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Os funcionários da aviação de Trump aumentaram o risco do acidente de avião da DC? | Notícias da aviação

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Mesmo quando as equipes de emergência estavam trabalhando para recuperar os restos mortais de passageiros e tripulantes que morreram no 29 de janeiro Colisão no ar perto do Aeroporto Nacional Ronald Reagan Washington, usuários de mídia social, especialmente críticos do presidente Donald Trump, apontaram algumas das políticas de Trump como contribuintes para o acidente.

“Apenas na semana passada, Trunfo Demitou os chefes da Administração de Segurança do Transporte (TSA) e da Guarda Costeira e dissolveu o Comitê Consultivo de Segurança da Aviação ”, dizia um x Post. A Associated Press informou em 21 de janeiro que Trump demitiu esses chefes e removeu todos os membros do comitê.

Outro X Post dizia: “No seu 2º dia, você 1. Deuseou o chefe da Administração de Segurança de Transporte, 2. Demitiram todo o Comitê Consultivo de Segurança da Aviação, 3. Congratação de todos os controladores de tráfego aéreo, 4. oficiais.

Em sua primeira semana no cargoTrump anunciou mudanças de pessoal abrangente, incluindo um congelamento de contratação. Mas especialistas em aviação disseram que Trump fez pouco que poderia ter precipitado o acidente entre um jato comercial de Wichita, Kansas e um helicóptero militar de Hawk Black. Havia simplesmente pouco tempo – menos de 10 dias depois que Trump foi empossado – para qualquer um de seus amplamente palavras Ordens Executivas Ter um efeito, disseram especialistas.

Embora a Administração de Segurança do Transporte, a Guarda Costeira dos Estados Unidos e o Comitê Consultivo de Segurança da Aviação desempenhem papéis na segurança da aviação, “as ações do presidente Trump não teriam levado a um impacto tão imediato”, disse Jim Cardoso, uma ex -Força Aérea dos EUA Coronel e piloto que agora é diretor sênior do Instituto de Segurança Global e Nacional da Universidade do Sul da Flórida.

“Todos os processos para controlar e desconfiar o tráfego aéreo na área de DC estão bem estabelecidos há muito tempo”, disse Cardoso. “O pessoal envolvido no acidente – a tripulação aérea das duas aeronaves e dos (controladores de tráfego aéreo) em vigor no momento do acidente – da mesma forma não teria sido afetado por” as recentes mudanças políticas nas ordens executivas de Trump desde 20 de janeiro.

Também é imprudente especular sobre as causas logo após um acidente, disse John Cox, um piloto aposentado que administra uma empresa de consultoria de segurança de aviação de São Petersburgo, Flórida.

“Nesse ponto, não sabemos o suficiente”, disse Cox em 30 de janeiro. Quem argumenta que um fator específico fez com que o acidente nem mesmo 24 horas depois que isso acontece está argumentando “sem fundamento”, disse ele.

Cox disse que o padrão internacional para determinar o que causou um acidente “não deve especular. Você fica com os fatos. A idéia é que é mais importante obter a resposta certa do que uma resposta politicamente motivada. ”

O investigação sobre a colisão provavelmente levará meses. Por enquanto, aqui está o que sabemos sobre o que as ações que Trump tomou relacionado à aviação e que efeito, se houver, elas poderiam ter tido nesse acidente.

O que Trump fez em relação à aviação?

Em um 20 de janeiro Ordem ExecutivaTrump promulgou um congelamento de contratação em funcionários civis federais, impedindo que qualquer posição aberta seja preenchida e quaisquer novas posições de serem criadas.

No entanto, essa ordem isenta o pessoal militar, posições “relacionadas à aplicação da imigração, segurança nacional ou segurança pública”. O controle do tráfego aéreo seria isento do congelamento de contratação por causa de seu papel na segurança pública, disse a Casa Branca ao Politifact. A Casa Branca também disse que, diferentemente dos nomeados políticos, os controladores de tráfego aéreo não mudam entre as administrações presidenciais.

Em 21 de janeiro, Trump assinou a ordem executiva, “mantendo os americanos seguros na aviação”. Ele eliminou a diversidade, a equidade e a inclusão-ou a dei-contratando e dirigiu o secretário de transporte e o administrador da Administração Federal de Aviação a “retornar à contratação não discriminatória e baseada em mérito”.

Ele também pediu análises de desempenho para “indivíduos em posições críticas de segurança”.

Falando aos repórteres em 30 de janeiro, Trump culpou as políticas de contratação de diversidade e inclusão da FAA pelo acidente.

Mas Cox disse que todos os pilotos e os controladores de tráfego aéreo envolvidos no acidente de 29 de janeiro teriam, por definição, teriam passado os requisitos de treinamento necessários e “atendiam aos padrões para estar nesse trabalho” e qualquer adesão às regras da DEI não teria mudado isso .

O New York Times informou em 30 de janeiro que o pessoal da Torre de Controle de Tráfego Aéreo “não era normal para a hora do dia e o volume de tráfego”, de acordo com um relatório preliminar de segurança da FAA interna. A Torre do Aeroporto de Reagan está com falta de pessoal há anos, em parte por causa da rotatividade de funcionários e orçamentos apertados, informou o Times.

Enquanto isso, a Associated Press informou em 21 de janeiro que Trump demitiu o administrador da TSA David Pekoske e o comandante da Guarda Costeira Linda Fagan.

No entanto, as responsabilidades de segurança da TSA geralmente giram em torno da triagem de segurança de passageiros, trabalhadores de carga e aviação, não a operação de aviões. E a Guarda Costeira se concentra na segurança marítima.

Trump também demitiu todos os membros do Comitê Consultivo de Segurança da Aviação, um grupo que inclui representantes de grupos de aviação do setor privado. Eles aconselham o administrador da TSA sobre segurança da aviação. O grupo estava programado para se reunir em 26 de fevereiro; Geralmente se reúne quatro vezes por ano.

Um X Post afirmou que Trump demitiu 400 “altos funcionários” da FAA e 3.000 controladores de tráfego aéreo oito dias atrás. Mas isso não tem fundamento, e a Casa Branca disse ao Politifact que nenhum controlador de tráfego aéreo havia sido demitido.

Em maio de 2024, a CNN relatou que, com base em números da FAA, as estações de controle de tráfego aéreo estavam enfrentando uma escassez de 3.000 controladores, com preocupações de que a escassez de trabalhadores contribuiu para turnos e exaustão longos.

A pesquisadora do Politifact, Caryn Baird, contribuiu para este relatório.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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