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Mashup no meio da semana: Receita de Alice Zaslavsky para pães de falafel verde quebrados | Comida e bebida australianas

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Alice Zaslavsky

CHickpeas é um ingrediente fantasticamente versátil. Sua textura transmutável está fornecendo densidade de nutrientes à base de plantas há milhares de anos. E se houver um prato que ofereça um delicioso embaçado com grão de bico, mas pode parecer complicado demais para se divertir depois de um dia inteiro de atividade, é falafel. Aqui, eu adaptei minha receita favorita de falafel verde frito – um presente do meu amigo Emi do Egito – simplificado e esmagou Para obter o máximo sabor, o mínimo de barulho no meio da semana.

Enquanto o falafel frito exige que o grão de bico seco seja embebido durante a noite, este tem uma atitude de poder. Geralmente, se você esquecer de mergulhar o grão de bico, não é tão simples quanto trocar em uma lata – confie em mim. Há muita umidade para amplo grão de bico enlatado para ter alguma sorte que os vinculem a fritar. Certa vez, eu assisti um lote inteiro no valor de massa de falafel se desintegrar na base do meu óleo de fritura, porque pensei em ficar inteligente com uma lata. Salve-o com farinha de besan-você não pode não.

Com esta receita, não há necessidade de se preocupar com eles desmoronando porque os pães de sinalização formam sua base e o falafel mistura o schmear, situado com um tempo quente e pesado na panela. E como a mistura continua sendo um schmear que é frito, em vez de precisar ser moldado em esferas ou oblongas e frito, não há medo de fritar o petróleo.

Ingredientes prontos. Fotografia: Eugene Hyland/The Guardian

Pense nisso como em algum lugar entre Hummus e Falafel – ambos feitos com grão de bico. É praticamente uma mistura de Hummusy esverdeada em Pita e depois fritá-la por pedaços crocantes como Falafel.

Para obter a crosta mais crocante que permanece na mistura do que sua panela, você precisará usar uma panela pesada bem temperada ou algo com um revestimento antiaderente (não tóxico!), Como cerâmica. Eu levei para pré-aquecer minhas panelas antiaderentes de titânio de cerâmica com um pouco de água na base, para que eles tenham algo dentro (muitas empresas consideram aqueles que não vazio de sua garantia). Depois que a água evaporou completamente, você sabe que a panela está quente o suficiente – então apenas limpe -a cuidadosamente com uma toalha de cozinha antes de adicionar o óleo para fritar.

A mistura de Hummusy, verde-sea, é pita e depois frita. Fotografia: Eugene Hyland/The Guardian

Se a sua panela não for antiaderente, você poderá adicionar uma camada extra de seguro cortando um pedaço de papel de cozimento para caber no fundo da panela. Quando a panela estiver quente, adicione o papel de cozimento antes de pitar as pitas por cima.

Você pode prender essa mistura na noite anterior e mantê -la refrigerada até estar pronto para cozinhar. Você também pode reaquecer os pães cozidos no dia seguinte para manter a festa.

Pães de falafel verdes de Alice Zaslavsky com salada picada e garoa de alho – receita

O jantar é servido… Batidos de falafel verdes esmagados. Fotografia: Eugene Hyland/The Guardian

Faz 8 (serve 4-6)

Para o smistura de falafel purê
1 cebola marromaproximadamente picado
1 colher de sopa de coentro moído
1 colher de sopa de cominho moído
2-3 dentes de alho
descascado
1 colher de chá de flocos de sal
1 cacho de salsa (cerca de 75g)
aproximadamente picado, um punhado das folhas mais bonitas reservadas para salada
1 cacho coentro (cerca de 75g)
aproximadamente picado, um punhado das folhas mais bonitas reservadas para salada
½ limãosuco
1 lata (420g) grão de bico cozido
enxaguado e drenado bem
8 pitas pequenas e macias
2 colheres de sopa de azeite extra-virgem

Para o cSalada saltada
½ cebola espanholafinamente cortado
4 tomates ciganos
em cubos (ou outros tomates doces firmes)
1 pepino libanês
cubado
1 colher de sopa de azeite extra-virgem
Salsa reservada e folhas de coentro
aproximadamente rasgado

Para o gArlicky garoa
½ xícara de iogurte natural
½ limãosuco
1 cravo do alho
picado

Coloque a cebola, especiarias moídas, alho, sal, salsa e coentro fresco (nessa ordem) em um liquidificador ou processador de alimentos. Blitz até que a cebola comece a quebrar para um lodo e os caules da erva cediram às lâminas. Adicione o suco de limão e o grão de grão drenado e misture com uma pasta suave. Prove o tempero e reserve em uma tigela.

Atitude de poder. Fotografia: Eugene Hyland/The Guardian
Depois que o grão de bico é adicionado, a mistura é incendiada em uma pasta verde lisa. Fotografia: Eugene Hyland/The Guardian

Faça a salada combinando a cebola espanhola, os tomates e o pepino em uma tigela, depois regue no azeite e tempere com sal e pimenta preta moída na hora. Tumble as folhas bonitas por cima para mexer logo antes de servir (isso os impedirá de murchar sob o peso do óleo).

A salada picada: cebola espanhola, tomate, pepino, óleo, sal e pimenta. Fotografia: Eugene Hyland/The Guardian

Misture os ingredientes da garoa de alho em um jarro, prontos para derramar.

Aqueça uma frigideira ampla antiaderente com duas colheres de sopa de água no fundo. Uma vez que isso evapora, você sabe que sua panela está quente o suficiente.

Enquanto aquece, schmear cada pita com a mistura de falafel.

A pita sujada com a mistura de falafel fica quente e pesada na panela. Fotografia: Eugene Hyland/The Guardian

Jogue uma colher de sopa de azeite na frigideira e depois gentilmente, gentilmente, as pitas, mista no lado da panela e aqueça por dois a três minutos até que a mistura de falafel esteja dourada, mas ainda tem pedaços de verde cutucando.

Vire as pitas da panela e empilhe -as sob uma toalha de chá limpa para se aquecer. Repita novamente com o restante do óleo e as pitas shmeared.

Quando estiver pronto para servir, coloque a salada e a garoa na mesa junto com as pitas (ainda embaixo da toalha) e instrua os comedores a cair um punhado de salada sobre a mistura de falafel, depois regue um pouco de garoa e dobre.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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