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Israel intensifica ataques ao Líbano enquanto autoridades estudam plano de cessar-fogo dos EUA | Israel ataca o Líbano Notícias
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Os militares israelitas realizaram ataques aéreos nos subúrbios de Beirute pelo quarto dia consecutivo, enquanto as autoridades libanesas estudavam um plano dos EUA para um cessar-fogo.
Ataques aéreos israelenses achatado cinco edifícios nos subúrbios ao sul da capital libanesa na sexta-feira. Um deles estava localizado perto de um dos cruzamentos mais movimentados de Beirute, Tayouneh.
Os militares israelenses disseram que seus caças atacaram armazéns de munições, um quartel-general e outras infraestruturas utilizadas pelo grupo libanês Hezbollah.
Reportando de Beirute, Zeina Khodr da Al Jazeera disse que os militares israelenses emitiram duas ordens de evacuação forçada antes dos ataques.
“(Os moradores) são forçados a sair de suas casas apenas para verem a chegada das greves e se perguntarem se terão ou não uma casa para onde voltar. Não há vítimas porque muitas pessoas deixaram a área e por causa destas ordens de evacuação”, disse ela.
“Grupos de direitos humanos criticaram estas ordens de evacuação forçada, dizendo que na maioria das vezes não dão às pessoas tempo suficiente para partir”, acrescentou Khodr.
Enquanto isso, o Hezbollah, alinhado ao Irã, disse que disparou foguetes contra um grupo de soldados israelenses em Misgav Am e no quartel de Yiftah, no norte de Israel.
O grupo armado libanês disse num comunicado no Telegram que também atacou outro grupo de soldados israelenses com foguetes na periferia leste da cidade libanesa de Markaba.
O Hezbollah também disse que atacou soldados israelenses em Sasa e Dishon, no norte de Israel.
Os militares de Israel intensificaram os seus ataques ao Líbano no final de Setembro, depois de quase um ano de hostilidades transfronteiriças com o grupo armado libanês Hezbollah, em paralelo com a guerra em Gaza. Afirma que pretende garantir o regresso a casa de dezenas de milhares de israelitas, forçados a evacuar do norte de Israel sob o fogo do Hezbollah.
Os ataques de Israel contra Líbano forçaram mais de um milhão de libaneses a fugir das suas casas, desencadeando uma crise humanitária.
Desferiu graves golpes ao Hezbollah, matando o seu líder Hassan Nasrallah e outros comandantes. O Hezbollah tem mantido ataques com foguetes contra Israel e os seus combatentes têm lutado contra as tropas israelitas no sul.
Negociações de cessar-fogo
A diplomacia que tenta alcançar um cessar-fogo mostrou sinais provisórios de progresso esta semana.
A agência de notícias Reuters informou na quinta-feira que o embaixador dos EUA no Líbano apresentou um projeto de proposta de cessar-fogo ao presidente do parlamento libanês, Nabih Berri, citando duas fontes políticas importantes. Berri é apoiado pelo Hezbollah para negociar e se encontrou com o alto funcionário iraniano Ali Larijani na sexta-feira. A agência de notícias AFP informou que altos funcionários libaneses estão a rever a proposta dos EUA.
Um alto funcionário iraniano disse na sexta-feira que o Irã apoiaria qualquer decisão tomada pelo Líbano nas negociações de trégua, sinalizando que Teerã deseja ver o fim do conflito.
Questionado numa conferência de imprensa se tinha vindo a Beirute para minar o plano de trégua dos EUA, Larijani disse: “Não pretendemos sabotar nada. Estamos atrás de uma solução para os problemas.”
“Apoiamos em todas as circunstâncias o governo libanês. Aqueles que estão a perturbar são Netanyahu e o seu povo”, acrescentou Larijani, referindo-se ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.
As potências mundiais afirmaram que um cessar-fogo no Líbano deve basear-se na Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que pôs fim a uma guerra anterior de 2006 entre o Hezbollah e Israel. Os seus termos exigem que o Hezbollah mova armas e combatentes para norte do rio Litani, que corre cerca de 20 quilómetros (30 milhas) a norte da fronteira.
Israel exigiu a liberdade de atacar, caso o Hezbollah violasse qualquer acordo – uma exigência que o Líbano rejeitou.
Numa reunião com Larijani, o primeiro-ministro interino do Líbano, Najib Mikati, apelou ao apoio à posição do Líbano na implementação da 1701 e chamou isto de prioridade, juntamente com a detenção da “agressão israelita”, disse uma declaração do seu gabinete.
Larijani sublinhou “que o Irão apoia qualquer decisão tomada pelo governo, especialmente a resolução 1701”, afirma o comunicado.
Enquanto isso, na quinta-feira, Eli Cohen, ministro da Energia de Israel e membro do gabinete de segurança, disse à Reuters que as perspectivas de um cessar-fogo eram as mais promissoras desde o início do conflito.
Pelo menos 3.386 pessoas foram mortas e 14.417 feridas em ataques israelenses ao Líbano desde outubro de 2023.
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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