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Inflação versus salários: a impressionante recuperação de Trump explicada em dois gráficos | Eleições dos EUA 2024

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O aumento dos preços sob a administração Biden revelou-se fatal para as esperanças eleitorais de Kamala Harris.

Das muitas explicações possíveis para o impressionante regresso do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, à Casa Branca, uma destaca-se de todas as outras: o custo de vida.

Nas sondagens à boca-de-urna, 45 por cento dos eleitores disseram que estavam numa situação pior do que há quatro anos, quando o presidente Joe Biden assumiu o cargo, contra apenas 24 por cento que disseram que a sua situação financeira tinha melhorado.

Os eleitores que apontaram a inflação como sua preocupação número um caíram para Trump em relação à vice-presidente Kamala Harris por um fator de quase dois para um, de acordo com uma pesquisa VoteCast da Associated Press com mais de 120.000 eleitores em todo o país.

À primeira vista, as estatísticas oficiais não parecem apoiar um clima económico tão sombrio nos EUA.

A inflação situa-se actualmente em 2,4 por cento, bem abaixo da média histórica e não muito longe da meta da Reserva Federal dos EUA de cerca de 2 por cento. Isso representa uma queda em relação ao pico de 9,1% em junho de 2022, em meio às consequências da pandemia de COVID-19.

Ao mesmo tempo, os salários têm crescido mais rapidamente do que os preços desde pelo menos meados de 2023.

Então, se a inflação foi controlada sob Biden e Harris, porque é que os americanos rejeitaram a sua administração de forma tão decisiva nas urnas?

A resposta provável reside no desfasamento entre as actuais condições económicas optimistas e o impacto nas carteiras das pessoas.

Embora seja difícil avaliar se as pessoas estão em melhor ou pior situação devido às diferentes circunstâncias individuais e às inúmeras formas de analisar os dados, há provas claras de que os americanos têm menos para gastar em comparação com quando a administração Biden-Harris assumiu o poder.

Uma análise das estatísticas governamentais realizada pela Bankrate, uma empresa de serviços financeiros ao consumo com sede em Nova Iorque, mostra que, embora os salários tenham aumentado 17,4% entre Janeiro de 2021 e Junho de 2024, os preços subiram 20% no mesmo período.

Mesmo com o crescimento salarial ultrapassando a inflação, o Bankrate prevê que a lacuna que se abriu entre a inflação e os rendimentos não será totalmente eliminada até o segundo trimestre de 2025.

Simplificando, os consumidores americanos lembram-se de que o seu dinheiro ia mais longe antes de Biden e Harris entrarem na Casa Branca, mesmo que os Democratas pudessem apontar para um crescimento económico saudável e baixos números de desemprego que seriam a inveja da maioria dos países desenvolvidos.

Nas sondagens eleitorais, nada menos que três quartos dos eleitores afirmaram que a inflação tinha sido a causa de dificuldades severas ou moderadas durante o ano passado. Em contraste, os americanos recordam que a maior parte do primeiro mandato de Trump foi um período de inflação baixa e aumento de salários.

Numa sondagem da CBS News publicada em março, 65 por cento dos entrevistados disseram que a economia sob Trump era boa, quase o dobro do número que sentia o mesmo em relação à economia da administração Biden na altura.

Os avisos dos economistas, antes das eleições, de que os planos de Trump para tarifas abrangentes sobre as importações levariam quase certamente a uma inflação mais elevada pouco fizeram para influenciar os eleitores.

Em última análise, Harris não conseguiu escapar à sombra da presidência de Biden e, em vez disso, os eleitores deram a Trump uma vitória retumbante tanto no Colégio Eleitoral como no voto popular.



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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