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POLÍTICA

Jovem e valente vereador Anderson Sandro diz não à máfia do transporte coletivo de Rio Branco

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Não adiantou a pressão da prefeitura, dos empresários e dos sindicatos. Mais um vez a Câmara de Rio Branco disse não ao projeto de lei do Executivo que previa um repasse de R$ 2, 4 milhões às empresas de ônibus. A proposta, aliás, sequer tramitou na Casa. Foi apenas protocolada. Os emissários da prefeitura não conseguiram as nove assinaturas suficientes para pôr a matéria em pauta. Apenas oito dos 17 parlamentares assinaram o pedido para que o projeto fosse analisado no Legislativo.

Se manifestaram a favor da matéria: Eduardo Farias (PCdoB), Elzinha Mendonça (PSB), Railson Correia (Podemos), Raimundo Neném (PSB), Antônio Morais (PSB), Clezio Moreira (PSB), Carlos Juruna (Avante) e Jackson Ramos (PT).

O grande baluarte que com maestria proferiu seu voto contrário foi o Vereador Anderson Sandro (PSD) que inconformado com a propositura, requereu na Sessão Extraordinária desta quinta-feira, 17 uma Moção de Repúdio ao pedido de subvenção, mas que por falta de quórum e interesse não foi votado.

Em sua nota, o jovem, mas valente vereador Anderson Sandro proferiu as seguintes colocações:

NOTA

Rio Branco/AC, 17 de dezembro de 2020.

Prezados Amigos, Senhoras e Senhores,

Incumbiu-me o destino em fazer a diferença em mais um importante momento de nossa cidade de Rio Branco, capital do glorioso Estado do Acre, oportunidade essa que com o meu voto contrário, não foi aprovada a subvenção milionária pleiteada às empresas de transporte coletivo que prestam serviços ao Município.

Inicialmente, esclareço que não sou contra os trabalhadores que tanto se dedicam em conduzir ônibus que em muitas vezes estão em péssimo estado de conservação, bem como os cobradores que por vezes tem suas costas queimadas de tanto sol quente, eu reconheço o importantíssimo trabalho que eles desenvolvem. O que sou contra é em um momento como esses que o País vive, ou seja, em plena Pandemia do Covd-19, onde milhares de pessoas estão sem trabalhar e com sérias dificuldades financeiras, destinar dinheiro público para socorrer algumas empresas que por má gestão e respeito ao erário público, estão quebradas. Em meu entendimento, isso é absurdo!

Sabemos que deve haver um equilíbrio entre a prestação de serviços de alta relevância à cidade com o poder público, contudo, não é de hoje que as referidas empresas de transporte coletivo vem prestando serviços cada vez piores e promovendo o sofrimento cada vez mais amplo tanto aos trabalhadores como também à população sobretudo. Isso é notório

Na Câmara Municipal de Rio Branco, não foram poucas as oportunidades e as tentativas de entendimento entre o Poder Legislativo e o Poder Executivo a fim de se chegar a uma solução coerente, mas infelizmente não houve entendimento algum.

O meu voto contrário ao repasse de dinheiro público à essas empresas reflete exatamente o viés do trabalho que realizei ao longo do meu mandato como Vereador, que teve as Pessoas sempre em primeiro lugar, bem como respeito ao dinheiro público.

Lutamos contra a má gestão e o abandono da Saúde do Estado do Acre em geral, depois lutamos pela reabertura consciente e responsável do comércio que foi massacrado e perseguido pela Prefeitura, e lutamos também pela reabertura gradual, consciente e responsável das Igrejas, afinal entendemos que com consciência e zelo é possível conciliar o respeito à FÉ e à SAÚDE ao mesmo tempo.

Por fim, votei com convicção contra o repasse de dinheiro público como subvenção às empresas de transporte coletivo por continuar acreditando nos valores que aprendi bem como por entender que esses recursos milionários podem muito bem ser destinados à mais ações voltadas para o combate à pandemia do Codiv-19 bem como o tratamento dos doentes, isso sem mencionar nas inúmeras possibilidades que esses recursos poderiam fazer com a geração de empregos, com assistência social e com campanhas voltadas para os jovens e para as pessoas como um todo que são o bem maior que a nossa Cidade de Rio Branco possui.

Atenciosamente,

ANDERSON SANDRO PESSOA SILVA
Vereador

O Vereador Anderson deixa um legado de um trabalho e intenso que em apenas 9 meses realizou em prol das Pessoas.

OPINIÃO

Opinião: A ciranda troca de partidos e a busca por cargos públicos

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Foto de capa [arquivo pessoal]
Os parlamentares que mudam de partido – como macacos puladores de galho – ou se candidatam a outros cargos no Legislativo e no Executivo apenas para preservar privilégios demonstram desrespeito à República e deveriam sentir vergonha de tal conduta. Essa prática evidencia a ausência de compromisso ideológico e a busca incessante por posições de poder, transmitindo à sociedade a imagem de oportunistas movidos por conveniências pessoais. A política deveria ser encarada como missão cívica, exercício de cidadania e serviço transitório à nação. Encerrado o mandato, o retorno às profissões de origem seria saudável para a oxigenação da vida pública.  
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Infelizmente, o sistema político brasileiro está povoado por aqueles que veem na política não um espaço de serviço público, mas um negócio lucrativo. Como já destacou o jornal El País, ser político no Brasil é um grande negócio, dadas as vantagens conferidas e auferidas — e a constante movimentação de troca de partidos confirma essa percepção.  
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A cada eleição, o jogo se repete: alianças improváveis, trocas de legenda na janela partidária e negociações de bastidores que pouco têm a ver com as necessidades reais da população. Em vez de missão cívica, vemos aventureiros transformando a política em palco de interesses pessoais e cabide de empregos. A busca incessante pela reeleição e por cargos demonstra que, para muitos, a política deixou de ser a casa do povo e tornou-se um negócio.  
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Convém lembrar aos que se consideram úteis  e insubstituíveis à política que o cemitério guarda uma legião de ex-políticos esquecidos, cuja ausência jamais fez falta ao país.  
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As próximas eleições são a oportunidade para os eleitores moralizarem o Legislativo, elegendo apenas candidatos novos, sem os vícios da velha política, que tenham conduta ilibada e boa formação cultural. Por outro lado, diga não à reeleição política, aos trocadores de partidos, aos que interromperam o mandato para exercer cargos nos governos, e àqueles que já sofreram condenação na Justiça ou punição no Conselho de Ética do Legislativo. 
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Júlio César Cardoso
Servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

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POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Felipe Barbosa

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