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Lady Gaga já está no Rio e mobiliza 5 mil policiais e drones em megaesquema de segurança; veja

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Os cães podem ser despejados mais uma vez e a dona Ivone, de Maceió, está desesperada, não sabe mais o que fazer. Vamos ajudar! - Foto: arquivo pessoal

Renata Dias

29 / 04 / 2025 às 08 : 28

Lady Gaga já está no Rio e a cidade montou um megaesquema de segurança para proteger a cantora e 1,3 milhões de fãs que vão ao show, em Copacabana, neste sábado (3). – Foto: Rolling Stone Brasil

A rainha chegou, com direito a um megaesquema de segurança por terra, água e ar. Lady Gaga desembarcou esta madrugada no Rio de Janeiro e a cidade destacou mais de 5,3 mil agentes de segurança, drones, sistema de reconhecimento facial e monitoramento dos espaços próximos por onde a diva estiver.

O show gratuito de Lady Gaga, na Praia de Copacabana, será neste sábado (3) a partir das 17h30 e deverá reunir 1,6 milhão de pessoas. Para reforçar a segurança dela e dos fãs, os governos do estado e da cidade do Rio uniram esforços.

Serão 70 viaturas, 78 torres de observação, 3,3 mil homens e mulheres da Polícia Militar, que vão atuar no policiamento ostensivo e repressivo, além de bombeiros e policiais civis. Haverá, ainda, agentes especializados em patrulhamento de multidão para prevenção de roubos e furtos. Também estarão em funcionamento dois drones de reconhecimento facial e 12 câmeras extras.

Por que tanta segurança?

O secretário de Segurança Pública, Victor dos Santos, disse que a segurança é o “principal vetor para permitir que os artistas incluam o Rio como destino de turnês”. Daí tanto empenho para que tudo seja uma perfeição no show de Lady Gaga.

Vários bairros que dão acesso à Praia de Copacabana também terão reforço no esquema de segurança, como o Flamengo e o Centro. As principais vias para o local do espetáculo vão contar com pontos de bloqueio e revista. O Túnel Coelho Cintra, que liga os bairros de Botafogo e Copacabana, terá um ponto de interceptação, segundo a Agência Brasil.

Mais de 1,5 mil policiais civis trabalharão no policiamento do show de Lady Gaga, com reforço nas delegacias da zona sul e do centro e apoio das delegacias especializadas. O esquema será acionado logo no início do feriado, 1º de maio, e se estenderá até as 5h da madrugada de domingo (4).

Leia mais notícia boa 

Aumento do turismo no Rio

Só o espetáculo, segundo informações do governo estadual, registrou aumento de 26% no volume de passageiros e 19% no de voos no período do show de Lady Gaga, na comparação com os números da primeira semana de maio do ano passado.

Como deve ser o show

Para o espetáculo, foi um montado um grande palco em frente ao hotel Copacabana Palace, perto do Posto 2 da orla do bairro.

A festa está programada para começar às 17h30, com apresentações de dois DJs.

O show principal da cantora está previsto para iniciar às 21h15 e deve durar duas horas e meia. Olha isso!

Os especialistas em Lady Gaga acreditam que ela deve se inspirar, no Rio, no show do festival Coachella, na Califórnia, nos EUA, no último dia 11.

Lá, fez uma apresentação teatral, dançou com esqueletos e lutou contra um dançarino vestido de monstro.

No México, a artista falou em espanhol e fez declaração para os mexicanos, aqui a gente espera o mesmo ou mais!

Arrebenta Gaga!

“Especialistas” em Lady Gaga palpitam que ela deve se inspirar, no Rio, no show que fez no festival Coachella, na Califórnia, nos EUA, no último dia 11. Lá, houve uma apresentação teatral, dançou com esqueletos e lutou contra um dançarino vestido de monstro. Foto: The Hollywood Reporter

“Especialistas” em Lady Gaga palpitam que ela deve se inspirar, no Rio, no show que fez no festival Coachella, na Califórnia, nos EUA, no último dia 11. Lá, houve uma apresentação teatral, dançou com esqueletos e lutou contra um dançarino vestido de monstro. – Foto: The Hollywood Reporter

Lady Gaga no México fala em espanhol:

Videoclipe de Abracadabra:

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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