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‘Inspirador, corajoso’: Nedd Brockmann completa corrida beneficente épica de 1.600 quilômetros | Atletismo
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2 anos atrásem
Jack Snape
A corrida beneficente de 1.000 milhas (1.609 km) de Nedd Brockmann foi apelidada de “merda do tipo australiano do ano” por Dylan Alcott, a estrela do tênis em cadeira de rodas que ganhou o prêmio em 2022, depois que o corredor completou seu desafio às 6h17 de quarta-feira.
A mensagem de apoio de Alcott a Brockmann é uma das dezenas da elite atlética e de celebridades da Austrália comemorando o fim de sua árdua corrida de quase duas semanas, na qual ele percorreu em média 128 km por dia em uma pista de atletismo no Parque Olímpico de Sydney.
O jovem de 25 anos tem arrecadou mais de US$ 2,6 milhões para australianos que vivem em situação de ruaembora seu tempo não tenha conseguido bater o recorde mundial de 1988 estabelecido pelo ultracorredor grego Yiannis Kourous de pouco menos de 10 dias e meio.
Brockmann terminou sua corrida em 12 dias, 13 horas, 16 minutos e 45 segundos – cerca de meio dia atrás do recorde australiano de Bryan Smith estabelecido na Nanango 1000 Mile Track Race de 1998 – e começou a chorar depois de cruzar a linha de chegada.
A corrida épica foi transmitida ao vivo no TikTok como “Desafio desconfortável de Nedd Brockmann” e vista mais de 350.000 vezes, enquanto cerca de 2.000 pessoas se reuniram para assistir sua última noite de corrida na arquibancada da pista de atletismo.
O apresentador de televisão Hamish Blake disse no Instagram: “Começou como um recorde mundial em termos de tempo. Tornou-se o campeonato mundial de nunca desistir. E Nedd, você terminou indiscutivelmente.
O surfista Mick Fanning disse que a conquista de Brockmann trouxe lágrimas aos seus olhos. “Você é um homem altruísta. Inspirador, corajoso e real. Maior respeito”, disse ele.
E Alcott acrescentou: “Merda do tipo australiano do ano. Dê ao homem o que ele merece. Esforço inacreditável, irmão.
A nadadora Shayna Jack, o jogador da AFL Jeremy Cameron e o Wallaby Taniela Tupou expressaram sua admiração pelo eletricista do oeste de NSW, em resposta a um vídeo postado no Instagram após Brockmann terminar, que foi curtido mais de 180.000 vezes.
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Brockmann teve que suportar um desconforto substancial durante o evento, e teve que ser transportado de e para a pista em uma cadeira de rodas. Ele mal dormia algumas horas por dia devido à sua agenda e às dores nas pernas.
Seus pés incharam três tamanhos de calçado e ele desenvolveu bolhas graves devido à aderência da pista e à carga da corrida, significativamente mais do que os 100 km por dia que ele percorreu em sua corrida de 2022 de Perth a Sydney.
A vice-presidente da Australian Ultra and Trail Runners Association, Corrina Black, disse que a corrida de Brockmann destacou que a ultra corrida pode ser para qualquer pessoa, e ele mostrou coragem e tenacidade.
“Isso abriu as portas e destacou que qualquer um pode ser um ultracorredor e só precisa colocar um pé na frente do outro”, disse Black. “Se você puder usar sua corrida ao mesmo tempo para motivar outras pessoas e arrecadar dinheiro para caridade, será uma vitória geral, não é?”
Brockmann levantou anteriormente US$ 1,85 milhão para Estamos mobilizadosum programa de extensão que combate a falta de moradia, com uma corrida de 4.000 km de 46 dias pela Austrália em 2022.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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