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Jack Vettriano: ‘Suas pinturas são como um cheeseburger duplo em um invólucro oleoso’ | Pintura

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Jack Vettriano: 'Suas pinturas são como um cheeseburger duplo em um invólucro oleoso' | Pintura

Eddy Frankel

EUN 1992, a pintura de Jack Vettriano, o mordomo, foi rejeitado pela Exposição de Verão da Royal Academy. Qualquer pessoa que já tenha visto alguns dos escaltos escolhidos para exibir na colisão anual de submissão aberta da RA de artistas amadores e grandes estrelas nas últimas décadas estará pensando: “Ai, deve ter sido um verdadeiro fracasso”. Mas o mordomo de canto não apenas não era um fracasso, mas também se tornou um dos mais onipresentes e – sussurra – pinturas britânicas icônicas desde a Segunda Guerra Mundial.

E isso diz muito sobre o artista escocês, que morreu aos 73 anos. O estabelecimento da arte sempre o desprezou, mas o resto do mundo – se você pode aceitar uma concepção desajeitada e problemática de “pessoas comuns” – liderou absolutamente sua arte. Ele não era um nome familiar como Tracey Emin ou David Hockney. Ele não foi elogiado pelo mundo da arte. Ele com certeza não foi comemorado pelos críticos. Vettriano era outra coisa, algo quase pecador – ele era popular.

‘A arte contemporânea quer mais’ … a sedutora Fotografia: Jack Vettriano

Suas pinturas não são elegantes, inteligentes ou conceituais. Eles são lúrios, atarracados, empoertos, à moda antiga, conservadores e muitas vezes bem sexistas. Ele pintou pessoas dançando na praia nas roupas de 1930. Ele pintou mafiosos e caras durões em ternos, “Broads” em sutiãs e homens polindo muscle cars. São pinturas encomendadas por pessoas que possuem vários conversíveis; Homens ricos e oleosos com três botões desabotoados.

A principal questão para tipos de arte esnobe como eu não é o próprio trabalho. É que ele não tinha uma vantagem conceitual, um senso de ironia e qualquer autoconsciência pós-moderna. Ele não pintou sexy da meia-noite, entre mulheres semi-panos e homens de Brylcreemed como um comentário sobre a dinâmica do poder de gênero ou como um riff sobre representações históricas da arte da fêmea nua. Ele os pintou porque eles eram sexy. A arte contemporânea quer mais. Quer profundidade e nuances. Não é suficiente para ser nostálgico ou sexy. Mas a resposta de Vettriano é: “Sim, mas é então sexy. ” E é um bom argumento.

Essa simplicidade, que a franqueza que é totalmente sem sobrenome pela vergonha ou embaraço é o apelo. Ele vendeu inúmeras milhares de impressões de suas pinturas para “pessoas comuns” porque as imagens comunicam tão efetivamente suas idéias e emoções. Estes são obras de nostalgia, luxúria, aspiração, amor. Você olha para um Vettriano e entende. Isso é uma coisa poderosa, uma coisa boa. E um dos problemas com a arte contemporânea é que ela geralmente exige que você seja inteligente o suficiente para “obtê -la”, mas tudo o que faz é afastar as pessoas. O trabalho de Vettriano o puxa.

Eu tinha um amigo que se considerava um fã de comida. Ele era obcecado por fermentos, micro-hérbias, géis e gastriques, mas nunca, nem uma vez, já esteve em um McDonald’s. Como você pode amar boa comida se nunca entendeu por que tantas outras pessoas amam o McDonald’s e tudo mais do outro lado do espectro? É o mesmo para a arte-e as pinturas de Vettriano são como um cheeseburger duplo embrulhado em papel gorduroso, engenhado com precisão para arranhar uma coceira estética específica. Eles não são culturalmente enriquecedores, mas têm seu lugar em sua dieta artística.

‘Seus trabalhos dizem a você o que as pessoas realmente gostam’ … o mordomo de canto Fotografia: Jack Vettriano

O problema é que você não pode reclamar constantemente que as pessoas não gostam de Proust e Brahms. Às vezes, você só precisa encontrar a beleza, ou pelo menos o apelo, casado à primeira vista e Banksy. Podemos aprender muito mais procurando as qualidades estéticas e culturais em formas de arte “mais baixas” do que de rejeitá -las. E o trabalho de Vettriano incorpora uma batalha entre “alto” e “baixo” que deveria ter terminado há muito tempo, mas ainda tediosamente se enfurece.

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Olha, não estou sendo totalmente honesto aqui. Não aprecio essas pinturas como pinturas. Na verdade, acho que eles são bastante hediondos e sombrios. Mas eu os aprecio pelo apelo deles, por sua capacidade de transcender os limites, e gosto deles porque outras pessoas gostam deles. Eu gosto deles porque eles dizem o que as pessoas realmente gostam – e isso está dançando na praia, parecendo afiado e fazendo sexo.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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