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Japão planeja ‘estrada transportadora’ ligando Tóquio e Osaka em meio à escassez de motoristas de entrega | Japão

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Justin McCurry in Tokyo

Seis décadas depois do trem-bala primeiros passageiros transportados entre Tóquio e Osaka, as autoridades japonesas estão a planear fazer o mesmo para a carga, com a construção de uma “rodovia transportadora”.

O corredor automatizado de transporte de carga, que ligará a capital a Osaka, a 515 km de distância, é visto como parte da solução para a crescente procura por serviços de entrega na quarta maior economia do mundo.

Os planejadores também esperam que a estrada alivie a pressão sobre os motoristas de entrega em meio a uma escassez crônica de mão de obra que está a afectar tudo, desde a restauração e o comércio retalhista até ao transporte de mercadorias e aos transportes públicos.

A estrada também ajudará a reduzir emissões de carbonode acordo com Yuri Endo, alto funcionário do Ministério dos Transportes que supervisiona o projeto.

“Precisamos ser inovadores na forma como abordamos as estradas”, disse Endo à Associated Press. “O conceito-chave do auto flow-road é criar espaços dedicados dentro da rede rodoviária para logística, utilizando um sistema de transporte automatizado e não tripulado 24 horas por dia.”

Uma computação gráfica vídeo divulgado pelo governo no mês passado mostra grandes contentores em paletes – cada um capaz de suportar até uma tonelada de produtos – movendo-se três lado a lado ao longo de uma “estrada de fluxo automático” no meio de uma auto-estrada, com veículos a viajar em direcções opostas em ambos os lados.

Empilhadeiras automatizadas carregarão itens nos contêineres como parte de uma rede que liga aeroportos, ferrovias e portos.

Os testes deverão começar em 2027 ou no início de 2028, com a estrada entrando em plena operação em meados da próxima década.

Embora nenhuma estimativa oficial tenha sido divulgada, o jornal Yomiuri Shimbun disse que uma estrada ligando Tóquio e Osaka poderia custar até 3,7 trilhões de ienes (18,6 bilhões de libras), dado o grande número de túneis que seriam necessários.

Se o projecto for bem sucedido, poderá ser expandido para incluir outras partes do Japão. Mas os seres humanos não ficarão totalmente fora de cena – continuarão a ter de fazer entregas porta-a-porta até à possível introdução de veículos sem condutor.

O ministério estima que as rodovias logísticas poderiam fazer o trabalho de 25 mil caminhoneiros por dia, disse o Yomiuri.

A escassez de camionistas, que transportam cerca de 90% da carga do Japão, deverá acelerar após a introdução, este ano, de uma lei que limita as horas extraordinárias, numa tentativa de resolver o excesso de trabalho e reduzir o número de acidentes.

Embora alguns tenham saudado a mudança num sector conhecido pelas suas longas horas de trabalho e pelas difíceis condições de trabalho, o “problema de 2024” deixará uma lacuna na força de trabalho da logística.

Se a tendência continuar, a capacidade de transporte do país cairá 34% até ao final da década, segundo estimativas do governo.

A demanda por entregas disparou no Japão durante o COVID-19 pandemia, com dados do governo mostrando que os utilizadores aumentaram de cerca de 40% dos agregados familiares para 60%.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

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