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Trump já refiz nossa ordem constitucional | Moira Donegan
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2 anos atrásem
Moira Donegan
TO novo governo Trump está ocupado. Em uma fúria de ordens executivas, o presidente restaurado congelou a contratação no governo federal, cortou grandes quantidades de financiamento científica e de pesquisa, terminou ou reduziu severamente os programas internacionais em saúde e tratamento de HIV, tentou alterar unilateralmente a Constituição para negar a cidadania Para centenas de milhares, cortou a ajuda à Ucrânia, provocou uma briga diplomática com a Colômbia e renomeou o Golfo do México em documentos oficiais como “o Golfo da América”.
Muitos desses movimentos são acrobacias e distrações, destinadas a apaziguar a base de guerreiros culturais prejudicados de Trump. Outros devem promover o poder pessoal de Trump e garantir que nenhum obstáculo seja apresentado à sua agenda de malícia, retribuição e auto-malícia corrupta.
Na segunda -feira, Trump fez uma jogada que pertence ao último acampamento. Desconsiderando o processo formal exigido por lei antes que os funcionários públicos federais não políticos possam ser encerrados, o procurador -geral interino de Trump, James McHenry, demitiu sumariamente mais de uma dúzia de promotores de carreira do Departamento de Justiça. Todos os demitidos foram designados para as duas investigações criminais federais de Trump perseguidas pelo ex -consultor especial Jack Smith nos documentos classificados e em 6 de janeiro. Em uma carta que informa os advogados de sua rescisão, McHenry escreveu que seu envolvimento nos casos foi o ímpeto por sua demissão. “Dado seu papel significativo em processar o presidente”, escreveu McHenry, “não acredito que a liderança do departamento possa confiar em você para ajudar na implementação da agenda do presidente fielmente”.
É o tipo de sentença que foi produzida pela profunda mudança na ordem constitucional sob o presidente Trump. Em outra vida – antes da entrada de Trump na política nacional – a noção de que o Departamento de Justiça existia para “implementar a agenda do presidente” era o tipo de coisa que as pessoas poderiam acabar com suas carreiras apenas sugerindo.
A independência do Departamento de Justiça já foi tão ferozmente protegida que, quando o procurador -geral de Obama Loretta Lynch trocou prazer com o ex -presidente Bill Clinton em uma pista em Phoenix em 2016, o incidente entrou em um escândalo nacional que contribuiu para o eletoral de Hillary Clinton, mais tarde que o ano mais tarde . Quando Richard Nixon tentou exercer pressão sobre o Departamento de Justiça para abandonar suas investigações em 1973, exigindo que o advogado especial de Watergate Archibald Cox fosse demitido por sua deslealdade política da mesma maneira que Trump agora se moveu para demitir os advogados que trabalhavam para Jack Smith, os funcionários do Departamento de Justiça ficaram tão prejudicados pelo excesso de Nixon que tanto o procurador -geral quanto o vice -procurador -geral renunciaram imediatamente, em um episódio tão dramático que ficou conhecido como “Massacre da noite de sábado”.
Mas o que foi então considerado uma presunção inaceitável e arrogante de poder executivo de Nixon mal se registra como uma ofensa de Donald Trumpque emitiu uma série de ações empolgantes, recompensando seus amigos e seguidores e punindo seus aliados na semana desde que ele voltou ao poder. Ele perdoou todos os condenados de 6 de janeiro, incluindo aqueles que haviam sido considerados culpados de criminosos violentos, e alguns já teriam reincidido após sua libertação.
Mas não importa: para Trump, a violência cometida em seus interesses não é pecado. E ele rescindiu os detalhes de proteção de funcionários e ex -funcionários que foram submetidos a ameaças por seus apoiadores, incluindo Anthony Fauci; Para Trump, aqueles que o desagradam não têm direito à proteção contra a violência. Eles merecem o que recebem, e qualquer número dos violentos manifestantes violentos de 6 de janeiro que agora foram libertados podem estar inclinados a dar a eles.
Não gostamos de admitir isso, mas pode ser hora de afirmar claramente o que muitos de nós já sabemos: que Trump já refizou amplamente nossa ordem constitucional. Poderes que ninguém imaginaria que o presidente tinha apenas duas semanas atrás, quando o cargo foi ocupado por um democrata, presume -se que esteja dentro de seu alcance agora.
Dificilmente é um debate, agora, se o presidente tem o poder de impor tarifas sem a cooperação do Congresso, embora a questão legal esteja longe de ser resolvida; Supõe -se que suas diretrizes bizarras suspeitem de financiamento que já foi apropriado pelo Congresso deve ser obedecido. O disparo dos promotores é um excesso transparente, mas não está claro que alguém poderá detê -lo: se os advogados processarem para tentar fazer cumprir seus próprios direitos como funcionários públicos – ou tentar forçar o presidente a reconhecer os limites De seu próprio poder – parece perfeitamente provável que o grande número de juízes nomeados em Trump no banco federal reescreva retroativamente a lei para dizer que Trump, se não outros presidentes, teve esse poder o tempo todo.
Essa é a visão da Constituição que Trump busca impor: aquele em que seu capricho se torna lei, em que o poder de seu cargo é restringido apenas pelos limites de sua imaginação. Quando Trump suspendeu a cidadania da primogenitura na semana passada, uma ordem judicial suspendendo o efeito da declaração entrou em vigor rapidamente. Mas esse caso acabará, até os escalões mais altos de nosso judiciário muito conservador e, embora a lei seja clara, a extensão da disposição da Suprema Corte dos EUA de se abase por causa dos caprichos de Trump não é. A visão Trumpista da Constituição, afinal, é que ela diz o que Trump quer que ele diga. E há alguns no judiciário que acreditam que seu trabalho é criar racionalizações post-hoc para o motivo pelo qual tudo o que esse presidente faz legal.
O Departamento de Justiça é um mero acessório da agenda de Trump? Os republicanos parecem pensar assim. Mas isso existe uma visão de todo o governo agora: como ferramentas para o exercício da vontade de um homem. A visão de governança de Trump me lembra nada tanto quanto a declaração atribuída a Luís XIV: “L’Etat, C’est Moi”: eu sou o estado. Há uma palavra para um governo que corre dessa maneira, contorcendo -se apenas à vontade de um homem. Mas essa palavra não é “democracia”.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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