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Jay Johnston, comedian from ‘Anchorman’ and ‘Mr. Show’, sentenced in Jan. 6 Capitol attack
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2 anos atrásem
WASHINGTON — A Hollywood actor who had supporting roles in “Anchorman,” “Mr. Show,” “Arrested Development” and “Bob’s Burgers” was sentenced to 12 months and a day in federal prison on Monday for his role in the Jan. 6 attack on the U.S. Capitol.
Jay Johnston was arrested in June 2023 and pleaded guilty in July to a felony offense of obstructing officers during a civil disorder. Johnston had long been identified as a participant in the chaos even before his arrest, and some of the professional consequences — including no longer being featured as a voice in “Bob’s Burgers” — hit long before the legal repercussions.
Federal prosecutors had sought 18 months in federal prison for Johnston, topping their sentencing memo off with a photo of Johnston in which he “made light of his participation in the riot by dressing up as Jacob Chansley, known as the ‘QAnon Shaman,’ at a Halloween party that he attended” two years after the attack.
Prosecutors said that on Jan. 6, 2021, Johnston spent about 10 minutes in the lower west tunnel that leads into the Capitol, where some of the worst violence of the attack took place. “During that time, he: (1) helped at least four other rioters wash their eyes out after being sprayed with OC spray; (2) used a stolen United States Capitol Police riot shield to make a “shield wall” against the police inside the tunnel; and (3) participated in “heave-ho” push that pinned and crushed MPD Officer Daniel Hodges against a door frame,” federal prosecutors wrote.
Despite “his clear knowledge of, and participation in, the violence used by rioters that day,” federal prosecutors wrote, Johnston “sent messages to friends and family in the days after January 6th claiming the events at the U.S. Capitol were exaggerated by the media and that it was a ‘setup’ by the police and Antifa.”

Johnston’s lawyer, Stanley Woodward, wrote in a sentencing memo that the government has “persistently overstated” Johnston’s role in the attack “because he is an acclaimed Hollywood actor, and the government is using his status to make a point to the public.”
Johnston had “found great success in Hollywood as an actor, writer, and producer including accolades for his role as the voice actor for Jimmy Pesto, Sr. in the animated series Bob’s Burgers and as Officer Taylor in Arrested Development,” wrote Woodward. But Johnston “has not been able to sustain his livelihood as an actor after his involvement at the Capitol on January 6, 2021.”
Johnston has “essentially been blacklisted by Hollywood” and “has worked as a handyman for the last two years – an obvious far cry from his actual expertise and livelihood in film and television,” Woodward wrote.
In messages ahead of the attack, Johnston wrote to an acquaintance to “Bring food and a toilet” to what he referred to as “the gala affair” on Jan. 6, prosecutors said.
Johnston later wrote, in response to a question about whether he was going “to rally,” that he was going “going to rally, really, rally.”
Johnston attended another rally featuring conspiracy theorist Alex Jones and others on the night before the Capitol attack and then filmed himself passing “AREA CLOSED” signs on Jan. 6, prosecutors wrote.
Johnston’s video confirms he heard the sound of flashbangs in the distance and he’s heard noting the police presence at the Capitol before he used an overturned metal bike rack to advance over a stone wall, prosecutors said. He then filmed rioters pushing a metal “Trump” billboard toward the police line, commented to others that the police were macing rioters and then filmed rioters “fighting the police by pushing bike racks against them, trying to break their police line,” prosecutors said.
Once he advanced to the lower west tunnel, prosecutors said, Johnston handled a stolen police shield and then “joined a group push effort, referred to as ‘heave-ho,’ against the police in the tunnel” during which Officer Hodges “was crushed between the frame of one of the doors in the tunnel and the crowd.”
Johnston “joked as rioters attacked the police,” prosecutors wrote, including remarking, “Okay! We’re going to get those light bulbs fixed!” as rioters “pushed an orange ladder at the police in the tunnel.”
More than 1,500 people have been arrested in connection with the Capitol attack, and federal prosecutors have secured the convictions of over 1,100 defendants so far. More than 600 of those convicted have been sentenced to periods of incarceration ranging from a few days behind bars to 22 years in federal prison, for a Proud Boys leader convicted of seditious conspiracy.
Additional arrests took place last week, including numerous rioters charged with assaulting officers during the attack.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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