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Mary Fowler ganha vitória na WCL para o aliviado Manchester City após o susto de St Pölten | Liga dos Campeões Feminina
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Tom Garry
O Manchester City teve que passar por um grande susto contra os azarões austríacos São Polten para garantir uma vitória gangorra na Liga dos Campeões Feminina.
Apenas uma semana depois de realizar uma das melhores atuações da história do clube para merecidamente venceu o atual campeão europeu Barcelona A equipa de Gareth Taylor recebeu um grande alerta quando perdeu por 2-1 no início da segunda parte. Mas, depois de ter poupado uma série de grandes rebatedores do time titular, Taylor convocou a cavalaria no segundo tempo e um cabeceamento tardio da atacante australiana Mary Fowler deu-lhes uma vitória por 3-2 que parecia inevitável como o As líderes da Superliga Feminina do início da temporada aumentaram a pressão.
O desempenho ainda terá dado ao aliviado Taylor muito o que refletir, no entanto, numa noite em que a defesa da sua equipa em lances de bola parada foi especialmente fraca e eles demonstraram um desperdício frustrante na frente da baliza do outro lado.
Inicialmente, parecia que seria uma noite simples para o clube inglês, especialmente quando Alanna Kennedy saiu do personagem e desferiu um chute forte e de longa distância no canto mais distante para abrir o placar nos primeiros cinco minutos. Foi o primeiro gol da zagueira australiana no futebol de clubes desde a vitória sobre o Birmingham City em maio de 2022, e seu primeiro gol na Liga dos Campeões Feminina.
Ironicamente, Kennedy então desperdiçou uma chance que os fãs esperavam que ela convertesse, cabeceando ao lado do segundo poste após um escanteio de Fowler, quando estava a apenas dois metros de distância. Laura Blindkilde Brown também se posicionou ao lado, de forma bastante mansa, de perto, com outra chance de ouro do City no primeiro tempo, quando foram impedidos por uma série de boas defesas de Carina Schlüter. O guarda-redes deu esperança ao St Pölten ao negar o golo a Jess Park, ao avançado japonês Aoba Fujino e a Fowler, antes de Fowler ver agonizantemente um remate desviado acertar na trave.
A equipa da casa aproveitou então uma defesa desleixada do City para empatar, com Melanie Brunnthaler a marcar o empate. Taylor trouxe o atacante jamaicano Khadija Shaw no intervalo – aparentemente muito antes do planejado – em resposta ao placar, mas mais duas excelentes defesas de Schlüter mantiveram o placar empatado diante dos austríacos – que conquistaram apenas um ponto no grupo etapas da Liga dos Campeões da temporada passada – assumiu uma vantagem surpreendente quando Kamila Dubcova chutou habilmente para o canto da rede na virada. Desta vez foi um livre direto que o City não desviou, permitindo ao médio da República Checa girar e marcar na segunda fase.
Quatro minutos depois de ficar para trás, Fujino rematou após um cruzamento perfeito de Chloe Kelly para fazer o 2-2, mas Taylor não ficou satisfeito – uma tripla mudança introduziu as estrelas Lauren Hemp, Jill Roord e Laia Aleixandri, e com elas veio o City dominação. Eventualmente, um escanteio letal de Hemp foi cabeceado por Fowler para manter intacto o início vitorioso do City em sua campanha na Liga dos Campeões.
após a promoção do boletim informativo
A equipe titular de Taylor, que mudou muito, incluiu a estreia de Codie Thomas, de 18 anos, no clube sênior, e a técnica terá sido encorajada por elementos de seu desempenho como lateral-direito. O produto da academia teve uma chance uma semana depois que outra jovem zagueira do City, a internacional sub-23 da Inglaterra Naomi Layzell, de 20 anos, foi a estrela surpresa da vitória sobre o Barcelona com um gol e uma assistência.
Também houve motivos de ânimo para Kelly, que começou o jogo depois de ter sido reserva não utilizado nas vitórias contra Barcelona e Liverpool. Sua redução no tempo de jogo até agora nesta temporada gerou relatos de que ela está pensando em deixar o clube, aparentemente depois de desentendimento com Taylor, mas na terça-feira ele chamou a história de “um não-evento” e disse que estava feliz com Kelly. Sua assistência para o gol de empate de Fujino no segundo tempo foi vital para a recuperação.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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UFAC participa de pesquisa sobre zoonose associada à caça de subsistência na Amazônia — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026Um estudo publicado na revista Acta Amazonica identificou a presença do parasita Echinococcus vogeli em pacas (Cuniculus paca) abatidas e consumidas por comunidades tradicionais da Amazônia Ocidental. O agente é responsável pela equinococose policística humana, zoonose considerada emergente na região.
A pesquisa foi desenvolvida entre 2022 e 2023 nos municípios de Sena Madureira e Rio Branco, no Acre, sob coordenação do professor Francisco Glauco de Araújo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN), integrando a dissertação de mestrado de Liliane de Souza Anadão, do Programa de Pós-Graduação em Sanidade e Produção Animal Sustentável na Amazônia (PPGSPASA).
O estudo entrevistou 78 famílias e analisou 23 fígados de pacas abatidas para consumo. Em 48% das amostras foram identificados cistos hidáticos causados pelo parasita. A pesquisa também apontou que a maioria dos cães das comunidades participa das caçadas e consome vísceras cruas dos animais.
Segundo os pesquisadores, o principal risco de transmissão ocorre quando cães infectados eliminam ovos do parasita no ambiente, contaminando solo, água e alimentos.
“O principal risco está associado ao descarte inadequado das vísceras e ao contato com ambientes contaminados pelas fezes de cães infectados”, destacou o professor Francisco Glauco.
O estudo reforça a necessidade de ações de vigilância e educação em saúde nas comunidades rurais, principalmente relacionadas ao manejo de cães e ao descarte adequado das vísceras dos animais abatidos.
Para o pesquisador Leandro Siqueira, doutor em Medicina Tropical pela Fiocruz e coautor do estudo, a pesquisa amplia o conhecimento sobre a transmissão da doença na Amazônia e pode contribuir para futuras ações de prevenção e diagnóstico na região.
Fhagner Soares – Estagiário
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