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Israel aprova plano para aumentar a população de colonos nas Colinas de Golã ocupadas | Notícias do conflito Israel-Palestina

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A medida ocorre dias depois de grupos rebeldes terem derrubado o líder sírio Bashar al-Assad, semanas antes de Donald Trump se tornar presidente dos EUA novamente.

O governo de Israel aprovou um plano para aumentar o número de colonos nas regiões ilegais Colinas de Golã ocupadasdias depois de tomar mais território sírio após a derrubada do antigo líder da Síria, Bashar al-Assad.

O gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse que o governo “aprovou por unanimidade” o “desenvolvimento demográfico” do território ocupado, que procuraria duplicar a população israelita.

O novo plano é apenas para a parte das Colinas de Golã que Israel ocupa desde 1967. Em 1981, o Knesset de Israel agiu para impor a lei israelita sobre o território, numa anexação efectiva.

O plano não se refere à porção de terra síria apreendido por Israel na sequência da derrubada de al-Assad há uma semana. A área ocupada, que foi desmilitarizada como parte de um acordo alcançado após a guerra de 1973, também inclui o Monte Hermon, com vista para a capital síria, Damasco.

Num comunicado, Netanyahu elogiou o plano, que fornece mais de 40 milhões de shekels (11 milhões de dólares) para aumentar a população de colonos.

Já existem cerca de 31 mil colonos israelenses espalhados por dezenas de assentamentos ilegais nas Colinas de Golã. Vivem ao lado de grupos minoritários, incluindo os drusos, que se identificam predominantemente como sírios.

“Fortalecer o Golã é fortalecer o Estado de Israel e é especialmente importante neste momento”, disse Netanyahu. “Continuaremos a segurá-lo, fazer com que floresça e se estabeleça nele.”

Reportando de Amã, Jordânia, Nour Odeh da Al Jazeera disse que a aprovação ocorre no que Israel considera um “momento oportuno”.

Embora a ocupação israelita das Colinas de Golã seja ilegal ao abrigo do direito internacional, durante o seu primeiro mandato, de 2017 a 2021, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, fez dos Estados Unidos o primeiro país do mundo a reconhecer oficialmente a soberania israelita sobre a área.

Trump deve retomar o cargo em 20 de janeiro, depois de vencer as eleições presidenciais dos EUA em novembro.

“Netanyahu está a aproveitar este momento para anunciar mais atividades de colonatos, a fim de consolidar essa ocupação e torná-la permanente”, disse Odeh. “Exatamente como ele está fazendo na Cisjordânia ocupada: apropriação de terras, assentamentos, ocupação permanente.”

Enquanto isso, o gabinete de Netanyahu disse que ele havia discutido a situação na Síria durante um telefonema com Trump no sábado. Ele também discutiu os esforços para chegar a um acordo de cessar-fogo em Gaza.

Apesar de Israel ter lançado centenas de ataques contra locais sírios desde que grupos de oposição liderados por Hayat Tahrir al-Sham (HTS) derrubaram al-Assad e avançaram para criar um governo de transição, Netanyahu disse: “Não temos interesse em conflito com a Síria”.

Ele disse que os ataques visavam “frustrar as ameaças potenciais da Síria e impedir a tomada de controle por elementos terroristas perto da nossa fronteira”.

No domingo, a Arábia Saudita foi um dos primeiros a condenar o novo plano de Israel para aumentar o número de colonos, ao mesmo tempo que acusou os líderes israelitas de tentarem sabotar a transição incipiente da Síria.



Leia Mais: Aljazeera

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural — Universidade Federal do Acre

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Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna-1.jpg

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex) da Ufac realizou o lançamento do projeto “Extensão Universitária: Implantação e Divulgação de Unidade de Produção Rural Integrada para a Amazônia”, o qual coordenado pela professora Marilene Santos, é viabilizado por emenda parlamentar do senador Alan Rick (Republicanos-AC), no valor de R$ 5,7 milhões. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 3, no laboratório de mecanização, e foi marcado pela entrega de equipamentos agrícolas para uso de agricultores familiares.

