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Le curiosità di Empoli-Como | OneFootball
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A cura di Football Data le curiosità della sfida tra Empoli e Como, valida per l’undicesima giornata del Campionato di Serie A Enilive 2024/25 in programma domani, lunedì 4 novembre alle ore 18.30 al Carlo Castellani Computer Gross Arena di Empoli.
I PRECEDENTI, IN SERIE A SEMPRE PAREGGIO IN CASA AZZURRA – Sfida numero 27 quella tra Empoli e Como, con bilancio nei 26 precedenti totali giocati di 7 vittorie azzurre, 8 pareggi e 11 successi lariani. Guardando le sole sfide giocate al Carlo Castellani Computer Gross Arena, 12, sono 2 le vittorie dell’Empoli, 6 pareggi (comprese tutte e tre le sfide giocate nella massima serie) e 4 successi lariani. Si deve tornare al 20 febbraio 1949, Serie B, per la prima sfida tra le due squadre ad Empoli chiusa sullo 0-0; ultimo confronto e identico risultato nel febbraio del 2003 con gli azzurri di Silvio Baldini che chiudono sullo 0-0 contro i lariani guidati da Eugenio Fascetti.
IL TABÙ CASALINGO AZZURRO – Empoli una delle 4 compagini della serie A 2024/25 che ancora non ha mai vinto in casa (come Genoa, Monza e Bologna) e che addirittura non ha mai segnato in 5 partite giocate davanti al proprio pubblico.
IL PLURISOSTITUITO COLOMBO – Lorenzo Colombo giocatore plurisostituito della serie A 2024/25 con 9 uscite anzitempo, come Oristanio (Venezia).
NOVEMBRE AL “TOP” PER D’AVERSA – Novembre mese storicamente “top” per le squadre di D’Aversa che viaggiano alla media di 1,42 punti-partita, il suo massimo nell’anno, con bilancio formato da 9 vittorie, 10 pareggi e 7 sconfitte in 26 gare disputate.
I GOL CON SUBENTRANTI AGLI OPPOSTI AL CARLO CASTELLANI COMPUTER GROSS ARENA – Saranno di fronte la squadra della A 2024/25 che subisce più reti dai subentranti avversari a gara in corso (6, il Como) ed una delle 4 che va a segno finora solo con titolari, mai con subentranti (Empoli, pari a Venezia, Verona e Lecce).
LA FRAGILE DIFESA LARIANA – Il Como subisce gol da 12 partite ufficiali consecutive, totale di 23 gol al passivo; ultimo “clean sheet” nello 0-0 di B a Modena del 5 maggio scorso.
IL TURN-OVER DI FABREGAS – Como una delle 3 squadre della A 2024/25 che fa sempre i 5 cambi per partita, 50 su 50 in 10 turni, come Hellas Verona e Venezia.
QUATTRO GLI EX AZZURRI OGGI NEL COMO – Federico Barba, Alberto Cerri, Patrick Cutrone e Simone Verdi, questi gli ex azzurri oggi nel Como. Partendo dal primo, Barba arrivò in azzurro nell’estate del 2013 e rimase per 4 stagioni, con 57 presenze totali e 2 gol; Cerri ha giocato ad Empoli da gennaio a giugno scorso, con 1 rete in 12 presenze. Sono state 31 le presenze totali, con 3 gol, per Patrick Cutrone ad Empoli nella stagione 2021/22 mentre per Verdi 70 presenze e 9 gol dal 2013 al 2015.
ARBITRA DI BELLO, BILANCIO IN PERFETTO EQUILIBRIO CON GLI AZZURRI – Marco Di Bello di Brindisi l’arbitro di Empoli-Como. Il fischietto pugliese ha diretto 17 volte gli azzurri, con un bilancio di 5 vittorie, 7 pareggi e 5 sconfitte. La prima gara risale alla Serie B 2011/12, Empoli–Juve Stabia, con gli azzurri che vinsero 2-1. Sempre in quella stagione ha diretto gli azzurri nel pareggio a Padova. Di Bello ritrova gli azzurri, sempre in B, nella stagione 2013/14 in occasione della vittoria sul campo del Brescia e del pari casalingo sempre con i lombardi. Prima direzione in A nella prima giornata del campionato 2014/15, la sconfitta per 2-0 sul campo dell’Udinese sempre in quella stagione doppia gara in Coppa Italia, il quarto turno col Genoa, vittoria per 2-0, e gli Ottavi con la Roma, sconfitta 2-1 dopo i tempi supplementari. Tre le gare dirette nella stagione 2015/16, la vittoria a Palermo per 1-0 e le sconfitte con Frosinone, 2-1 al Castellani, e Inter, 2-1 a San Siro; due nel campionato di Serie A 2016/17, i pareggi casalinghi con Roma e Torino; altrettante nel campionato 2018/19, entrambi al Castellani: 2-2 contro il Chievo Verona e 3-3 con il Parma. Il successo per 2-0 in casa del Cagliari e la sconfitta per 2-4 con il Milan nella stagione 2021/22 ed infine il pareggio per 0-0 contro la Juventus dello scorso settembre. Quattro i precedenti col Como, con due successi lariani, un pareggio e una sconfitta.
LA PRIMA VOLTA TRA D’AVERSA E FABREGAS – Roberto D’Aversa e Cesc Fabregas al primo incrocio ufficiale, da allenatori.
MISTER D’AVERSA VITTORIOSO SEMPRE PER 1-0 CONTRO IL COMO – Nei 2 precedenti da allenatore contro il Como, Roberto D’Aversa sempre vittorioso per 1-0 in casa.
INCROCIO INEDITO TRA FABREGAS E L’EMPOLI – Cesc Fabregas alla prima – da tecnico – contro l’Empoli.
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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli
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16 de abril de 2026No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo.
O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:
SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.
A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.
Veja o vídeo:
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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