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Jogadores que disputam a artilharia do Brasileirão 2024 | CGN

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O Brasileirão está chegando em sua fase final. Com isso, a expectativa para conhecer o grande artilheiro da competição cresce cada vez mais. E este ano, não faltam nomes na corrida pela artilharia do Brasileirão 2024, além de algumas surpresas que vêm mostrando o quão talentoso é o futebol brasileiro.

Estevão, a surpresa do Brasileirão

Um dos grandes favoritos na disputa pela artilharia do Brasileirão é o jovem Estêvão, do Palmeiras. Com 12 gols, ele tem mostrado que é mais do que uma promessa — já é uma realidade. Seu estilo de jogo rápido e inteligente dentro da área tem feito a diferença para o Verdão, que busca o tri-campeonato brasileiro. Contratado pelo Chelsea com apenas 16 anos, Estevão tem sido fundamental para o sucesso da Alviverde, e sua ascensão no campeonato é, sem dúvida, uma das grandes histórias da edição.

Pedro, o artilheiro do Flamengo

Logo atrás de Estevão, com 11 gols, está Pedro, o artilheiro do Flamengo. O atacante já é um nome consolidado no Brasil, e sua trajetória na Gávea segue sólida como uma rocha. Na edição passada, o camisa 9 marcou 13 gols e se consolidou como o “matador” da equipe rubro-negra.

Outros nomes na disputa

E a disputa não para por aí. Tem muito craque brigando pelos primeiros lugares na tabela de artilheiros. Luciano, do São Paulo, tem sido um dos pilares do Tricolor Paulista, com 10 gols. Hulk, do Atlético-MG, também está com 10 gols e não é de se surpreender se ele assumir a liderança nas próximas rodadas.

Além deles, temos Yuri Alberto, do Corinthians, que está com a mesma marca de 10 gols. E, para dar ainda mais emoção, Alerrandro, do Vitória, também entrou na disputa com 10 gols. Quem diria que um jogador comandado por Thiago Carpini estaria tão perto dos grandes nomes do futebol brasileiro?

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Foto: Divulgação / Victor Ferreira / EC Vitória

Artilharia do Brasileirão 2024

  • 1. Estevão (Palmeiras) – 12 gols
  • 2. Pedro (Flamengo) – 11 gols
    3. Hulk (Atlético-MG) – 11 gols
    3. Yuri Alberto (Corinthians) – 11 gols
    3. Luciano (São Paulo) – 11 gols
    3. Alerrandro (Vitória) – 11 gols
    4. Flaco López (Palmeiras) – 9 gols
    4. Raphael Veiga (Palmeiras) – 9 gols
    4. Pablo Vegetti (Vasco da Gama) – 9 gols
    5. Everaldo (Bahia) – 8 gols
    5. Juan Martín Lucero (Fortaleza) – 8 gols
    5. Wesley (Internacional) – 8 gols
    5. Rafael Borré (Internacional) – 8 gols
    5. Lucas Moura (São Paulo) – 8 gols
    6. Eduardo Vargas (Atlético-MG) – 7 gols
    6. Luiz Henrique (Botafogo) – 7 gols
  • 6. Rodrigo Garro (Corinthians) – 7 gols
    6. Isidro Pitta (Cuiabá) – 7 gols
    6. Alan Patrick (Internacional) – 7 gols
    6. Helinho (Red Bull Bragantino) – 7 gols
    7. Julimar (Athletico-PR) – 6 gols
    7. Paulinho (Atlético-MG) – 6 gols
    7. Luiz Fernando (Atlético-GO) – 6 gols
    7. Thaciano (Bahia) – 6 gols
    7. Yannick Bolasie (Criciúma) – 6 gols
    7. Gabriel Veron (Cruzeiro) – 6 gols
    7. Matheus Pereira (Cruzeiro) – 6 gols
    7. Jhon Arias (Fluminense) – 6 gols
    7. Kauã Elias (Fluminense) – 6 gols
    7. Renato Kayzer (Fortaleza e Criciúma) – 6 gols
    7. Martin Braithwaite (Grêmio) – 6 gols
    7. André Silva (São Paulo) – 6 gols
    8. Igor Jesus (Botafogo) – 5 gols
  • 8. Jefferson Savarino (Botafogo) – 5 gols
  • 8. Tiquinho Soares (Botafogo) – 5 gols
  • 8. Ángel Romero (Corinthians) – 5 gols
  • 8. Clayson (Cuiabá) – 5 gols
  • 8. Arthur Caike (Criciúma) – 5 gols
  • 8. Matheusinho (Criciúma) – 5 gols
  • 8. William (Cruzeiro) – 5 gols
  • 8. Giorgian De Arrascaeta (Flamengo) – 5 gols
  • 8. Bruno Henrique (Flamengo) – 5 gols
  • 8. Breno Lopes (Fortaleza) – 5 gols
  • 8. Tomás Pochettino (Fortaleza) – 5 gols
  • 8. Franco Cristaldo (Grêmio) – 5 gols
  • 8. Yeferson Soteldo (Grêmio) – 5 gols
  • 8. Lucas Barbosa (Juventude) – 5 gols
  • 8. Ferreira (São Paulo) – 5 gols
  • 8. Jonathan Calleri (São Paulo) – 5 gols
  • 8. Willian Oliveira (Vitória) – 5 gols
  • 8. Matheuzinho (Vitória) – 5 gols
  • 8. Wagner Leonardo (Vitória) – 5 gols
  • 9. Agustín Canobbio (Athletico-PR) – 4 gols
  • 9. Gonzalo Mastriani (Athletico-PR) – 4 gols
  • 9. Nikão (Athletico-PR) – 4 gols
  • 9. Gustavo Scarpa (Atlético-MG) – 4 gols
  • 9. Biel (Bahia) – 4 gols
  • 9. Cauly (Bahia) – 4 gols
  • 9. Cuiabano (Botafogo) – 4 gols
  • 9. Cacá (Corinthians) – 4 gols
  • 9. Hércules (Fortaleza) – 4 gols
  • 9. Moisés (Fortaleza) – 4 gols
  • 9. Jean Carlos (Juventude) – 4 gols
  • 9. Rony (Palmeiras) – 4 gols
  • 9. David (Vasco da Gama) – 4 gols

Lista atualizada em 14 de novembro de 2024

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio-interna.jpg

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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