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Léon Marchand oferece três vitórias e uma chuva de recordes no retorno às competições, na China

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O perfume dos Jogos Olímpicos (JO) Paris 2024 continua a perfumar o fim de semana de 19 e 20 de outubro. À margem da coroação de Cassandre Beaugrand no triatlo na véspera, o campeonato europeu de tênis de mesa dos irmãos Lebrun, ou o campeonato mundial de ciclismo de pista, Léon Marchand, estrela indiscutível das últimas Olimpíadas, também estava de volta aos negócios. Em condições muito diferentes daquelas que viveu em Paris.

Nem o tamanho da piscina – 25 metros, em vez dos 50 metros olímpicos – nem a falta de incentivo do público – mais preocupado com as atuações da estrela nacional Pan Zhanle – parecem tê-lo perturbado. Domingo, 20 de outubro, o toulouse concluiu a etapa de Xangai (China) da Copa do Mundo de curta distância com mais uma vitória (400m medley) e um quarto lugar (200m peito).

Depois de dois dias de competição, onde o nadador de 22 anos já tinha vencido as finais dos 100m e 200m medley – batendo sempre o recorde francês da distância, e até o recorde europeu da segunda prova –, o cansaço começou a fazer-se sentir. senti no domingo.

Em sua primeira final do dia, o tetracampeão olímpico dominou os 400m medley (4m0,3), quebrando o recorde francês de Jérémy Stravius ​​nos 25m na piscina por quase seis segundos, estabelecido em 2012 (4min 6s 85). Ele venceu o italiano Alberto Razzetti (4 min 1 s 51) e o neozelandês Lewis Clareburt (4 min 5 s 3).

Menos de uma hora depois (às 13h27, horário de Paris), Léon Marchand já estava de volta à piscina do Oriental Sports Centre para nadar sua última prova na China, os 200m peito; mas nem tudo saiu como planejado. O francês não conseguiu implantar a natação e confiar no elenco, e finalmente caiu no pé do pódio (2 min 2 s 99), mais de um segundo atrás do australiano Joshua Yong, vencedor da prova (2 min 1 67). Ele ainda bate um novo recorde francês, que até então era propriedade de Antoine Viquerat (2min 3s 33) desde 2022. Uma sequência ultra-apertada que lembra o desempenho alcançado nas Olimpíadas, onde conquistou o ouro nos 200m borboleta e 200m peito em menos de duas horas.

O francês voltou a treinar há um mês

Estes resultados positivos (três vitórias em quatro finais) obtidos no Médio Reino não são uma surpresa, já que Léon Marchand domina a competição, mas continuam a ser uma satisfação para o clã francês. O aluno de Bob Bowman só voltou a treinar “apenas” no dia 16 de setembro e não nadava 25m desde 2019.

Mas esta distância está longe de ser estranha para ele. Nos últimos anos, Léon Marchand disputou o campeonato universitário americano (NCAA), onde quebrou inúmeros recordes em jardas (alcance de aproximadamente 23 metros). “Os fluxos são os mesmos da NCAA, talvez haja mais um ou dois movimentos. Finalmente, tenho mais pontos de referência do que no fundo, estimou o morador de Toulouse no sábado. Faço isso há três anos. Minhas curvas são mais rápidas, meus fluxos também, tenho vantagem nisso. »

Para o francês, o foco agora está nas próximas duas etapas da Copa do Mundo na piscina de 25m, em Incheon (Coréia do Sul, 24 a 26 de outubro) e Cingapura (31 de outubro a 2 de novembro). O suficiente para se preparar melhor para o Campeonato Mundial de Short Course, em Budapeste, de 10 a 15 de dezembro, para concluir seu ano dourado em grande estilo.

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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