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Mãe se emociona ao conhecer menina que recebeu o coração da filha falecida; vídeo

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Os cachorros protegeram o menino Estevão, de 2 anos, numa área de mata em Humaitá, no Amazonas, até o resgate dos bombeiros. Ele ficou 24 horas desaparecido. - Foto: CBMAM

O abraço emocionante, que uniu a mãe e a menina que recebeu o coração da filha dela, em Ohio (EUA), misturou amor e gratidão. – Foto: Cleveland Clinic

Um abraço apertado, lágrimas nos olhos e uma conexão que palavras não conseguem explicar. Foi assim que essa mãe conheceu a menina que hoje vive com o coração da filha falecida. Doação de órgãos é vida.

Lisa Schein perdeu a filha, Maddy Schein, em um acidente de quadriciclo em 2022. Como forma de honrar a menina, a mãe decidiu doar os órgãos da criança. A felizarda foi Mireya Moody, de 7 anos, que vivia com uma doença no coração e esperava na fila de transplante.

O encontro das duas ocorreu em um parque em Ohio, Estados Unidos, em 2024, mas foi divulgado na semana passada. Em entrevista à Cleveland Clinic, a mãe desabafou. “Eu queria correr até Mireya, apertá-la e nunca mais soltá-la, porque era tudo o que me restava da minha menina. conhecer a mãe de Mireya, Bianca, conversar com ela e ouvir sua história sobre a doença de Mireya foi difícil, mas ajuda saber que um pedaço de Maddy continua vivo”, disse Lisa.

Abraço apertado

Depois do transplante, a família de Mireya autorizou o contato com a família da doadora. Lisa, a mãe de Maddy, escreveu uma carta.

As famílias começaram uma relação, e as semelhanças entre a menina falecida e que recebeu o coração eram incríveis. Ambas tinham os mesmo gostos, diziam frases iguais e adoravam cantar.

“A maneira como Lisa descreveu Maddy, ela e Mireya pareciam praticamente a mesma criança. Ambas gostavam de cantar e adoravam filmes parecidos”, disse Bianca.

Quando Lisa encontrou a garotainha, não conseguiu segurar a emoção. Com a ajuda de um estetoscópio, ela ouviu o coração batendo e viveu momentos inesquecíveis.

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Acidente trágico

O acidente foi trágico. Maddy estava em um quadriciclo em 2022, quando tudo aconteceu.

A família não teve tempo de socorrer a criança. Abalados, decidiram pela doação de órgãos.

Era uma forma de manter a esperança viva.

Diagnóstico grave

Já a vida de Mireya, assim como a da família de Maddy, mudou de repente em janeiro de 2022.

Na época, a garotinha foi diagnosticada com uma cardiopatia rara chamada cardiomiopatia não compactada do ventrículo esquerdo.

Essa condição afeta a forma como o coração se contrai e torna difícil bombear o sangue.

Com o tempo, a garota piorou, os medicamentos não faziam efeito e ela já não conseguia falar ou ficar acordada por muito tempo.

Espera e esperança

Logo Mireya precisou ser internada e transferida para a clínica Cleveland Clinic. Lá, a pequena usava um dispositivo chamado Berlin Heart, até que um coração compatível aparecesse.

Em abril de 2024 a notícia boa chegou. Bianca, mãe da garota, foi acordada de madrugada.

“Cheguei ao hospital o mais rápido que pude. As enfermeiras choravam junto comigo.”

Recomeço para todos

O transplante salvou a vida de Mireya, mas também deu um novo significado à dor da família de Maddy.

Segundo Lisa, falar sobre a filha a ajudou a curar a tristeza da perda.

Além disso, saber que o coração de Maddy bate no peito de outra pessoa é reconfortante para ela.

Veja o abraço entre as duas. Singelo e emocionante:

Após a morte repentina de Maddy, ela salvou quatro vidas por doação de órgãos. - Foto: Lisa Schein

Após a morte repentina de Maddy, ela salvou quatro vidas com a doação de órgãos. – Foto: Lisa Schein

Lisa e Mireya trocaram um longo abraço. - Foto: Bianca Robinson

Lisa e Mireya trocaram um longo abraço. – Foto: Bianca Robinson

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Extensão do PZ da Ufac conquista 1º e 2º lugares em Feira do Mel — Universidade Federal do Acre

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Certificado Concurso-2026.png

Meliponicultores dos seringais Porongaba e Filipinas, na reserva extrativista (Resex) Chico Mendes, obtiveram o 1º e o 2º lugares na 1ª Feira do Mel, ocorrida de sábado, 31, a segunda-feira, 2, no Horto Florestal, em Rio Branco. Os premiados participaram de atividades de extensão desenvolvidas pelo Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac para implantação e manutenção de meliponários em propriedades rurais na Resex.

A premiação ocorreu na categoria Melhor Mel de Abelha sem Ferrão. O 1º lugar foi concedido ao mel da espécie ‘Melipona crinita’, conhecida como uruçu-amarelo; o 2º lugar ficou com o mel de ‘Melipona eburnea’, conhecida como uruçu-roxo. No concurso, também houve participação de outras duas variedades de mel de abelhas sem ferrão, provenientes do meliponário didático do PZ, das espécies ‘Melipona titania’ (uruçu-boi) e ‘Melipona grandis’ (uruçu-cinzenta).

