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Leilão da Receita terá PlayStation 5 por R$ 100; veja outros produtos

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A Receita Federal de São Paulo promove no próximo dia 30 um leilão de uma série de produtos, como Playstation 5 a R$ 100 até smartphones, smartwatches, câmeras fotográficas, fones de ouvido, instrumentos musicais e joias, todos com preços inimagináveis.

São 203 lotes que incluem diamantes e até mesas de som e painéis solares, além de tablets. São mercadorias que foram apreendidas ou abandonadas.

De acordo com a Receita Federal, o leilão será realizado on-line. Tanto pessoas físicas, como jurídicas, podem participar. Os interessados devem encaminhar seus lances a partir de 9h de 23 janeiro e 10h do dia 30 de janeiro.

Para visitação

Só serão aceitos lances para lotes fechados e eles podem ser verificados de perto, entre 20 e 24 de janeiro, nas cidades de Guarulhos (SP), São Bernardo do Campo (SP), Santos (SP), São Paulo (SP), Araraquara (SP), São José do Rio Preto (SP) e Bauru (SP).

O interessado deve agendar sua visita em dias de expediente normal, segundo o Olhar Digital.

Para saber os endereços completos, horários para visitação e contatos para agendamento, acesse o edital do leilão aqui.

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Quem pode e como participar

A Receita estabeleceu os seguintes critérios para pessoa física participar:

  • Ser maior de 18 anos ou ser emancipado;
  • Ter Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);
  • Ter conta Prata ou Ouro no sistema gov.br.

Já se você é pessoa jurídica, pode participar se atender aos seguintes critérios:

  • Estar com seu Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) regular;
  • Ou, no caso de responsável pela empresa ou procurador, possuir conta Prata ou Ouro no sistema gov.br.

Participando do leilão

Para acessar o sistema do leilão e dar seu lance, siga o passo a passo a seguir:

Entre 23 e 27 de janeiro, dentro do horário descrito acima, acesse o Sistema de Leilão Eletrônico, disponível no e-CAC;

Acesse o edital: 0800100/000007/2024 – SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DA 8ª REGIÃO FISCAL;

Escolha o lote que você se interessa e clique em “incluir proposta“;

Aceite os termos e condições do sistema;

Inclua o valor desejado (necessariamente, ele precisa ser superior ao estabelecido pela Receita);

Veja as oportunidades

Na relação, há o PlayStations 5, a partir de R$ 100 cada, enquanto o lote mais caro chega a R$ 1,4 milhão, que tem uma máquina para balanceamento de rodas.

Dos lotes 10 ao 16, há diamantes lapidados e outras pedras preciosas a partir de R$ 14 mil;

Entre os lotes 45 e 47, há máquinas fotográficas e lentes para esses aparelhos a partir de R$ 800;

O lote 52 tem um óculos de RV (marca não divulgada) a partir de R$ 2,4 mil;

Já o lote 53 tem uma scooter turbo. Os lances partem de R$ 2,6 mil;

Outros lotes

Os lotes 82 e 83 possuem triciclos elétricos a partir de R$ 1 mil;

No lote 91, há um Fiat Uno, com lances partindo de R$ 6 mil;

Já o lote 95 possui um Chevrolet Corsa partindo de R$ 7,8 mil;

Por último, o lote 97 conta com um Ford Focus a partir de R$ 9,5 mil.

Exigências da Receita

De acordo com as normas da Receita, nenhum bem arrematado por pessoas físicas poderá ser vendido. O mesmo vale para certos lotes adquiridos por pessoas jurídicas.

A participação no leilão é realizada exclusivamente pelo Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) da Receita Federal.

PlayStation 5 a R$ 100 é uma das estrelas dos 203 lotes do leilão da Receita do próximo dia 30. Foto: Receita Federal de SP



Leia Mais: Só Notícias Boas

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.

Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.

Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.

O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.

“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.

A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.

“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.

Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.

A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.

Fhagner Soares – Estagiário

 



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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre

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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia-interna.jpg

Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.

A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).

O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.

Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.

“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.

O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.

Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.

Fhagner Soares – Estagiário



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