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Israel não retirará tropas do Líbano por prazo final, diz Netanyahu | Israel

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Peter Beaumont

Benjamin Netanyahu anunciou que as tropas israelenses não cumprirão um prazo de domingo para se retirarem do sul do Líbano, jogando o cessar -fogo com Hezbollah em crise.

Confirmando que Israel não cumpriria o prazo de 26 de janeiro, disse o Gabinete do Primeiro Ministro em comunicado: “O processo de retirada das IDFs está condicionado ao exército libanês que está empregando no sul Líbano e aplicar total e efetivamente o acordo, enquanto o Hezbollah se retira além do Litani (rio). ”

Disse Israel Considerou o cessar -fogo como “ainda não totalmente aplicado” e que “o processo de retirada em fases continuará, em plena coordenação com os Estados Unidos”.

Enquanto Israel acusou o Líbano de não encontrar o seu lado do acordo, não menos importante, a implantação das forças armadas libanesas ao sul do rio Litani – a cerca de 32 quilômetros ao norte da fronteira – o Líbano também acusou Israel de violar o cessar -fogo.

A decisão de adiar a retirada, tomada em uma reunião de gabinete israelense na noite de quinta -feira, segue várias semanas de briefings sugerindo que Israel destinado a permanecer em pelo menos cinco postos avançados no Líbano.

Sob o cessar -fogo acordado, que acabou com a guerra com o Hezbollah no Líbano, as forças israelenses devem ter completado sua retirada dentro de 60 dias ou em 26 de janeiro.

O embaixador de Israel nos EUA, Michael Herzog, explicou o raciocínio em uma entrevista à rádio do exército de Israel no início desta semana, dizendo que mais tempo era exigido do exército libanês para implantar ao sul do rio Litani, sugerindo que o acordo não era imutável.

“O acordo incluiu uma meta de 60 dias para concluir a retirada das IDF do sul do Líbano e para que o exército libanês ocupe seu lugar, mas não está em pedra e foi formulada com alguma flexibilidade”, disse Herzog.

“Estamos em discussões com o Administração Trump Para estender o tempo necessário para permitir que o exército libanês realmente implante e cumpra seu papel sob o acordo. Essas discussões estão em andamento.

Apesar de um pedido de atraso, não ficou claro se o governo Trump havia concordado com o pedido.

A relutância de Israel em deixar o Líbano ocorre em um momento de cessar-fogo frágil em Gaza, com uma operação israelense em larga escala em andamento na Cisjordânia ocupada e uma profunda falta de clareza sobre o que Políticas de Trump no Oriente Médio vai parecer.

Um soldado libanês em Tayr Harfa. Israel quer manter até cinco postos avançados no sul do Líbano, segundo relatos. Fotografia: Xinhua/Rex/Shutterstock

Os comentários públicos de Herzog seguem um briefing anterior de fontes do governo israelense sem nome do canal 13 da National Broadcaster, sugerindo que o país está pressionando para manter uma presença militar no Líbano.

Nesta semana, um parlamentar do Hezbollah alertou que qualquer falha em cumprir o prazo traria o colapso do cessar -fogo.

“Nós, em Hezbollah, estamos esperando a data de 26 de janeiro, o dia em que o cessar -fogo exige uma retirada israelense completa do território libanês”, disse Ali Fayyad. “Se o inimigo israelense não cumprir isso, isso significará o colapso do (acordo de cessar -fogo).”

Os comentários de Fayyad vieram como líder do Hezbollah, Naim Qassem, acusou Israel de centenas de violações de cessar -fogo. “Temos sido pacientes com as violações para dar uma chance ao Estado Libaneso responsável por este contrato, junto com os patrocinadores internacionais, mas eu o chamo para não testar nossa paciência”, disse ele no fim de semana.

Apesar de sua recente retórica, o Hezbollah apoiado pelo Irã sofreu fortes perdas de pessoal e material durante o conflito, que Israel disse matou seu secretário geral de longa data, Hassan Nasrallah.

O derrubada de Bashar al-Assad Na Síria, em dezembro, também fechou uma importante rota de fornecimento de armas iranianas para o Hezbollah.

O conflito em larga escala eclodiu em setembro, depois de quase um ano de trocas transfronteiriças entre Israel e Hezbollah, deslocando dezenas de milhares de civis de ambos os lados.

As forças israelenses ainda estão operando na zona tampão da vizinha Síriaque as forças israelenses entraram após a queda de Assad, apesar dos pedidos internacionais para recuar.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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