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Mais de 20 refletores quebrados deixam penitenciária de Rio Branco um “breu”

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Um dos principais problemas encontrados durante as inspeções realizadas pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) é no Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde são os problemas estruturais. A reclamação parte dos próprios policiais penais.

Um dos principais é a falta de refletores nos pavilhões A, B, C, D, E, O e P que faz com que nas áreas externas nestes locais se torne um breu só. De acordo com o relato do MPAC além de representar grande risco à segurança dos policiais penais e da unidade prisional como um todo, facilita a ocorrência de eventual fuga em massa de reeducandos.

Por conta da situação, o MPAC, por meio do promotor de justiça Tales Tranin, oficiou ao Diretor-Presidente do IAPEN, solicitando a adoção de providências para reparo ou substituição dos refletores, com a maior brevidade possível, apresentando o respectivo cronograma de execução dos serviços ou informando data prevista para pleno restabelecimento da iluminação nos mencionados pavilhões.

Uma outra reclamação dos policiais penais que o MPAC também pediu providências foi a reclamação das falta de cadeiras e material de higiene.

Banco de Horas

Um outro grave problema na segurança dos presídios do Acre é o baixo contingente de policiais penais.

Durante as inspeções prisionais realizadas pelo promotor de justiça, vários policiais penais que atuam no Complexo FOC relataram que o limite do banco de horas vem prejudicando os serviços e reivindicaram o aumento de 70 para 120 horas semanais.

“Nota-se que é grande o déficit de policiais penais, visto que apenas dois ou três ficam responsáveis pela segurança de um pavilhão com cerca de 250 presos. Tal defasagem implica em graves riscos para a disciplina e ordem das unidades prisionais, assim como para a segurança dos próprios servidores do sistema penitenciário. Além do mais, resulta no descumprimento da Lei de Execução Penal, já que há dificuldade na realização de procedimentos rotineiros, notadamente aqueles que necessitam de escoltas, tais como, atendimento médico, odontológico, jurídico e social. De igual maneira, implica em negligência a diversos outros direitos, a exemplo das duas horas diárias de banho de sol”, explica Tales Tranin em seu despacho.

Como não há previsão para realização de concurso público ou contratação emergencial de policiais penais, o promotor sugere o atendimento a reivindicação dos Policiais Penais lotados no CPFOC, os quais sugeriram o aumento do banco de horas de 70 para 120 horas semanais

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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre

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1º Evento Cultural Entresentidos-2026 (2).jpg

O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.

A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.

“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”

Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”

Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre

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X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC

A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano

Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026

Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026

Chamada de trabalhos



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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