Josh Edelson/Google Street View/AFP/Getty Images

Paliçadas do Pacífico

Imagens do incêndio em Pacific Palisades

O Pacific Palisades, conhecido pelas vistas imaculadas do Oceano Pacífico e pelas casas de residentes ricos e famosos, foi um dos bairros mais atingidos pelo incêndio em Palisades. O incêndio explodiu na terça-feira devido aos ventos fortes que impediram os bombeiros de lançar ataques aéreos desesperadamente necessários contra o incêndio.

Paliçadas do Pacífico

Mais de 20.000 acres foram queimados e mais de 5.000 estruturas foram destruídas. Os atores Billy Crystal, Eugene Levy e John Goodman estão entre os muitos que perderam suas casas.

Antes e depois: o prédio onde ficava a cafeteria Starbucks, destruído no incêndio em Palisades. Fotografia: Jay L Clendenin/Google Street View/Getty Images

“Você começa a pensar em todas as memórias em diferentes partes da casa e tudo mais”, disse Milo Ventimiglia, 47, estrela do programa da NBC This Is US, à CBS. “E então você vê as casas dos seus vizinhos e tudo ao seu redor e seu coração simplesmente se parte.”

Mapa mostrando a extensão do incêndio em Palisades

Malibu

A mundialmente famosa costa de Malibu também foi dizimada pelos incêndios. Barbara Bruderlin, chefe da Câmara de Comércio de Malibu Pacific Palisades, descreveu o impacto dos infernos como “devastação e perda total”. “Há áreas onde tudo desapareceu, não sobrou nem um pedaço de madeira, é apenas sujeira”, disse Bruderlin.

Antes e depois: Prédios e carros destruídos pelo incêndio em Palisades ficavam ao longo da Pacific Coast Highway, em Malibu, Califórnia. Fotografia: Zoe Meyers/Google Street View/AFP/Getty Images

Os residentes estão sob ordens de evacuação devido ao incêndio em Palisades nas colinas ao norte. Restaurantes famosos como Moonshadows e Gladstones foram incinerados.

Imagens do incêndio em Malibu



Leia Mais: The Guardian

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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