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‘Incidentes muito pequenos’: Trump defende indultos de 6 de janeiro na primeira entrevista desde a posse | Donald Trump

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David Smith in Washington

Donald Trump descreveu os ataques a policiais no Capitólio dos EUA em 6 de janeiro de 2021 como “incidentes muito pequenos” enquanto ele procurava defender seu decisão de perdoar os insurrecionistas.

O presidente dos EUA deu a entender que aqueles que o fizeram passar por “quatro anos de inferno” através de processos criminais deveriam eles próprios ser investigados, acrescentando de forma ameaçadora que o seu antecessor Joe Biden cometeu um erro ao não se perdoar.

Trump estava dando o primeira entrevista televisionada de seu segundo mandato para Sean Hannity, um amigo de longa data e apresentador da Fox News, no Salão Oval da Casa Branca na quarta-feira.

Entre os tópicos estava a decisão de Trump, na segunda-feira, de perdoar, comutar as sentenças de prisão ou encerrar os casos de todas as mais de 1.500 pessoas acusadas de crimes, no esforço para reverter sua derrota eleitoral em 2020. Hannity perguntou por que as pessoas que eram violentas com a polícia foram incluídas.

Trump alegou que eles tinham sofrido condições de prisão indevidamente duras e depois alegou falsamente que as eleições de 2020 foram roubadas, apesar dos tribunais, dos funcionários e do seu próprio procurador-geral terem decidido o contrário. “Eles estavam protestando contra a votação porque sabiam que a eleição era fraudada e estavam protestando contra a votação e você deveria ter permissão para protestar contra a votação”, disse ele.

Muitas vezes criticado como um Trump bajulador e propagandistaHannity, no entanto, objetou que os manifestantes não deveriam poder invadir o edifício do Capitólio.

O presidente respondeu: “A maioria das pessoas era absolutamente inocente. OK. Mas esquecendo tudo isso, essas pessoas serviram, horrivelmente, por muito tempo. Seria muito, muito complicado olhar – você sabe de quantas pessoas estamos falando? 1.500 pessoas.”

Apoiadores dos condenados por seus papéis no ataque ao Capitólio de 6 de janeiro se reuniram em frente à prisão de DC, em Washington, na terça-feira, para aguardar sua libertação. Fotografia: Andrew Thomas/NurPhoto/REX/Shutterstock

O vice-presidente JD Vance afirmou anteriormente que aqueles que cometeram violência em 6 de janeiro “obviamente” não deveriam receber indultos. Mas os relatos dos meios de comunicação sugerem que Trump perdeu a paciência com a ideia de analisar os casos individualmente e quis o máximo impacto no seu primeiro dia no cargo. O Site Axios relatado: “Trump acabou de dizer: ‘Foda-se: liberem todos eles’”, disse um conselheiro familiarizado com as discussões.”

Entre os perdoados estão mais de 250 pessoas que foram condenado por acusações de agressãoalguns atacaram a polícia com armas improvisadas, como mastros de bandeira, um taco de hóquei e uma muleta. Muitos dos ataques foram capturado em vigilância ou imagens de câmera corporal que mostrou manifestantes envolvidos em combate corpo a corpo com a polícia enquanto os policiais lutavam desesperadamente para repelir a multidão enfurecida.

No entanto, na sua entrevista com Hannity, Trump afirmou: “Algumas daquelas pessoas que estavam na polícia – é verdade – mas foram incidentes muito pequenos, OK, você sabe, eles são construídos por aqueles caras falsos que estão na CNN o tempo todo. . Foram incidentes muito pequenos e já era hora.”

Ele então girou sem fornecer contexto para afirmar: “Você tem assassinos na Filadélfia. Você tem assassinos em Los Angeles que nem sequer têm tempo. Eles nem os recolhem e sabem que estão ali para serem recolhidos. E então eles vão à televisão e agem de forma mais santa do que você em relação a este ou aquele. Você teve 1.500 pessoas que sofreram. Isso é muita gente.”

