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Liverpool x Bayer Leverkusen: Liga dos Campeões – ao vivo | Liga dos Campeões
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Rob Smyth
Principais eventos
Xabi Alonso no regresso a Anfield
Arne Slot conversa com Amazon Prime Video
Um dos pontos fortes que esta equipe tem há anos é que eles sabem que podem revidar, e tivemos que fazer isso contra o Brighton porque o primeiro tempo foi muito ruim da nossa parte e muito bom da parte do Brighton. Não creio que tenha havido um pouco mais de intensidade no segundo tempo, houve muito mais!
(Sobre a seleção do time esta noite) Temos apenas quatro atacantes disponíveis no momento e há muitos jogos pela frente. Optei por não jogar o Darwin porque ele tem jogado muito recentemente e hoje é um bom jogo para jogar o Lucho.
Parece que eles mudaram seu sistema para jogar com três meio-campistas. Temos que estar preparados para ambos os cenários.
(É uma noite especial?) Estou ansioso por todos os jogos em casa, especialmente na Europa, e este é um deles. O próximo (Real Madrid) também é bem grande.
“É muito iconoclasta dizer que Alonso não era o mesmo jogador do Liverpool depois que Lampard quebrou o tornozelo?” diz Niall Mullen. “Não me interpretem mal, ele era melhor que Christian Poulsen, mas, na minha opinião inútil, tornou-se um jogador muito melhor depois de deixar Anfield (possivelmente por causa do ritmo mais lento da La Liga). Então, novamente, eu estava lá (e totalmente confuso) quando ele fez isso. esse então o que eu sei?”
A perna quebrada não foi no meio de sua primeira temporada? Ele conseguiu bastante depois disso, incluindo aquela assistência maravilhosa (muito Cole Palmer) e pelo menos 48 gols em seu próprio meio-campo. Mas você saberia melhor do que eu como Liverpool fã.
Notícias da equipe: Konate apto para começar
Ibrahima Konate se recuperou de lesão e é titular Liverpool. Isso significa que há duas mudanças em relação ao XI que venceu o Brighton no sábado. Curtis Jones e Luis Díaz substituir Dominik Szoboszlai e Darwin Nunez, o que pode significar Cody Gakpo começando na frente.
Xabi Alonso também faz duas alterações na equipe do Leverkusen, que empatou sem gols com o Stuttgart. Renda Ezequiel Palácios e Alex Garcia; saem Robert Andrich e o lesionado Nordi Mukiele.
Preâmbulo
Quando Jurgen Klopp anunciou que estava deixando o Liverpool no final da temporada passada, sempre houve uma boa chance de ver Xabi Alonso no banco de reservas em Anfield em 2024-25 – se não como técnico do Liverpool, com Bayer Leverkusen lutando pelo seu primeiro título, na nova Liga dos Campeões.
Isso acontecerá pouco antes das 20h, quando Alonso tomará seu lugar para um confronto no topo da tabela. (Olha, quando há 36 times, o 2º contra o 6º conta como o topo da tabela.) Já se passaram 15 anos desde que Alonso agraciou Anfield pela última vez, tempo suficiente para fazer um supercentenário se sentir velho.
Ele era um jogador maravilhoso que exalava classe e inteligência, e o final um pouco estranho de sua carreira no Liverpool (Imagem: Getty Images)Gareth Barry e tudo mais) não muda seu status de grande jogador moderno de Anfield.
Ele já é uma lenda do Leverkusen depois de ter conquistado o primeiro título da Bundesliga na sua história. Inevitavelmente houve um pouco da síndrome do segundo álbum, e eles estão sete pontos atrás do Bayern de Munique depois de nove jogos, mas ainda assim darão um jogo a qualquer um. Até Liverpoolque é uma das melhores equipes da Europa.
Começo 20h. Pode haver fogos de artifício?!?!?!
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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