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Lula, Temer e Moro são os maiores alvos de notícias falsas

Editor do Acre Notícias - Da Amazônia para o Mundo!

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Levantamento inédito mostra quais nomes aparecem com maior frequência nos posts com “fake news” sobre política brasileira publicados no Facebook
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente Michel Temer (PMDB) e o juiz federal Sergio Moro (Adriano Machado/Reuters/Sergio Dutti/VEJA).
O ex-presidente Lula é o nome mais citado em notícias falsas sobre política publicadas por páginas do Facebook no Brasil.
É o que mostra um levantamento inédito de VEJA, publicado na edição desta semana da revista, que contabilizou os alvos mais frequentes de fake news, que são o tema da capa da revista desta semana (leia aqui).
O presidente Michel Temer e o juiz Sergio Moro ocupam a segunda e a terceira posição no ranking, seguidos pelo ministro do STF Gilmar Mendes, pelo senador Aécio Neves, pela ex-presidente Dilma Rousseff, pelo deputado Jair Bolsonaro, pela ministra do STF Cármen Lúcia, pelo ex-governador do Rio Sérgio Cabral e pelo deputado federal Jean Wyllys.
A pesquisa examinou cerca de 12 000 postagens de doze páginas do Facebook conhecidas por divulgar mentiras falsas. Isolou 4591 campeãs de compartilhamento e identificou, entre elas, 534 postagens com notícias inverídicas sobre política – misturadas a mentiras de outros temas, como saúde e economia, e a textos verdadeiros.
Outra classificação inédita do levantamento, como mostra o quadro, é o viés das notícias -positivo, negativo ou neutro. Para essa análise, foram levadas em conta as reações do público ao post (corações ou ícones de raiva, por exemplo).
Nesse aspecto, o deputado federal Jair Bolsonaro (sétimo entre os mais citados) é um caso único de maioria de fake news de viés positivo, caso de 67% das postagens. O parlamentar Jean Wyllys, na lista dos dez mais, é o único envolvido sempre em manchetes negativas.
*Foram consideradas as 4591 postagens campeãs de compartilhamento entre cerca de 12 000 publicações das páginas “Apoiamos a Operação Lava Jato – Juiz Sergio Moro”, “Bruno Gagliasso Amor e Fé”, “Click Política”, “Diário do Brasil”, “Operação Militar”, “Pensa Brasil”, “Pensa Brasil 2”, “Platão Brasil”, “Por um Brasil Melhor”, “Mexeu com o General Mourão, Mexeu com Toda Nação”, “Notícias Brasil On-line”, “Você Precisa Saber” (Arte/VEJA)
Outros nomes
Completam a classificação dos 30 alvos mais frequentes de notícias falsas da política brasileira o deputado federal Tiririca (10 notícias falsas); o procurador Deltan Dallagnol (9 notícias falsas); o apresentador Luciano Huck (8 notícias falsas); o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (7 notícias falsas cada); a senadora Gleisi Hoffmann (6 notícias falsas); a deputada federal Maria do Rosário (5 notícias falsas); a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, o general Edson Leal Pujol, a ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha (4 notícias falsas cada); o general Antonio Hamilton Mourão, a advogada Janaína Paschoal e o senador Renan Calheiros (3 notícias falsas cada); o ministro do STF Alexandre de Moraes, o ex-ministro Antonio Palocci, o senador Edison Lobão, o ex-governador Eduardo Campos, o ex-deputado federal Eduardo Cunha, a deputada federal Érika Kokay, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, o ex-presidente José Sarney, o ministro do STF Marco Aurélio Mello, o desembargador João Pedro Gebran Neto, a primeira-dama, Marcela Temer, o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot e o deputado federal Paulo Maluf (2 notícias falsas cada).
Desde janeiro de 2017, VEJA conta com o blog Me Engana que Eu Posto, especializado em desmentir notícias falsas. O leitor pode colaborar no combate às manchetes mentirosas enviando sugestões via WhatsApp ao número (11) 9 9967-9374.
Com reportagem de Guilherme Venaglia, Marina Rappa e Ricardo Helcias.
14/01/2018, às 15:30 hs.
Da Amazônia para o Mundo! 

BRASIL

Acidentes graves em estradas federais aumentam após decisão de Bolsonaro

Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O desligamento de radares de velocidade em rodovias federais, determinado pelo presidente Jair Bolsonaro há pouco mais de um mês, vem causando aumento de acidentes de trânsito nas estradas. As informações são do levantamento do SOS Estradas com base em dados da Polícia Rodoviária Federal.

Segundo o jornalista Marlen Couto, do O Globo, o levantamento aponta que pela primeira vez desde 2011, os acidentes graves em estradas federais voltaram a subir (2%). Naquele ano, o Brasil se comprometeu a adotar metas estabelecidas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para um trânsito mais seguro.

A reportagem destaca que o aumento dos acidentes graves tem a ver diretamente com o excesso de velocidade. Isso influencia também no número de mortos nas estradas. Segundo dados do SOS Estradas, a queda em 2019 foi de apenas 1%, enquanto no ano anterior foi de 18%, mostrando uma tendência de crescimento.

“O desligamento dos radares coloca em risco quem vive à margem das rodovias. Na prática, estamos sem controle de velocidade nas rodovias federais porque sequer os policiais podem atuar. Os radares que estão operando funcionam por decisão judicial ou contratual”, disse Rodolfo Rizzotto, do SOS Estradas.

Bolsonaro é contra os radares por afirmar que existe uma indústria da multa.

POR IG

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BRASIL

Indonésia renuncia a uma lei que castiga sexo fora do casamento

Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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O presidente da Indonésia, Joko Widodo, pediu nesta sexta-feira (20) a revisão de um projeto de lei polêmico que prevê sentenças de prisão para quem faz sexo sem se casar, ou com pessoas do mesmo sexo.

A lei seria votada na próxima semana, junto com outras revisões do Código Penal, mas o presidente pediu seu adiamento.

“Tendo ouvido vários grupos que se opunham a vários aspectos da lei, decidi que é necessário deliberar mais e discutir alguns pontos”, justificou o presidente, eleito recentemente para um segundo mandato.

A reforma do Código Penal prevê a proibição de relações sexuais antes do casamento, bem como de relacionamentos adúlteros, ou entre pessoas do mesmo sexo.

As sentenças de prisão podem variar de seis meses a um ano e acrescentam multas.

Oferecer, ou apresentar, tratamentos contraceptivos a menores também seria crime, de acordo com esta reforma do Código Penal, que remonta à era colonial holandesa.

Grupos muçulmanos conservadores querem torná-lo mais severo em tudo relacionado a comportamentos sexuais, o que gerou críticas de grupos defensores dos direitos humanos.

Uma petição contra esse projeto de lei já reuniu mais de meio milhão de assinaturas neste país de 260 milhões de habitantes.

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