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Infraestrutura: Governo Federal prioriza obras no interior do Acre

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Por: J. Gomes para o Acre Notícias

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes  de Freitas, reuniu-se nesta terça-feira (12), com o Governador Gladson Cameli e bancada de parlamentares acreanos.

Foram tratados vários assuntos relativos à investimentos do Governo Federal no Estado do Acre. Uma das pautas principais tratadas na reunião foi acerca dos investimentos em infraestrutura que — a priori — contemplarão as cidades de Brasileia, Epitaciolândia e Tarauacá. 

Em seu Twitter, o ministro afirmou hoje que os investimentos prioritários serão à recuperação da ponte de Brasileia a Epitaciolândia, construção do contorno entre as cidades, manutenção da BR/364, além do prolongamento/manutenção da ponte sobre o Rio Tarauacá.

Uma boa notícia não só para os demais municípios, mas também para os munícipes de Tarauacá, que há tempos sonham com a recuperação definitiva da ponte que leva o nome da cidade do interior do Acre, já  que a ponte começou a apresentar problemas estruturais desde o ano de 2014, devido o desbarrancamento que ocorreu às margens do rio, ao lado do bairro Corcovado, e que comprometeu a sua estrutura.

No mesmo ano, o Departamento de Estradas e Rodagens do Acre – DERACRE, e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), realizaram obras de contenção no local; e uma adaptação de perfil militar foi utilizada para reduzir os transtornos e permitir a liberação de tráfego sobre a via na época; estrutura que até hoje continua. 

Com o anúncio do Ministro do Governo Federal, a possibilidade de termos a ponte sobre o Rio Tarauacá totalmente recuperada nunca esteve tão próxima. 

À época dos fatos cheguei a fazer um artigo, falando sobre a falta de atenção das autoridades em relação a estrutura da referida ponte, sendo reproduzido pelo Jornal  A Tribuna.

Abaixo reproduzo o artigo, escrito e publicado em 2017.

Ponte em Tarauacá

Se perguntares aos Tarauacaenses qual a maior obra já construída no município, com certeza a maioria diria que foi a construção da ponte sobre o rio Tarauacá.

— De facto a maior obra da história do nosso povo. Há tão sonhada ponte que ‘interligaria’ de vez a região Tarauacá/Envira, e Vale do Juruá á capital acriana – e consequentemente ao restante do país.

A referida estrutura começou a ser construída no ano 2009, ainda no governo de Binho Marques, sendo o custo de 48 milhões de reais — provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. Foi inaugurado pelo o atual governador, Tião Viana, no ano 2011 — sendo entregue a população de Tarauacá em ato solene.

A ponte começou apresentar problemas estruturais no ano 2014, devido o desbarrancamento que ocorreu a margem do rio ao lado do bairro Corcovado, e que comprometeu a sua estrutura.

No mesmo ano o Departamento de Estradas e Rodagens do Acre – DERACRE, e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) realizaram obras de contenção no local; e uma adaptação de perfil militar foi utilizada para reduzir os transtorno e permitir a liberação de tráfego sobre a via na época.

Ainda em 2014 um relatório técnico do Dnit apontava as reais causas que ocorreu na cabeceira da ponte que Segundo especialistas, houve erro de construção. A mesma foi colocada no lugar errado e, o engenheiro do governo, não deu a devida atenção ás mudanças que o leito do rio apresentava nas ultimas décadas “A ponte, que está localizada numa curva, deveria ter sido construída num outro extremo do rio, a alguns metros, o que levaria a um desvio num dos trechos da rodovia federal, antes de entrar no perímetro urbano do município. A ponte deveria ter sido construída na jusante da curva maior e, não, a montante, como foi construída”, dizia o relatório.

Atualmente as condições de uma das pistas de acesso à ponte, ainda encontra-se precária e oferecendo riscos aos condutores que trafegam por lá. O tempo passou e já fazem quase 3 anos. Nada foi feito, e a população ainda aguarda de forma ansiosa a recuperação definitiva da cabeceira da ponte sobre o rio que leva o mesmo nome do município.

Por J. Gomes para o Portal Acre Notícias.

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre

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O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.

“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.

Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.

Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.



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Reitor da Ufac participa de encontro sobre censo da educação superior — Universidade Federal do Acre

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Reitor da Ufac no 11º Ences-2026 (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, participa do 11º Encontro Nacional do Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5, em Brasília. O evento visa discutir procedimentos de coleta, qualidade das informações e indicadores utilizados no planejamento e na avaliação da educação superior brasileira.

“Enquanto reitor, conhecer o censo e os sistemas de coleta de dados é importante, considerando que nós estamos alimentando as informações que gerarão relatórios técnicos, tanto para o MEC [Ministério da Educação] quanto para o orçamento”, afirmou Josimar.

Segundo ele, a qualidade das informações depende da integração entre as coordenações de cursos, os setores de registro acadêmico e as unidades administrativas responsáveis pela alimentação dos sistemas institucionais. Ele ressaltou a necessidade de acompanhar os fluxos de informações desde o ingresso e a matrícula dos estudantes até a integralização curricular e a conclusão dos cursos.

Além disso, Josimar lembrou que os dados do levantamento integram indicadores relacionados à matriz orçamentária das universidades federais. Para ele, o aperfeiçoamento dos procedimentos internos de coleta e conferência das informações é fundamental para que os dados encaminhados ao Inep representem a realidade institucional da Ufac.

Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior reúne informações sobre instituições, cursos, vagas, matrículas, ingressantes, concluintes, docentes e infraestrutura. Os dados subsidiam a produção de estatísticas e indicadores utilizados no acompanhamento, na avaliação e no planejamento da educação superior brasileira.

A programação do primeiro dia do encontro contempla a avaliação do Censo-2025, o novo cronograma de preenchimento, as boas práticas de coleta, a evolução da classificação Cine Brasil e os indicadores da educação superior. Nesta quinta-feira, 5, os debates abordam as perspectivas para o Censo-2026, o sistema e-MEC, o diploma digital, a qualificação dos dados de cor/raça e o Censo da Pós-Graduação Stricto Sensu, além da apresentação de experiências institucionais.

O coordenador da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Alex Souza Mello, da Pró-Reitoria de Planejamento, também está no evento, onde estão participando da programação representantes do Inep, do MEC, do IBGE, da Capes e de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país.



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