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mais de 400 mil passageiros devem passar pelo Aeroporto Internacional de Belém (PA) — Agência Gov

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Uma tradição de cultura e fé leva a Belém, no Pará, todos os anos, uma multidão para acompanhar a padroeira da cidade durante o Círio de Nazaré. A romaria marca um dos períodos em que a capital paraense recebe o maior número de turistas, que lotam as ruas expressando sua devoção e agradecimento à santa católica. De acordo com o Aeroporto Internacional de Belém, mais de 400 mil passageiros devem embarcar e desembarcar nos 2.900 voos previstos para o destino no período – um aumento de 25% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando 319 mil viajantes passaram por lá.

O ministro do Turismo, Celso Sabino, ressalta a importância da celebração para a capital paraense. “O Círio é um dos maiores eventos de turismo religioso do Brasil e uma grande oportunidade de mostrarmos a diversidade de atrativos do Pará e da Região Norte. O aumento no número de voos e visitantes este ano demonstra que estamos no caminho certo para fortalecer o turismo na região”, destaca o ministro.

Para o festejo católico, entre os dias 10 e 15 de outubro, a empresa aérea Gol realizará 16 operações extras entre Belém (BEL), Santarém (STM), São Paulo/Guarulhos e Rio de Janeiro/RIOgaleão, o que resulta em um aumento de 6.696 assentos, aproximadamente 40% a mais em comparação com junho de 2024, mês de baixa temporada.

Já a Latam Airlines realizará, durante o décimo mês do ano, 50 operações para a capital paraense durante a festividade. Os principais trechos são entre Brasília (DF), Fortaleza (CE), Guarulhos (SP), Manaus (AM) e Macapá (AP) e Belém.

A companhia aérea Azul também aumentará a frequência de voos. Serão 30 operações extras, a partir de 8 de outubro, para atender os turistas que participarão do Círio de Nazaré. As principais rotas são partindo de Macapá (AP), Manaus (AM), Fortaleza (CE) e Confins (BH).

Realizado há mais de 200 anos, o Círio de Nazaré foi reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial pelo Iphan e declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. O tema deste ano é “Perseverar na oração com Maria, Mãe de Jesus”, alinhado ao pedido do Papa Francisco para que 2024 seja um ano dedicado à oração.

CASA DO TURISMO – Pelo segundo ano consecutivo, o Ministério do Turismo marcará presença na celebração, com um espaço especial localizado na Avenida Nazaré, uma das principais vias por onde passa a procissão em homenagem à Nossa Senhora de Nazaré.

A Casa do Turismo foi criada para receber convidados, incluindo parlamentares e outras autoridades, numa ação que faz parte da estratégia de ampliar a promoção do Norte do Brasil e, especialmente, de Belém, que será palco do maior evento de sustentabilidade do mundo, a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), em novembro de 2025.

Celso Sabino enfatiza que a Casa do Turismo contribui para consolidar Belém como uma porta de entrada da Amazônia. “Nossa presença aqui é estratégica. O Círio é um dos maiores eventos de turismo religioso do Brasil, e nossa meta é atrair cada vez mais turistas para a região Norte do país”, aponta o ministro.

PREVISÃO – De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e a Secretaria de Turismo do Estado, a capital paraense deverá receber, durante o Círio deste ano, 89 mil turistas, o que movimentará R$ 189 milhões na economia do estado. Segundo a pesquisa, os principais meios de hospedagem desses visitantes são hotéis (39,3%), casas de parentes (33,1%) e casas de amigos (19,8%).

HISTÓRIA DE FÉ – A história do Círio começa em 1700, com o achado da imagem de Nossa Senhora de Nazaré pelo caboclo Plácido, às margens de um riacho próximo ao local onde foi construída a Basílica Santuário de Nossa Senhora de Nazaré. A devoção à Virgem foi crescendo, e em 1793 ocorreu a primeira procissão em homenagem à padroeira dos paraenses. Desde então, o Círio acontece anualmente, reunindo um número crescente de fiéis.

ESTÍMULO – O Ministério do Turismo desenvolve várias ações para estimular os brasileiros a viajarem mais pelo país. Uma delas é o “Conheça o Brasil: Voando”, uma parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos e empresas aéreas. O programa envolve, por exemplo, o aumento da oferta de voos e a opção de “stopover”, já disponível em cidades como São Paulo (SP), Brasília (DF), Fortaleza (CE), Curitiba (PR), Recife (PE), Manaus (AM) e Belém (PA). Na modalidade, com a mesma passagem, o turista pode visitar um local intermediário antes de seguir para o destino final.

Já o “Conheça o Brasil: Realiza” permite que correntistas do Banco do Brasil tenham acesso a uma linha de crédito voltada à aquisição de serviços turísticos, com condições diferenciadas. O trabalho do MTur também abrange o “Conheça o Brasil: Cívico”. A iniciativa visa incentivar estudantes, professores e pesquisadores a visitarem destinos conectados à história nacional, com um projeto-piloto desenvolvido em Brasília (DF) e cidades do entorno da capital.

 

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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