‘Eles me chamaram de traidor’: Policial do Capitólio servindo à multidão perdoada de 6 de janeiro – vídeo

Os perdões abrangentes de Trump proporcionaram um teste inicial de lealdade ao Partido Republicano. Embora alguns senadores, incluindo o ex-líder Mitch McConnell, tenham condenado a medida, a maioria apoiou o presidente ou realizou contorções verbais. Dois principais sindicatos policiais disseram eles ficam “profundamente desanimados” com os perdões e comutações.

Na quarta-feira à noite, o presidente prosseguiu: “Isto foi uma farsa política. E você sabe o que? Essas pessoas – e não estou dizendo em todos os casos – mas havia muito patriotismo entre essas pessoas.”

Trump então se gabou de ter fornecido uma narração para “Justiça para todos”, uma versão do Star-Spangled Banner cantada por um grupo de réus do 6 de janeiro pela linha telefônica da prisão. “Foi a música número um em vendas, número um na Billboard, número um em tudo por tanto tempo. As pessoas entendem. Eles queriam ver aquelas pessoas.”

Hannity tentou passar para questões sobre a economia, mas Trump não terminou. Ele criticou Biden por emitir, em suas últimas horas como presidente, uma enxurrada de perdões preventivos ao Gen Mark Milley, ao Dr. Anthony Fauci e aos membros do Congresso que serviram no comitê que investigou o ataque de 6 de janeiro.

Hannity perguntou se o Congresso ou o procurador-geral deveriam investigar. Trump, que há muito promete vingança contra os seus inimigos políticos, respondeu: “Sabe, sempre fui contra isso com presidentes e Hillary Clinton. Eu poderia ter feito Hillary Clinton – um grande número de ações contra ela.”

O anfitrião interveio: “Você mudou de ideia?”

Trump, que enfrentou vários processos criminais e foi condenado em um deles, disse: “Bem, passei quatro anos de inferno por causa dessa escória com a qual tivemos que lidar. Passei por quatro anos de inferno. Gastei milhões de dólares em honorários advocatícios e ganhei. Mas fiz isso da maneira mais difícil. É realmente difícil dizer que eles não deveriam ter que passar por tudo isso.”

Biden recebeu maus conselhos, acrescentou Trump sombriamente. “Joe Biden tem péssimos conselheiros. Alguém aconselhou Joe Biden a conceder perdões a todos, menos a ele… Joe Biden deu um conselho muito ruim.”

Trump também aproveitou a entrevista no horário nobre para discutir a sua enxurrada de ordens executivas, descartar preocupações de segurança sobre Aplicativo de propriedade chinesa TikTok (“É assim tão importante para a China espiar os jovens, as crianças a ver vídeos malucos?”) e discutir a possibilidade de cortar fundos federais às chamadas “cidades santuário” que protegem os imigrantes indocumentados dos pedidos de detenção federais.

O presidente também apresentou a ideia de acabar com a ajuda federal em desastres e deixar os estados se defenderem sozinhos durante emergências. Com Los Angeles devastada por incêndios florestais e o leste dos EUA ainda a recuperar de dois furacões devastadores, Trump acusou falsamente o Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema) de virar as costas às vítimas.

“A Fema não faz o seu trabalho há quatro anos. Você sabe, eu tinha Fema trabalhando muito bem. Tivemos furacões na Flórida, tivemos tornados no Alabama. Mas, a menos que você tenha certos tipos de liderança, isso atrapalha. E a Fema terá uma grande discussão em breve, porque prefiro ver os estados cuidarem de seus próprios problemas.”

Trump deve fazer sua primeira viagem presidencial na sexta-feira para ver os danos causados ​​pelas tempestades na Carolina do Norte após o furacão Helene do ano passado, e depois para Los Angeles para ver a resposta aos incêndios florestais em curso.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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