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Inter Miami de Messi e Suárez é confirmado no Mundial de Clubes de 2025
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1 ano atrásem
O Inter Miami é o penúltimo time garantido no Super Mundial de Clubes da Fifa de 2025.
Neste sábado, a Fifa anunciou que o time de Lionel Messi e Suárez garantiu vaga na competição como representante do país anfitrião.
A vaga para o torneio, que acontecerá nos Estados Unidos entre junho e julho do próximo ano, foi conquistada por causa do título da Supporters’ Shield, troféu dado ao time que possui melhor campanha geral na campanha regular da MLS.
Além do anúncio da vaga, a entidade confirmou que o Inter Miami vai abrir o Super Mundial no dia 15 de junho de 2025 no Hard Rock Stadium.
“Todos sabemos o quanto Miami está apaixonada pelo futebol e o quanto o Inter Miami é apoiado em toda a Flórida por seu estilo empolgante de futebol. Parabéns por seu maravilhoso sucesso na Supporters’ Shield de 2024. Vocês provaram ser o time mais consistente em campo nos Estados Unidos. Portanto, tenho orgulho de anunciar que, como um dos melhores times do mundo, vocês são justos participantes do novo Mundial de Clubes da Fifa de 2025 como representantes do país sede, os Estados Unidos”, disse Gianni Infantino, presidente da Fifa.
Em entrevista no último mês de julho, Don Garber, comissário da MLS, afirmou que a liga deu sugestões de como a vaga norte-americana seria preenchida para a Fifa, mas que a decisão estaria nas mãos da entidade máxima do futebol mundial.
Agora, resta apenas uma vaga para o torneio, que será definida no próximo dia 30 de novembro, após a final da CONMEBOL Libertadores. Atlético-MG, Botafogo, Peñarol e River Plate são os semifinalistas.
Outros três clubes brasileiros já estão garantidos: Palmeiras, Flamengo e Fluminense, campeões da América em 2021, 2022 e 2023, respectivamente.
O que é o novo Mundial de Clubes da Fifa?
A competição é uma criação do presidente da FIFA, Gianni Infantino, que promoveu pela primeira vez a ideia de um Mundial de Clubes com 32 equipes em 2016.
Entre 1960 e 2004, os campeões da Europa e da América do Sul se reuniram para disputar a Copa Intercontinental, até que essa competição se transformou no Mundial de Clubes da FIFA, um torneio de sete equipes que envolve os campeões das seis confederações continentais da FIFA e uma equipe do país anfitrião, realizado a partir de 2005.
A FIFA havia planejado lançar a versão ampliada do torneio, inicialmente com 24 equipes, em 2021 na China, mas a pandemia da COVID-19 forçou o cancelamento da ideia. Em junho de 2023, a FIFA confirmou que lançaria um Mundial de Clubes com 32 equipes nos Estados Unidos em 2025, programando o torneio para um período de quatro semanas, de 15 de junho a 13 de julho.
“Trinta e dois dos melhores clubes de todos os cantos do mundo estarão competindo nos Estados Unidos entre junho e julho de 2025”, disse Infantino. “Eles estão no centro do torneio. E não podemos esperar. Trinta e dois dos melhores clubes do mundo se encontrarão e apenas um será coroado campeão mundial.”
Times já classificados para o Mundial da Fifa de 2025:
Vagas restantes para o Mundial:
*Caso seja campeão da Libertadores 2024, o River carimba o passaporte para o Mundial como vencedor de competição, assim como os brasileiros já garantidos. Assim, o Olimpia, do Paraguai, iria via ranking.
Por que há tanta oposição ao torneio?
Os proprietários de clubes têm mantido um silêncio visível sobre o Mundial de Clubes da FIFA, mas os dirigentes, jogadores e sindicatos, incluindo a FIFPRO e a Associação de Jogadores Profissionais de Futebol (PFA) da Inglaterra, têm manifestado preocupação com o aumento da carga de trabalho.
O Manchester City terá 75 jogos oficiais nesta temporada se chegar à final do Mundial de Clubes e sua campanha não terminará até 13 de julho. Com a temporada 2025/26 da Premier League prevista para começar em 10 de agosto, para permitir um período de descanso entre o final da campanha e o início da próximo Mundial da FIFA em 11 de junho de 2026, Pep Guardiola e seus jogadores teriam apenas um mês entre o final de uma temporada e o início de outra.
