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Jão deita em cama pegando fogo no fim da ‘Superturnê’ – 18/01/2025 – Ilustrada

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Vitoria Pereira

Jão reafirmou seu status de popstar ao encerrar a “Superturnê”, sua primeira em arenas, com um show grandioso e uma superestrutura neste sábado (18), no Allianz Parque, em São Paulo. Esbanjando muita sensualidade, ele cantou “Religião” deitado numa cama que pegava fogo ao redor —algo que coincide com a letra que fala “eu vou queimar pelo preço de ter ver”.

Com telões gigantes digno de shows internacionais à la Taylor Swift, o palco atravessava quase todo o estádio. Atrás do palco, um telão estava adornado com um dragão branco, símbolo da fase que representa a era do álbum que dá nome à turnê. A superestrutura era tão monumental que um fã na plateia afirmou que a estrutura era melhor que a de Bruno Mars, o astro pop americano.

Mostrando sua fase, que se afastou da sofrência para emergir mais sexy e confiante com o lançamento de “Super”, Jão abriu a apresentação com “Escorpião”. Com um figurino arrojado, remetendo aos looks de Harry Styles em sua última turnê, Jão abriu o show com o figurino todo preto, um colete cheio de franjas brilhantes.

Em seguida, emendou, numa mistura de músicas dos seus três discos, “Rua”, “Essa Eu Fiz Pro Nosso Amor” e “Doce”. Ele embaralhava as suas eras como fez Taylor Swift na The Eras Tour. Aliás, a cantora parece ter sido inspiração para Jão, com um momento para uma música surpresa, escolhida pela plateia, que também aderiu às chamadas pulseiras da amizade.

O cantor está em ascensão na carreira. Se antes lotava um Espaço Unimed, com capacidade para 8.000 pessoas, neste sábado, ele encheu o Allianz Parque pela terceira vez, depois de já ter feito duas datas esgotadas no início de 2024. Em janeiro do ano passado, ele iniciou a “Super Turnê”, que viajou o país.

Estádio do Palmeiras, o Allianz Parque virou também palco de megashows de artistas internacionais, como Jonas Brothers e The Weeknd. Em tempos recentes, tem recebido para grandes nomes da música brasileira com carreiras mais longevas, como Caetano Veloso, Maria Bethânia e os Titãs.

Jão é figurinha carimbada nos grandes festivais. Ele está confirmado como atração no Lollapalooza 2025 e, no ano passado, foi destaque no palco principal do Rock in Rio, consolidando ainda mais sua posição como um dos artistas mais populares de sua geração.

O show seguiu o mesmo esquema do ano passado, sem grandes novidades a não ser que neste teve músicas da versão estendida de “Super” como “Modo de Dizer”. Em dado momento, Jão cantou um medley de canções antigas, que incluiu “Dança pra mim” e “Ressaca”.

Também teve destaque a interpretação de “Sinais” em que ele é alçado para o topo do telão, e de lá canta, sentado, a música “A Última Noite”. Os fãs esperavam que ele voasse até o dragão ou até que pegasse fogo, mas nada disso aconteceu. Contudo, isso não diminuiu a magnitude desse espetáculo.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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