A rede de apoio atende produtores orgânicos, integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas e produtores de cacau de Acrelândia (AC), englobando ações em municípios acreanos como Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Capixaba. Entre as frentes técnicas desenvolvidas, destacam-se a implantação de sistemas agroflorestais, o incentivo à adubação verde, melhorias na suinocultura, o manejo de pastagens e o fomento à cultura do cacau, com a meta de ampliar a produção regional para mais de 10 mil pés.

No total, a iniciativa atende a cinco grupos de produtores que recebem o acompanhamento especializado de uma equipe de cinco pesquisadores da Ufac, cinco engenheiros agrônomos, técnicos de nível superior, além de bolsistas de graduação e de mestrado.

“Aqui temos os melhores pesquisadores. Estamos muito felizes com essa entrega, que temos certeza de que ajudará nossos estudantes a entrarem com uma perspectiva diferente no mercado de trabalho”, destacou a reitora Guida Aquino.

A coordenadora do projeto, Marilene Santos, disse que a ação é uma semente que foi plantada e colherá bons frutos quando chegar ao resultado final. “Agradeço ao senador pela iniciativa.” Segundo Alan Rick, é preciso investir na base. “Não vamos conseguir colher a plantação se não houver nada plantado”, pontuou. “É um imenso prazer saber que contribuí em um projeto como esse.”

Ufac lança projeto de implantação de unidade de produção rural-interna2.jpg

A equipe técnica e de pesquisadores que compõem o projeto é formada pelos professores Almecina Balbino Ferreira, Bruna Viana, Eduardo Pacca Matar, Eduardo Mitke Brandão, Matheus Matos e Sebastião Elviro Neto, além dos colaboradores Patrícia Cunha e Rogério da Silva Correia.

Também compuseram o dispositivo de honra os vereadores Neném Almeida (MDB) e Zé Lopes (Republicanos).

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)

 



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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel — Universidade Federal do Acre

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Ufac obtém 3º lugar nacional em chamada pública do Procel.jpg

Proposta da Ufac, elaborada pelo Instituto eAmazônia, sobre energia sustentável e inovação para o edifício múltiplo do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, obteve o 3º lugar na classificação nacional e o 2º na classificação da região Norte na chamada pública Energia Zero em Prédios Públicos, do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel).

O projeto contempla a modernização dos sistemas de iluminação e de climatização do edifício, além da instalação de um sistema de geração de energia fotovoltaica. As intervenções têm como objetivo reduzir o consumo de energia elétrica da edificação e equilibrar a geração local com o consumo anual, caracterizando o conceito de “Edifício Energia Zero”.

A nota final da proposta da Ufac foi de 7,62. No projeto, o eAmazônia prevê investimento de R$ 1.348.587,92 em recursos não reembolsáveis da Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A., no âmbito do Procel.

Após a homologação do resultado da chamada pública, a Ufac dará continuidade aos procedimentos para assinatura do termo de cooperação técnica. A previsão é que a execução das intervenções ocorra em até 24 meses, seguida por um período de monitoramento para verificação das metas estabelecidas pelo programa.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Fórum de reitores debate desafios para ensino superior público — Universidade Federal do Acre

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A reitora Guida Aquino participou do 1º Fórum de Reitoras e Reitores da América Latina e do Caribe, realizado na segunda-feira, 29, e terça-feira, 30, em Foz do Iguaçu (PR), reunindo dirigentes de 89 instituições brasileiras, entre universidades e institutos federais, além de 67 representantes de 17 países latino-americanos e caribenhos, para debater os desafios e as perspectivas da educação superior pública, da cooperação internacional e da integração regional.

“A integração entre as universidades da América Latina e do Caribe é fundamental para o fortalecimento da educação superior pública, da produção científica e da construção de respostas conjuntas aos desafios sociais, econômicos e ambientais que compartilhamos enquanto região”, disse a reitora.

Durante a programação, foram debatidos temas estratégicos como a democratização do acesso ao ensino superior, a inclusão social, a mobilidade acadêmica, a pesquisa e a inovação, bem como mecanismos para ampliar a cooperação internacional e fortalecer as redes de produção científica e tecnológica entre os países participantes.

O evento contou com a participação do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e do secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Marcus David, além de representantes de organismos internacionais e lideranças acadêmicas.

 



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