Todos os jogadores têm direito a pelo menos três semanas de férias, portanto, o impasse enfrentado pelos clubes participantes – especialmente os times europeus – é claro. Fontes disseram à ESPN que a Premier League está preocupada com a imposição do Mundial de Clubes na janela de verão – um espaço normalmente ocupado pelo futebol de seleções.
Há algum apoio para o Mundial de Clubes?
Fontes da FIFA afirmam que o torneio garantirá uma maior divisão de recursos de marca e dos financeiros para clubes e ligas fora do poderoso mercado europeu.
Há uma aceitação de que o primeiro torneio pode destacar um abismo de qualidade entre algumas equipes – o Auckland City, da Nova Zelândia, poderia jogar contra o Real Madrid, por exemplo – mas a FIFA vê o Mundial de Clubes como um torneio que logo crescerá e gerará interesse global, assim como a Copa do Mundo.
E, embora os jogadores e técnicos tenham expressado suas preocupações, os benefícios financeiros da competição atrairão os proprietários de clubes. Fontes afirmaram que o prêmio em dinheiro para as principais equipes pode ultrapassar US$ 100 milhões cada. O Real Madrid, que acabou vencendo a Champions League na última temporada, recebeu US$ 131 milhões, portanto, o dinheiro em jogo por um mês de trabalho na Copa do Mundo de Clubes será enorme.
O que sabemos sobre o Mundial de Clubes de 2025?
É mais um caso do que não sabemos. A falta de clareza está aumentando a opinião dentro do esporte de que os planos da FIFA para o Mundial de Clubes não foram totalmente testados.
Já sabemos as datas da competição e quais equipes participarão, exceto o vencedor da CONMEBOL Libertadores de 2024. E, é claro, agora temos o emblema da competição e até mesmo a música oficial: “Freed from Desire” (Livre do Desejo), do Gala. Mas não sabemos quando será realizado o sorteio do torneio ou quais cidades sediarão os jogos.
Normalmente, em torneios da FIFA dessa magnitude, tudo relacionado aos jogos – locais, datas, horários de início – é finalizado e anunciado com anos de antecedência, mas os clubes concorrentes ainda estão esperando para saber onde jogarão e onde ficarão sediados.
Fontes afirmaram que o plano original era que o Mundial de Clubes fosse realizado em cidades da costa leste dos Estados Unidos por motivos como a oferta de um fuso horário mais adequado para as emissoras europeias, menos viagens para as equipes europeias e também porque a Copa Ouro da CONCACAF de 2025 será realizada na costa oeste entre 14 de junho e 6 de julho.
Há também uma questão sobre quem transmitirá o Mundial de Clubes. A FIFA anunciou, em meados de julho, que havia aberto uma licitação para os direitos de transmissão depois que foi noticiado que as negociações com a Apple haviam sido interrompidas porque a oferta de R$ 5 bilhões da gigante da tecnologia ficou muito aquém do preço pedido pela FIFA, de R$ 28 bilhões.
Há alguma chance do torneio não acontecer na data prevista?
Muitas pessoas no mundo do futebol gostariam de ver o Mundial de Clubes sendo cancelado, mas isso não vai acontecer. Quase todas as equipes participantes já foram anunciadas, e a perspectiva de uma grande reivindicação financeira por parte de todas elas se a Fifa cancelasse a competição é real.
Fontes disseram à ESPN que o anúncio do emblema do torneio na semana passada, embora discreto, marcou o início da preparação para notícias mais significativas sobre o torneio. Fontes disseram à ESPN que as cidades-sede e a data do sorteio do torneio serão anunciadas antes do final de 2024.
A ação legal empreendida pela FIFPRO e pelas Ligas Europeias está em andamento e o CEO da PFA, Maheta Molango, disse à ESPN em agosto que o sindicato dos jogadores não poderia “absolutamente” descartar a perspectiva de uma greve se as suas preocupações sobre o burnout não fossem resolvidas.
Portanto, há possíveis obstáculos à frente da FIFA e de seus planos de lançar uma Copa do Mundo de Clubes com 32 equipes, mas a bola está rolando em direção ao torneio e seria um acontecimento sísmico se a competição não acontecesse.
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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre
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6 de março de 2026A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).
A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.
Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.
Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável.
Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas. No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.
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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
4 de março de 2026A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.
A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.
O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.
Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.
Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.
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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
25 de fevereiro de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.
Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.
Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.
Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.
Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.
Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).
A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.
Laboratório de Paleontologia
Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.
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