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Lille vence Marselha nos pênaltis, Reims surpreende ao eliminar Mônaco
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A Coupe de France continua a ser recusada ao Olympique de Marseille e ao AS Monaco. O clube de Marselha, vencedor da competição pela última vez em 1989, perdeu na terça-feira, 15 de janeiro, em casa, na disputa de pênaltis contra o Lille, nas oitavas de final, após empatar (1-1). O clube do Principado, que não levanta o troféu desde 1991, também foi eliminado na disputa de pênaltis por um time ultra-realista do Reims (1-1).
Em Marselha, o brasileiro Luis Henrique acreditou ser o herói de uma tremenda reversão da situação, ao empatar para o OM no último segundo do tempo regulamentar. Mas nos pênaltis seu chute foi defendido por Vito Mannone, substituto de Lucas Chevalier. E foi o guarda-redes italiano o homem do jogo, já que desviou novamente o remate de Jonathan Rowe para dar a vitória ao Lille, cujos remates acertaram em cheio (4 remates à baliza contra 3).
Há exactamente um mês, no campeonato, o primeiro duelo entre as duas equipas já tinha sido formidável, tenso e incerto até ao final com o empate tardio para os Mastiffs (1-1). Terça-feira, este segundo confronto foi novamente de excelente nível, principalmente durante um primeiro período animado, que mostrou que o OM, invicto há sete jogos no início, estava definitivamente dominando cada vez melhor o seu jogo.
A equipe de Roberto De Zerbi ainda marcou duas vezes (25e e 38e), mas a cada vez Neal Maupay se ajudava um pouco no caminho e o placar permanecia fechado. Mason Greenwood também teve uma grande oportunidade no 36ºe minuto, mas depois de uma corrida de 70 metros, ele perdeu cara a cara com Mannone.
Do lado do Lille, a contagem ao intervalo apenas indicava alguns remates demasiado esmagados ou demasiado distantes, mas a equipa de Bruno Genesio ainda estava em pleno jogo. Ela provou isso apenas quinze segundos após o recomeço do jogo com um gol de Mitchel Bakker, também recusado por uma bola de handebol.
Trinta e quatro edições desde o último sucesso da OM
Mesmo assim, a pressão do Lille foi então mais eficaz e obrigou o OM a correr mais riscos no recomeço e a cometer algumas imprecisões técnicas das quais o LOSC aproveitou. Thomas Meunier respondeu assim ao excelente apelo de Jonathan David, que serviu Hakon Haraldsson no meio para o marcador inicial (1-0, 69e).
OM então teve algumas possibilidades através de Pierre-Emile Hojbjerg (73e) ou Luis Henrique (75e), mas parecia geralmente impotente. Nos descontos, porém, a ameaça tornou-se mais evidente com um remate de Greenwood que acertou no poste (90+2).
Com chute de direita no último segundo, Luis Henrique detonou o barulho no Vélodrome. Dez minutos depois, seu fracasso e depois o de Rowe causaram silêncio e frustração. Invicto desde meados de setembro, é o LOSC que continua a sua jornada na Coupe de France.
“Lamentamos, estamos decepcionados, reconhece o técnico do OM, Roberto De Zerbi. Porque acho que fizemos um grande jogo. Alguns estavam um pouco cansados, mas fizemos tudo bem. Perdemos algumas chances e Mannone fez ótimas defesas. »
Tal como há dois anos contra o Annecy, o Marselha caiu em casa e nos pênaltis, no final de uma sessão em que Geronimo Rulli, que defendeu três pênaltis em três desde o início da temporada e que De Zerbi deixou no banco, foi obviamente ausente. Desde a sua última vitória final na Coupe de France, o OM viu quinze clubes diferentes erguerem o troféu pelo menos uma vez em trinta e quatro edições.
Mônaco novamente eliminado nos pênaltis
No outro confronto entre clubes da Ligue 1, o Mônaco, dominante mas desajeitado, foi mais uma vez eliminado na disputa de pênaltis. A equipa Rocher falhou neste exercício em cinco das últimas seis vezes em que se submeteu a ele, incluindo na época passada, nos oitavos-de-final desta Taça de França, frente ao modesto FC Rouen (Nacional).
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Na noite de terça-feira, o encontro muito rítmico contra o Reims, no Stade Auguste-Delaune, se resumiu a um duelo de cabeças fortes, entre equipes em busca de confiança. Uma cobrança de falta do capitão maltês do Reims, Tedy Teuma, catapultada de cabeça pelo zagueiro costa-marfinense Cédric Kipré, permitiu aos Champenois abrir o placar pouco antes do intervalo (1-0, 45e).
Outro zagueiro, o ganês Mohammed Salisu, empatou para o Mônaco com uma cabeçada precisa no saque do jovem recruta dinamarquês de inverno Mika Biereth (70e).
Mas as cabeças monegascas revelaram-se demasiado frágeis durante a disputa de pênaltis, com três falhas – incluindo Biereth – diante do jovem goleiro do Reims, Yehvann Diouf (3 chutes a gol a 1).
Le Mans também derrotou o Valenciennes nos pênaltis (1-1, 4 tab a 3) para um duelo entre clubes nacionais, como o Guingamp contra o Sochaux (2-2, 9 tab a 8) no final de uma longa série. O Nice (Ligue 1) venceu o Bastia (Ligue 2) por 1-0 graças a um gol de Mohamed Ali Cho.
Entre os cinco clubes do Nacional 3 (N3) – quinta divisão – ainda em prova, o Dives-Cabourg prolongou a aventura ao vencer o Puy (1-0). O jogo entre Haguenau (Nacional 2) e Dunquerque (L2) foi adiado porque o relvado está congelado e será remarcado para a próxima semana.
Para o descanso e encerramento das oitavas de final, na quarta-feira, o Brest recebe o Nantes para mais um confronto entre a Ligue 1 e o Paris Saint-Germain, em Auvergne, no Espaly (N3).
O mundo com AFP
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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