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Jesus reage e busca contra-ataque no Conselho Nacional contra Promotor de Justiça

Notícias da Hora, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Deputado Jesus Sérgio vai representar no CNMP contra o promotor que o processou pedindo indenização de R$ 40 mil por danos morais (leia aqui).

Ao tomar conhecimento do processo, por danos morais, movido pelo promotor de Justiça Flávio Bussab Della Líbera, da Comarca de Tarauacá, que pede R$ 40 mil a título de indenização, onde figura como réu, o deputado federal Jesus Sérgio (PDT) resolveu entrar com uma representação contra o promotor público no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Na representação onde Jesus Sérgio pede providências contra Flávio Bussab Della Líbera, ele informa que anexou diversos processos contra o promotor de Justiça, entre eles a pena de suspensão de 45 dias por conduta funcional e pessoal incompatível com o cargo público, pena determinada pelo próprio Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), decisão de outubro de 2016.

Segundo Jesus Sérgio, o promotor também foi alvo de outro processo aberto em fevereiro de 2019, pelo Ministério Público Estadual, por supostos atos ilícitos durante a realização de um concurso público em Tarauacá. Os promotores responsáveis pediram o ressarcimento do dano no valor de R$ 3.642.377,00; suspensão dos direitos políticos por até 5 anos e multa individual de até cem vezes o valor de remuneração de cada réu.

O deputado destaca que são réus na ação, junto com o promotor Flávio Bussab, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno (PT), o então secretário de administração de Tarauacá, Dilvo Vareta e um assessor do ex-deputado federal Léo de Brito (PT).

Em abril de 2019, o promotor Flávio Bussab, acionou o deputado federal Jesus Sérgio pedindo uma indenização de R$ 40 mil por danos morais.

O motivo da ação seria um pronunciamento de Jesus na tribuna da Aleac, em 2017, quando ainda era deputado estadual, questionando a atuação do MPAC-Tarauacá no combate ao crime organizado.

Estou juntando todos os processos e reclamações formalizadas contra o promotor para levar ao Conselho Nacional do Ministério Público. É inadmissível que um deputado fique refém desse tipo de atitude por exercer seu papel“, finaliza Jesus Sérgio.

Promotor Flávio Bussab Della Líbera

 

Promotor de Justiça Flávio Bussab ajuizou ação judicial contra o deputado federal Jesus Sérgio (leia a matéria completa aqui).

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Trabalhadores vão ao TST para cobrar acordo com os Correios, mas empresa rejeita negociação

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Greve pode ser deflagrada a partir do dia 3 de setembro por culpa da empresa

A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect/AC), Suzy Critiny, encaminhou ofício pedindo ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) a mediação de novas negociações para evitar que haja greve, resultando na paralisação das entregas, além de apresentar denúncias contra a estatal. A categoria cobra a manutenção de agências dos Correios em todo país, a contratação de funcionários e a retomada da entrega diária.

Segundo a sindicalista, a direção da empresa tenta sucatear os serviços para buscar um forte argumento de venda da estatal, mas, caso haja a privatização, Estados como o Acre poderão ficar sem a entrega de encomendas e sem banco postal, agravando ainda mais as dificuldades vividas pela população que mora em localidades mais distantes e que não geram lucros para as empresas privadas.

“No TST, os sindicatos fecharam um acordo com a diretoria dos Correios para que até o dia 31 de agosto não existisse paralisação ou greve, mas, para isso, a empresa deveria cumprir os acordos fechados anteriormente e deveria buscar uma negociação com a categoria”, explicou Suzy Cristiny.

A presidente do Sintect/AC explicou que entre as reivindicações está a contratação de novos carteiros, a melhoria da estrutura das agências.

“Durante a coleta de assinaturas contra a privatização, a diretoria do Sindicato também recolheu as reclamações dos clientes. A maior queixa é a falta de entrega em alguns bairros e em outros as faturas que chegam com atraso. Esses problemas poderiam ser resolvidos com a contratação de empregados e a retomada da entrega diária, bandeiras nossas para que haja melhorias para a população. Acontece que o Ministério da Comunicação delimitou que as entregas não fossem mais diárias, prejudicando o cliente”, detalhou a sindicalista.

Caso não haja intermediação do TST e os Correios continuem rejeitando a negociação, os trabalhadores podem ser obrigados a entrar em greve a partir do dia 3 de setembro.

“Não queremos greve, mas a diretoria dos Correios está acabando com a empresa e com os direitos dos trabalhadores. Queremos apenas melhores serviços para a população e respeito aos trabalhadores”, finalizou a representante do Sintect.

O Sintect e a Fentect tentam prorrogar a negociação, ampliando a validade do acordo coletivo, mas a estatal vem negando o diálogo, deixando a categoria desamparada, sem cobertura dos benefícios adquiridos historicamente.

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Sindicato dos Trabalhadores dos Correios abre coleta de assinaturas contra a venda da empresa

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Os diretores do Sindicato dos Trabalhadores da Empresa de Correios e Telégrafos do Acre (Sintect-AC) abriram na segunda-feira (12) a campanha da coleta de assinaturas contra a venda da empresa, no terminal urbano. O temor é que Estados que não geram lucro tenham agências fechadas, deixando de existir entregas de encomendas.

Segundo a presidente do Sintect-AC, Suzy Cristiny, as empresas que já atuam no mercado, realizando entregas, preferem não atuar no Acre, por exemplo, porque não é possível ter lucro. Assim, as empresas acabam atuando apenas em grandes cidades, chegando a enviar os produtos pelos Correios por terem conhecimento do papel social realizado pela empresa.


“Algumas pessoas criticam os serviços atuais e apoiam a privatização alegando que não deveria existir monopólio, mas não existe monopólio. Qualquer empresa do ramo pode estar apta a operar, mas eles preferem não concorrer em Estados menores, porque não gera lucro, com isso a estatal tem um papel fundamental nos municípios pequenos de garantir o encaminhamento de encomendas”, argumentou.

Suzy Cristiny apontou ainda que não são todas as cidades pequenas que possuem bancos ou caixas, com isso os pagamentos e os saques também são realizados por meio do banco postal.

A presidente do Sintect-AC explicou que os diretores e funcionários estão coletando as assinaturas até o dia 20, pois até o dia 22 a relação será entregue ao governo federal por meio da Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos, entidade nacional que mobiliza a campanha nacional contra a privatização.

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