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Israel mata 7 crianças de uma família em ataque aéreo em Gaza | Notícias de Gaza
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2 anos atrásem
A UNRWA afirma que Gaza se tornou um “cemitério” enquanto Israel continua a sua campanha de bombardeamentos num contexto de deterioração das condições de vida.
Um ataque aéreo israelita matou 10 membros de uma família, incluindo sete crianças, na parte norte do Faixa de Gazainformou a agência de resgate da Defesa Civil Palestina.
Um vídeo postado pela agência em seu canal Telegram na noite de sexta-feira mostrou sua equipe resgatando vítimas dos escombros da casa da família Khallah em Jabalia.
“Todos os mártires são da mesma família, incluindo sete filhos, o mais velho com seis anos”, disse o porta-voz da defesa civil, Mahmoud Basal, à agência de notícias AFP.
Basal acrescentou que o ataque aéreo feriu outras 15 pessoas.
O exército israelense disse à AFP que atacou “vários terroristas que operavam em uma estrutura militar pertencente à organização terrorista Hamas e representavam uma ameaça às tropas das FDI que operavam na área”.
“De acordo com um exame inicial, o número relatado de vítimas resultantes do ataque não está alinhado com as informações mantidas pelas FDI”, acrescentou.
Israel continuou os seus ataques na Faixa de Gaza na sexta-feira, mais de 14 meses após o ataque a Gaza.
Pelo menos oito pessoas foram mortas por um míssil drone que atingiu um prédio residencial na rua comercial do campo de refugiados de Nuseirat, de acordo com o Hospital dos Mártires de Al-Aqsa.
Quatro pessoas também foram mortas em um ataque aéreo a Beit Hanoon, disseram correspondentes da Al Jazeera. As vítimas eram duas meninas e seus pais.
Os corpos de três irmãos também foram recuperados dos escombros de uma casa bombardeada perto do Hospital Kamal Adwan.
Preso em um ‘cemitério’
Gaza tornou-se um “cemitério” à medida que as fortes chuvas de inverno, a fome, as péssimas condições de vida e as hostilidades em curso continuam a pôr vidas em perigo, alertou Louise Wateridge, oficial sénior de emergência da UNRWA (agência das Nações Unidas para os refugiados palestinianos), na sexta-feira.
“Uma sociedade inteira aqui é agora um cemitério… Mais de dois milhões de pessoas estão presas”, disse ela, falando do campo de Nuseirat.
“É impossível para as famílias abrigarem-se nestas condições”, disse ela. “A maioria das pessoas vive sob tecidos, nem sequer têm estruturas impermeáveis e 69 por cento dos edifícios aqui foram danificados ou destruídos. Não há absolutamente nenhum lugar onde as pessoas possam se proteger desses elementos.”
A UNRWA presta assistência a quase seis milhões de refugiados palestinos em Gaza, na Cisjordânia ocupada, na Jordânia, no Líbano e na Síria.
Políticos israelenses em outubro legislação aprovada impedir a UNRWA de operar em Israel e em Jerusalém Oriental ocupada, ao mesmo tempo que levanta a perspectiva de medidas semelhantes contra outras agências de ajuda.
A Suécia anunciou na sexta-feira planos para parar de financiar a UNRWA em resposta à proibição de Israel, mas prometeu duplicar a sua ajuda a Gaza através de outros grupos.
O chefe da UNRWA, Philippe Lazzarini, disse no X, antigo Twitter, que a decisão do governo sueco foi “decepcionante” e ocorreu “no pior momento para os refugiados palestinos”.
Numa resolução adotada na sexta-feira, a Assembleia Geral da ONU solicitou ao Tribunal Internacional de Justiça (CIJ) um parecer consultivo esclarecendo o que o direito internacional diz sobre a responsabilidade de Israel de permitir o trabalho de ajuda da ONU, de organizações internacionais e de terceiros países em território palestino. .
No início deste ano, os juízes da CIJ encomendado Israel deve parar a sua ofensiva na cidade de Rafah, no sul de Gaza, retirar-se do enclave e proporcionar segurança e acesso humanitário ao povo de Gaza.
Israel não cumpriu.
Estas medidas provisórias faziam parte de um caso apresentado pela África do Sul – mais tarde a que se juntaram vários outros países – acusando Israel de genocídio em Gaza.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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