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Mais de 20 refletores quebrados deixam penitenciária de Rio Branco um “breu”
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5 anos atrásem
Um dos principais problemas encontrados durante as inspeções realizadas pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) é no Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde são os problemas estruturais. A reclamação parte dos próprios policiais penais.
Um dos principais é a falta de refletores nos pavilhões A, B, C, D, E, O e P que faz com que nas áreas externas nestes locais se torne um breu só. De acordo com o relato do MPAC além de representar grande risco à segurança dos policiais penais e da unidade prisional como um todo, facilita a ocorrência de eventual fuga em massa de reeducandos.
Por conta da situação, o MPAC, por meio do promotor de justiça Tales Tranin, oficiou ao Diretor-Presidente do IAPEN, solicitando a adoção de providências para reparo ou substituição dos refletores, com a maior brevidade possível, apresentando o respectivo cronograma de execução dos serviços ou informando data prevista para pleno restabelecimento da iluminação nos mencionados pavilhões.
Uma outra reclamação dos policiais penais que o MPAC também pediu providências foi a reclamação das falta de cadeiras e material de higiene.
Banco de Horas
Um outro grave problema na segurança dos presídios do Acre é o baixo contingente de policiais penais.
Durante as inspeções prisionais realizadas pelo promotor de justiça, vários policiais penais que atuam no Complexo FOC relataram que o limite do banco de horas vem prejudicando os serviços e reivindicaram o aumento de 70 para 120 horas semanais.
“Nota-se que é grande o déficit de policiais penais, visto que apenas dois ou três ficam responsáveis pela segurança de um pavilhão com cerca de 250 presos. Tal defasagem implica em graves riscos para a disciplina e ordem das unidades prisionais, assim como para a segurança dos próprios servidores do sistema penitenciário. Além do mais, resulta no descumprimento da Lei de Execução Penal, já que há dificuldade na realização de procedimentos rotineiros, notadamente aqueles que necessitam de escoltas, tais como, atendimento médico, odontológico, jurídico e social. De igual maneira, implica em negligência a diversos outros direitos, a exemplo das duas horas diárias de banho de sol”, explica Tales Tranin em seu despacho.
Como não há previsão para realização de concurso público ou contratação emergencial de policiais penais, o promotor sugere o atendimento a reivindicação dos Policiais Penais lotados no CPFOC, os quais sugeriram o aumento do banco de horas de 70 para 120 horas semanais
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Projeto da Ufac integra exposição sobre memória da covid-19 — Universidade Federal do Acre
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12 horas atrásem
28 de maio de 2026O projeto de extensão Relatos de Maternidade, da Ufac, desenvolvido entre setembro e dezembro de 2020, compõe a exposição A Infinita Memória da Pandemia: A História da Covid-19, cuja cerimônia de inauguração ocorreu na terça-feira, 26, no shopping Conjunto Nacional, em Brasília, e que também passará por Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e São Paulo.
O projeto foi desenvolvido pelas professoras Ana Letícia de Fiori, do curso de Ciências Sociais e do programa de pós-graduação em Artes Cênicas, e Camila Bylaardt Volker, à época do curso de Letras e atualmente servidora do Ministério das Mulheres. Elas e seis estudantes entrevistaram, por WhatsApp, mais de 50 mulheres e mães, coletando relatos sobre suas experiências de maternidade e vida.
O trabalho abordou, ainda, cuidados, trabalho, família, medos, esperanças e projetos afetados pela pandemia da covid-19 no Acre, originando um e-book (162 p.) lançado pela Editora da Ufac (Edufac) em 2025, disponível para leitura online e download gratuito. Além disso, passou a integrar o Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, como coleção.
Nessa quarta-feira, 27, as professoras Ana Letícia e Camila participaram, tratando dos relatos de maternidades, de mesa-redonda com os organizadores dos projetos Fala, Parente (PET Indígena, Unifap), a qual contou com depoimentos de indígenas do Amapá, Pará e Guiana Francesa.
A exposição levará a capitais brasileiras parte das coleções do Memorial da Pandemia de Covid-19, sediado no Rio de Janeiro e desenvolvido pela Ministério da Saúde, Organização Pan-Americana de Saúde, Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e Centro de Humanidades Digitais da Unicamp.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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