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Karla Sofia Gascon, a atriz de “Emilia Perez”, pede desculpas por tweets racistas e islamofóbicos
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Nomeado para o Oscar de melhor atriz por seu papel em Emilia Péreza espanhola Karla Sofia Gascon viu a superfície dos ex -tweets racistas e islamofóbicos que ela havia escrito há vários anos. Em um comunicado divulgado pela Netflix, a atriz transgênero pediu desculpas na sexta -feira 31 de janeiro por suas palavras na comunidade muçulmana, a morte de George Floyd ou até a diversidade do Oscar.
“Como membro de uma comunidade marginalizada, só sei disso sofrer muito bem e lamento profundamente por aqueles a quem causei dor”disse a atriz do filme de Jacques Audiard, transmitido na Netflix, que espera que a controvérsia não comprometa as chances do filme no Oscar. “Minha vida inteira, lutei por um mundo melhor. Eu acredito que a luz sempre triunfará sobre a escuridão. »»
Várias mensagens da atriz publicadas em X nos últimos anos reapareceram, uma das quais é de setembro de 2020 acompanhada por uma foto de uma família muçulmana no restaurante onde a mulher carrega uma burca. Karla Sofia Gascon comentou: “O Islã é maravilhoso, sem machismo. As mulheres são respeitadas e, quando são respeitadas, recebem um pequeno buraco quadrado no rosto, para que seus olhos e boca sejam visíveis, mas apenas se se comportarem bem. Embora eles se vestam dessa maneira para seu próprio prazer. É profundamente nojento para a humanidade. »»
Em 2021, ela criticou o Islã e o catolicismo: “Estou tão cansado de toda essa merda, islã, cristianismo, catolicismo e todas essas crenças que violam os direitos humanos. »»
Vítima de ciberbully ligado à sua transidentidade
Durante a morte de George Floydum homem negro morto pela polícia americana em maio de 2020, ela denunciou uma forma de univocidade do pensamento dos manifestantes do movimento Black Lives Matter (“The Black Lives Count”): “Eu realmente acredito que muito poucas pessoas nunca foram cuidadas de George Floyd, um viciado em drogas e um bandido, mas sua morte tornou possível enfatizar mais uma vez que há pessoas que ainda consideram os negros como macacos sem direitos e aqueles que consideram o Polícia como assassinos. Todos têm falso. »»
Primeiro atriz abertamente transgênero nomeado para o Oscar de Melhor Atriz, ela também atacou a cerimônia em 2021: “Eu não sabia se estava assistindo a um festival afro-coreano, um Black Lives Matter ou 8m Demonstration (Abreviação para designar o Dia Internacional dos Direitos das Mulheres em 8 de março). Fora isso, uma gala feia e feia. »»
O filme francês Jacques Audiard, Odisséia musical na transição de gênero de um traficante de drogas mexicano, coletou treze indicações -o que o torna a produção mais nomeada em inglês de todos os tempos.
Karla Sofia Gascon tocou em muitas séries mexicanas (Telenovelas) antes de anunciar sua transição de gênero em 2018. Em Emilia PérezEle desempenha o papel de um traficante de drogas, antes e depois de sua transição. Todas as atrizes do filme receberam o prêmio de interpretação feminina no 2024 Cannes Festival.
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Na semana passada, o espanhol denunciou uma campanha de “Ódio terrível” direcionando -o por causa de sua transidentidade. “Eu vou chorar, mas é realmente feio. É sempre a mesma coisa, certo? »»deplorou os espanhóis em uma conferência de imprensa no Uruguai por ocasião do festival internacional de José Ignacio International.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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