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Marca Honor ensaia entrada no Brasil com câmera robusta – 30/01/2025 – Tec
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Gustavo Soares
Chegou oficialmente no Brasil nesta quinta-feira (30) a marca chinesa de celulares premium Honor, trazendo consigo os modelos Magic6 Lite e o dobrável ultrafino Magic V3.
Conhecida principalmente pela qualidade das câmeras e durabilidade, a empresa revelou em evento realizado em São Paulo que também vai também lançar no país tablets, fones de ouvido sem fio e relógios inteligentes.
A distribuição dos importados ficará a cargo da DL, responsável também, em uma outra divisão, pela chinesa Xiaomi. Os preços começam em R$ 1.399,99 com o modelo de entrada Honor X6b Plus e vão até R$ 4.499,99 com o topo de linha Magic6 Lite.
O dobrável Magic V3 e o mais recente Magic7 Lite serão disponibilizados em breve, ainda sem preços definidos. A marca também deve trazer a versão Pro, que abrange seus “flagships”.
Em relação às vendas, a DL anunciou uma parceria com varejistas nacionais e regionais, como Casas Bahia, Havan, Bemol, Colombo, Gazin, Martinello, Riachuelo e Megamamute. Terá inicialmente 1.000 pontos de venda, atuando também no ecommerce próprio e em marketplaces.
Criada pela Huawei em 2013, a Honor inicialmente teve como foco a produção de smartphones mais acessíveis em relação aos produzidos pela então controladora, uma das principais empresas da China.
Em 2020, a Huawei vendeu a Honor para um consórcio de empresas chinesas após sanções impostas pelos Estados Unidos no ano anterior.
A venda permitiu à Honor operar de forma independente, sem as restrições, e começar a utilizar componentes e software de fornecedores globais. Seu sistema operacional, o MagicOS, é derivado do Android, do Google. A marca então se voltou para os segmentos intermediário e premium.
A marca já estava presente em 12 países da América Latina, na Europa e no Oriente Médio, regiões onde já figura entre as cinco mais vendidas —entre 2023 e 2024, cresceu 400% nos países vizinhos.
No Brasil, a estratégia se concentrará em alcançar os principais pontos de venda nas cidades mais importantes, tanto fisicamente quanto online.
“Nos expandimos para mais de cem mercados em todo o mundo e, depois de quatro anos, descobrimos que mais de 50% das vendas da Honor, globalmente, vêm da América Latina, Europa, Oriente Médio, África, não somente da China. Entendemos que o Brasil é um mercado muito competitivo, maduro, e o público está procurando esse tipo de inovação”, disse David Moheno, diretor de comunicação da Honor para a América Latina.
Embora não haja dados públicos localizados, a plataforma de dados Statista estima que o mercado brasileiro esteja entre os cinco maiores do mundo. O Statcounter aponta que quatro empresas dominam o setor no país —Samsung (cerca de 38% do mercado), Motorola (23,6%), Xiaomi (19,2%) e Apple (10%).
“Nós começamos o planejamento no começo do ano passado, então a Honor já vem trabalhando, pesquisando, planejando, verificando o que seria competitivo no Brasil. Nós entramos agora porque nós temos a linha já completa de 2025, até o final do ano, então acredito que seja o momento ideal”, disse Eduardo Garcia, head de operações e porta-voz da Honor na distribuidora DL.
Em testes realizados pela reportagem no evento, os aparelhos se destacaram pelo acabamento resistente, pela qualidade da tela e por algumas funções de seu sistema operacional, como a capacidade de enviar imagens para outros apps sem a necessidade de abri-los.
Em relação à durabilidade, a linha Magic7 tem a tecnologia Ultra Bounce 2.0, que garante uma resistência maior ao aparelho para quedas de até 2 metros.
O destaque do dobrável Honor V3 é sua espessura de 9,2 mm quando está fechado, pouco mais que o não dobrável iPhone 16 Pro Max, de 8,25 mm e menos que seu principal rival, o Samsung Galaxy Z Fold6, com 12,1 mm. Com dobradiças e bordas reforçadas, o modelo da marca chinesa pesa 226 gramas.
A inteligência artificial Honor AI presente nos modelos consegue excluir objetos indesejados em fotos, compreender as intenções do usuário e até detectar deepfakes.
Nos modelos Pro, o tamanho das câmeras externas, maior que o trio que acompanha os iPhones Pro, pode desagradar quem prefere celulares mais discretos, mas a qualidade da fotografia não decepciona.
Outro destaque do smartphone é a presença de uma bateria chamada Silicon-Carbon, com tecnologia usada nas de carros elétricos que garante um menor desgaste com o tempo.
PRODUTOS DA HONOR NO BRASIL
Smartphones
- Honor X5b Plus: R$ 1.399,99
- Honor X6b 5G (em breve)
- Honor X7c: R$ 2.699,99
- Honor Magic V3 (em breve)
- Honor Magic6 Lite: R$ 4.499,99
- Honor Magic7 Lite (em breve)
Tablets
- Honor Pad X8a Lite (em breve)
Fones de ouvido
- Honor Choice Earbuds X5: R$ 499,99
Smartwatches
- Honor Choice Haylou Watch: R$ 999,99
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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