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Júbilo com a entrada em vigor da lei de igualdade no casamento na Tailândia | Notícias LGBTQ

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A Tailândia tornou-se o primeiro país do Sudeste Asiático, e apenas o terceiro na Ásia, a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Centenas de casais estão se casando na Tailândia, à medida que o reino se torna a primeira nação do Sudeste Asiático a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A Lei da Igualdade no Casamento, que foi aprovada por esmagadora maioria numa votação parlamentar histórica em Junho passado, foi ratificada pelo Rei Maha Vajiralongkorn em Outubro e entra em vigor na quinta-feira.

A lei matrimonial da Tailândia utiliza agora termos neutros em termos de género em vez de “homens”, “mulheres”, “maridos” e “esposas”. Também concede pela primeira vez aos casais do mesmo sexo os mesmos direitos de adoção e herança que aos casais heterossexuais.

Os casais do mesmo sexo podem agora também tomar decisões médicas para parceiros doentes ou incapacitados, bem como estender benefícios financeiros pessoais, incluindo pensões do Estado, ao seu cônjuge.

O grupo de campanha Bangkok Pride e as autoridades da cidade de Bangkok organizaram um casamento LGBTQ em massa na capital tailandesa, com cerca de 180 casais reunidos no shopping Siam Paragon a partir das 8h para registrar seus sindicatos.

Pisit Sirihirunchai, à esquerda, e Chanatip Sirihirunchai, da comunidade LGBTQ, mostram suas certidões de casamento depois que a Lei de Igualdade no Casamento entrou em vigor em Bangkok na quinta-feira (Sakchai Lalit/AP Photo)

“Este dia é importante não só para nós, mas também para os nossos filhos. Nossa família finalmente se tornará uma só”, disse a mulher transexual Ariya “Jin” Milintanapa à agência de notícias AFP.

A Tailândia, que ocupa uma posição elevada nos índices legais e de condições de vida LGBTQ, torna-se agora o terceiro país da Ásia a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, depois de Taiwan e do Nepal.

A aprovação da lei marca o culminar de cerca de uma década de campanhas de grupos LGBTQ para aprovar leis de casamento igualitário na Tailândia. A Holanda foi o primeiro país a permitir uniões entre pessoas do mesmo sexo em 2001, com mais de 30 países em todo o mundo a seguirem o exemplo nos anos seguintes.

Durante uma sessão fotográfica comemorativa na semana passada, antes da entrada em vigor da lei, o primeiro-ministro da Tailândia, Paetongtarn Shinawatra, enfatizou a necessidade de reconhecimento da identidade de género para além do sexo biológico.

“Sejam homens, mulheres ou não binários, as pessoas devem ter o direito de se identificarem como quiserem”, disse ela.

“Não importa o seu sexo ou quem você ama, o amor não conhece limites ou expectativas. Todos serão protegidos pelas mesmas leis.”

Apesar das sondagens de opinião sugerirem um apoio público esmagador à medida, grande parte da Tailândia, de maioria budista, continua tradicional e conservadora.

Um casal da comunidade LGBTQ+ espera para assinar suas certidões de casamento enquanto a Lei de Igualdade no Casamento entra em vigor em Bangkok, Tailândia, quinta-feira, 23 de janeiro de 2025. (AP Photo/Sakchai Lalit)
Casais da comunidade LGBTQ esperam para assinar suas certidões de casamento enquanto a Lei de Igualdade no Casamento entra em vigor em Bangkok, Tailândia, em 23 de janeiro de 2025 (Sakchai Lalit/AP Photo)



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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