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Líderes árabes se reúnem para discutir o plano de Gaza do Egito | Notícias de conflito de Israel-Palestina

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Líderes árabes se reúnem para discutir o plano de Gaza do Egito | Notícias de conflito de Israel-Palestina

O Egito apresentou um plano para reconstruir Gaza agitada a guerra aos líderes árabes se reuniram no Cairo para uma cúpula de emergência em meio a crescentes incerteza sobre o futuro de um acordo de cessar-fogo expirado entre o Hamas e o Israel.

O presidente egípcio Abdel-Fattah El-Sisi convocou o reunião na terça -feira com discussões sobre o plano altamente esperado – combatendo o presidente Donald Trump’s proposta para os Estados Unidos assumirem o controle do enclave e expulsar os palestinos.

O plano do Egito inclui uma fase de recuperação inicial destinada a desminhar o território e fornecer moradia temporária, seguida de uma fase de reconstrução mais longa focada na reconstrução da infraestrutura essencial, segundo relatos da mídia.

Outras questões importantes sobre o futuro de Gaza incluem quem governará o enclave e quais países fornecerão os bilhões de dólares necessários para a reconstrução do território devastado.

“Sabemos que os Estados Unidos e Israel … não querem que o Hamas nem a autoridade palestina estejam envolvidos (na futura governança de Gaza)”, disse Luciano Zaccara, professor da Universidade do Catar, à Al Jazeera.

“Não sabemos exatamente o que os países árabes consideram. Provavelmente, há um consenso de que eles não querem que o Hamas esteja envolvido, mas é claro que eles não querem que o Hamas desapareça totalmente como Israel deseja ”, disse ele.

O Hamas disse que rejeita qualquer solução imposta à faixa de Gaza por pessoas de fora.

“Esperamos ansiosamente um papel árabe eficaz que termine a tragédia humanitária criada pela ocupação na faixa de Gaza … e frustra os planos da ocupação (israelense) de substituir (palestinos)”, disse o grupo em comunicado divulgado na terça -feira.

Sisi disse que o Egito trabalhou em cooperação com os palestinos na criação de um comitê administrativo de tecnocratas palestinos profissionais independentes confiados na governança de Gaza.

O Comitê seria responsável pela supervisão da ajuda humanitária e pelo gerenciamento dos assuntos da Strip por um período temporário, em preparação para o retorno da Autoridade Palestina (PA), disse ele.

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, que chefia o PA, disse que recebeu a idéia egípcia e instou Trump a apoiar esse plano que não envolveria o deslocamento dos moradores palestinos.

Abbas, no poder desde 2005, também disse que estava pronto para realizar eleições presidenciais e parlamentares, se as circunstâncias permitirem, acrescentando que seu AP foi a única força legítima de governo e militar nos territórios palestinos ocupados.

Qualquer proposta exigiria uma adesão pesada de estados árabes do Golfo rico em petróleo, como os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, ambos representados no cume por seus ministros estrangeiros, que têm bilhões de dólares necessários para lançar o plano.

A trégua de Gaza expira

A cúpula extraordinária ocorre dias após a primeira fase do cessar-fogo de Israel-Hamas em Gaza. Israel renegado nos termos do negócio Ao se recusar a embarcar nas negociações da fase dois, pressionando por uma extensão da primeira fase do acordo.

Israel anunciou no domingo que interromperia a entrada de ajuda humanitária e outros suprimentos em Gaza e introduziu uma nova proposta de cessar -fogo que, segundo ele, foi apoiada pelos EUA.

Durante os 42 dias da primeira fase, 25 cativos vivos e os restos de oito cativos mortos foram devolvidos a Israel em troca de cerca de 2.000 prisioneiros e detidos palestinos.

Todos os cativos vivos remanescentes deveriam ser libertados em uma segunda fase do cessar -fogo, mas o Hamas e Israel estão implementados sobre como estender a trégua.

Sob a nova proposta israelense, o Hamas seria obrigado a liberar metade de seus cativos restantes em troca de uma extensão de cessar -fogo e uma promessa de negociar uma trégua duradoura. Israel não mencionou a liberação de prisioneiros mais palestinos – um componente -chave da primeira fase.

O Hamas acusou Israel de tentar sabotar o acordo existente, que pediu que os dois lados negociassem o retorno dos cativos restantes em troca de mais prisioneiros palestinos, uma retirada israelense de Gaza e um cessar -fogo duradouro. Mas nenhuma negociação substantiva foi realizada.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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