O trabalho da equipe do PZ teve início no seringal Porongaba, foi ampliado para o seringal Filipinas e, atualmente, também alcança o seringal Venezuela. As ações envolvem acompanhamento técnico e troca de conhecimentos com os produtores. Na feira, foram expostos méis de abelhas ‘Apis mellifera’, com ferrão, e de abelhas sem ferrão, além de outros produtos.

A diferença de preço entre os tipos de mel evidencia o potencial econômico da meliponicultura. Na feira, o mel de ‘Apis mellifera’ foi comercializado de R$ 100 a R$ 120 por litro, enquanto o mel do gênero ‘Melipona’ alcançou média de R$ 300 por litro. A valorização varia conforme a produtividade entre os tipos comercializados. Uma colônia de abelhas ‘Apis mellifera’, como as italianas, pode alcançar aproximadamente 50 quilos anuais em condições favoráveis. Já para as melíponas abordadas, uma colônia pode produzir cerca de dois a quatro litros de mel por ano.

Estiveram presentes na 1ª Feira do Mel os servidores do PZ Nilson Alves Brilhante, responsável pelo setor de Entomologia e pelo Meliponário Didático; Plínio Carlos Mitoso; e Wanderson da Silva Gomes, coordenador administrativo.



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Projeto do Hospital Universitário da Ufac tem continuidade garantida — Universidade Federal do Acre

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2026.11.04 Reunião Ufac-HU Brasil (2).jpg

O reitor Josimar Ferreira se reuniu com o presidente da HU Brasil (novo nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), Arthur Chioro, para tratar da retomada do projeto do Hospital Universitário da Ufac. O encontro ocorreu nesta quarta-feira, 4, em Brasília.

“Está garantida a continuidade do nosso Hospital Universitário”, afirmou Josimar após a reunião. Ele comemorou o resultado das discussões e classificou o momento como uma retomada de uma ação importante para a instituição.

Para o diretor do Centro de Ciências da Saúde e do Desporto, professor Carlos Viga, a retomada do planejamento do Hospital Universitário é resultado das articulações conduzidas pela gestão superior. “O hospital é extremamente importante para nossa sociedade, em especial para comunidade acadêmica da universidade”, disse.

Também participaram da reunião o professor do curso de Medicina, Nilton Ghiotti de Siqueira; e o professor João Batista Francalino da Rocha, coordenador do curso de bacharelado em Enfermagem e coordenador pró-tempore do PPG em Ciências da Saúde na Amazônia Ocidental.



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Reitor da Ufac participa de encontro sobre censo da educação superior — Universidade Federal do Acre

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Reitor da Ufac no 11º Ences-2026 (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, participa do 11º Encontro Nacional do Censo da Educação Superior, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta quarta-feira, 4, e quinta-feira, 5, em Brasília. O evento visa discutir procedimentos de coleta, qualidade das informações e indicadores utilizados no planejamento e na avaliação da educação superior brasileira.

“Enquanto reitor, conhecer o censo e os sistemas de coleta de dados é importante, considerando que nós estamos alimentando as informações que gerarão relatórios técnicos, tanto para o MEC [Ministério da Educação] quanto para o orçamento”, afirmou Josimar.

Segundo ele, a qualidade das informações depende da integração entre as coordenações de cursos, os setores de registro acadêmico e as unidades administrativas responsáveis pela alimentação dos sistemas institucionais. Ele ressaltou a necessidade de acompanhar os fluxos de informações desde o ingresso e a matrícula dos estudantes até a integralização curricular e a conclusão dos cursos.

Além disso, Josimar lembrou que os dados do levantamento integram indicadores relacionados à matriz orçamentária das universidades federais. Para ele, o aperfeiçoamento dos procedimentos internos de coleta e conferência das informações é fundamental para que os dados encaminhados ao Inep representem a realidade institucional da Ufac.

Realizado anualmente pelo Inep, o Censo da Educação Superior reúne informações sobre instituições, cursos, vagas, matrículas, ingressantes, concluintes, docentes e infraestrutura. Os dados subsidiam a produção de estatísticas e indicadores utilizados no acompanhamento, na avaliação e no planejamento da educação superior brasileira.

A programação do primeiro dia do encontro contempla a avaliação do Censo-2025, o novo cronograma de preenchimento, as boas práticas de coleta, a evolução da classificação Cine Brasil e os indicadores da educação superior. Nesta quinta-feira, 5, os debates abordam as perspectivas para o Censo-2026, o sistema e-MEC, o diploma digital, a qualificação dos dados de cor/raça e o Censo da Pós-Graduação Stricto Sensu, além da apresentação de experiências institucionais.

O coordenador da Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Alex Souza Mello, da Pró-Reitoria de Planejamento, também está no evento, onde estão participando da programação representantes do Inep, do MEC, do IBGE, da Capes e de instituições de ensino superior de diferentes regiões do país.



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