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Katie Taylor mostra graça e habilidade flagrantemente ausentes na charada Paul x Tyson | Boxe
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Donald McRae in Arlington
J.como Paulo e Katie Taylor fornecer um estudo contrastante que seria divertido se não contivesse verdades tão duras sobre as diferentes vertentes do boxe que representam. O ousado influenciador do YouTube, Paul, é agora um boxeador novato que ganha US$ 40 milhões (£ 31,7 milhões) em uma luta planejada enquanto continua a mudar o cenário do jogo de luta com suas estratégias de negócios extremamente eficazes.
Taylor continua sendo a cristã quieta e pioneira que fez mais do que qualquer outra pessoa pelas boxeadoras ao redor do mundo, ao mesmo tempo em que se vale de sua incrível vontade de vencer uma luta brutal após a outra.
Eles foram os vencedores adversários na vasta e reluzente casa do Dallas Cowboys na noite de sexta-feira no Texas. Taylor e Amanda Serrano, promovida por Paul, produziram um concurso extraordinário que quase igualou a seriedade de sua primeira luta no Madison Square Garden em abril de 2022. Foi repleta de coragem, habilidade e o tipo de controvérsia sangrenta que acompanha as rivalidades mais profundas.
Paul venceu Mike Tyson, de 58 anos, em uma charada embaraçosa que, apesar de todo o alvoroço, acabou sendo vaiado. Paul e Nakisa Bidarian, seu parceiro de negócios ameaçadoramente suave, esforçaram-se para fazer parecer que havíamos acabado de ver uma variante moderna do Estrondo na selva ou o Thrilla em Manila. Em vez disso, era um fedorento.
Até Paul pareceu sentir alguma tristeza ao ver Tyson devastado. Ele sugeriu que poupou o velho Mike de um nocaute: “Sim, definitivamente. Eu queria dar um show aos fãs, mas não queria machucar alguém que não precisava ser machucado.”
Essa admissão aparentemente graciosa logo foi manchada quando Bidarian e Paul colocaram suas bocas grandes para trabalhar. “Foi uma exibição inacreditável entre uma lenda de 58 anos e um boxeador relativamente jovem de 27 anos”, disse Bidarian. “Ele realmente superou o boxeador. Jake Paul fora da caixa Mike Tysoncomo ele disse que ia fazer.
Bidarian voltou-se para Paul: “Não foi? Como em todas as rodadas. Ele bufou de tanto rir.
Paul encolheu os ombros: “Eu disse a todos o que ia fazer – dar-lhe uma aula de boxe”.
Eles então zombaram de dois grandes lutadores contemporâneos. Saúl ‘Canelo’ Álvarez, o brilhante campeão mundial mexicano, é lutador profissional desde que estreou aos 15 anos em 2005. Canelo perdeu apenas duas de suas 66 lutas profissionais e conquistou títulos mundiais em quatro categorias de peso. .
Eu poderia imaginar a risada fria morrendo na garganta de Canelo quando Paul disse: “Canelo precisa de mim. Ele sabe que quer um dia de pagamento e sabe onde está o homem do dinheiro.”
Oleksandr Usyk, o indiscutível campeão mundial dos pesos pesados, foi ridicularizado em seguida. Lembrei-me de como Usyk coçou o bigode e sorriu ao me dizer que teria que lutar com um braço nas costas para dar uma aparência de paridade a um confronto absurdo com Paul – que perdeu para Tommy Fury, irmão de Tyson, na única luta competitiva que ele ousou travar até agora.
Canelo e Usyk causariam sérios danos a Paul, pois trazem décadas de experiência, habilidade deslumbrante e poder fulminante para o ringue. Apesar de toda a conversa febril, suspeito que Paul sabe que está mais seguro e mais rico lutando contra velhos ou atletas que nunca lutaram boxe antes.
“As pessoas adoram me odiar”, disse Paul. “Sou fácil de odiar e digo coisas intencionalmente para fazer as pessoas me odiarem. Eu toco heel e isso é entretenimento. Comecei aos 17 anos em Los Angeles no ramo do entretenimento. Mas estou neste esporte há quatro anos e meio e pretendo fazer tudo no boxe.”
Um dia, Paul realmente acreditará que é tão majestoso quanto afirma e finalmente entrará no ringue com um oponente legítimo e perigoso. Ele deve ser extremamente cuidadoso, porque nenhum outro esporte elimina a arrogância e a arrogância tão brutalmente quanto o boxe.
Taylor e Serrano entendem essas duras verdades e operam em um nível de elite, muito além das brigas da cidade de brinquedos e dos restos de museus que definem a carreira de Paul. “Treinamos muito para esses momentos”, disse Taylor sobre sua batalha monumental com Serrano. “O soco de qualquer um pode mudar uma luta no boxe e ela é uma lutadora forte. Ela é uma guerreira muito durona e eu estava preparado.”
Sempre houve um profundo respeito mútuo entre estes dois campeões – mas a sua rivalidade agora tem um aspecto mais sombrio. Serrano, magoado por ter perdido as duas lutas por margens tão estreitas, parecia estranhamente amargo: “Eu sabia que se fosse para os juízes seria um pouco duvidoso. Eu escolhi ser ótimo. Subi três divisões. Eu sou um peso pena, cara.”
Serrano então postou uma mensagem online: “Eu sou um guerreiro implacável e Katie é minha amiga, mas caramba, seu melhor atributo é a cabeça. Sem poder de soco, mas com cabeça dura haha.”
Taylor respondeu: “Eu certamente não estava lutando sujo. Fica difícil lá dentro. Foi uma luta absoluta, uma guerra. Este é um momento incrível no boxe feminino. Graças a Deus por mais uma luta incrível.”
A mulher de fala mansa e profundamente religiosa de Bray, nos arredores de Dublin, pode representar uma figura de rara pureza neste negócio sujo. Mas Taylor é uma lutadora até os ossos e, pela primeira vez, ela falou com veemência sobre Serrano e sua equipe: “Eu sabia que eles estavam reclamando da decisão, mas realmente não me importo. Estou aqui como um vencedor novamente. Já lutei com ela duas vezes, já venci ela duas vezes. Todos os juízes estavam de acordo, então não estou nem aí para o que está sendo dito. Estou 2 a 0 contra o Serrano e estou muito, muito feliz.”
Mas Taylor, ao contrário de Paul e Bidarian, personifica classe e graça. Ela sorriu antes de voltar às sombras mais discretas da vitória. “Foi outra luta muito acirrada”, disse ela. “Tivemos duas lutas épicas, duas decisões muito acirradas e estou muito orgulhoso de fazer parte de mais uma grande noite para o boxe feminino.”
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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