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Matt Mella saiu da McLaren para estrelar Prost em ‘Senna’
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2 anos atrásem
A rivalidade entre Ayrton Senna e Alain Prost será retratada na série Senna que estreou nesta sexta-feira (29) na Netflix. As duas figuras icônicas da Fórmula 1 serão vividas por Gabriel Leone e Matt Mella, no entanto, o segundo não era do mundo da atuação… Na verdade, ele trabalhava na McLaren!
“Na verdade, trabalhei para a McLaren em 2021 e 2022 e deveria ter trabalhado para eles novamente no ano passado, fazendo algumas apresentações em francês”, disse Mella ao Motorsport.
“Obviamente, no ano passado, tive que ligar para eles e dizer: ‘Sinto muito, não posso trabalhar para vocês, mas não posso dizer o motivo’, o que eles acharam um pouco estranho”.
Mella diz que assistir à Drive to Survive foi o que fez sua paixão pela F1 reacender: “Eu sabia que [Senna e Prost] era considerada uma das grandes rivalidades do esporte, mas não conhecia os bastidores da história. Então, foi um mundo totalmente novo que se abriu”.
Enquanto isso, Leone, que nasceu apenas um ano antes da trágica morte de Senna em 1994, não cresceu assistindo à F1, mas ainda assim ficou profundamente emocionado com a oportunidade de retratar a lenda brasileira.
“Na verdade, não cresci como um fã da F1 . Mas em 2022, fui escalado para o filme ‘Ferrari’, então comecei a assistir ‘Drive to Survive’ enquanto estava filmando [o filme] na Itália”.
Ele continuou: “Quando recebi a notícia de que interpretaria Senna… Foi uma grande honra e, sem dúvida, o maior desafio da minha carreira”.
Leone pediu ajuda aos familiares de Senna para entender a vida da lenda do automobilismo fora das pistas e teve conversas com Viviane, irmã do piloto.
“A melhor coisa que aconteceu em nossas conversas foi aprender mais sobre Ayrton como homem, como membro da família, como irmão, como tio. É isso que acho interessante em nossa produção – não se trata apenas de um dos maiores pilotos de corrida de todos os tempos, mas também do homem por trás do piloto”, disse ele.
O ator também teve acesso sem precedentes aos arquivos pessoais de Senna. “Ouvir a família dele foi um privilégio. Eles compartilharam comigo algumas das cartas de Senna dos primeiros anos na Fórmula Ford, gravações de telefonemas que tiveram nos anos 80. Foi incrível”, continuou ele.
“Eu estava rezando mais do que qualquer outra coisa para que meu cabelo crescesse, porque eu não queria usar peruca”, admitiu Leone com uma risada.
Mella acrescentou: “Eles tentaram colocar uma peruca nele primeiro, e você deveria ter visto a cara dele. Eles usaram extensões do próprio cabelo de Gabby [Gabriel], que ele havia cortado para outro trabalho, e alguém havia guardado as mechas de seu cabelo. Então, você tinha extensões do seu próprio cabelo, certo?”
“Somente na primeira semana”, esclareceu Leone. “Depois, meu cabelo chegou ao lugar certo. Mas o mais difícil de encontrar foi a voz dele. Ele tinha uma voz muito mais aguda e nasalada do que a minha. É claro que eu sabia como seria importante chegar o mais próximo possível dela, porque as pessoas se lembram de sua voz”.
No entanto, a dupla teve o cuidado de não pensar demais na precisão de suas performances. “Há algumas discussões entre nós na série”, lembrou Mella. “Acho que nós dois saímos de uma dessas discussões e pensamos: ‘Jesus, isso soou como se estivéssemos gritando um com o outro’. E pensamos: ‘Tudo bem, mas ninguém sabe como era o som quando Senna e Prost estavam gritando um com o outro, então vamos usar o suficiente de nós mesmos'”.
Leone concordou que a liberdade artística era muitas vezes mais importante do que a adesão à imitação. “Nossa escolha era entre filmar ótimas cenas e fazer um ótimo show no final, ou tentar ser o mais próximo possível deles. Preocupar-se com isso não teria nos permitido ser tão livres e conectados com o momento”.
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ACRE
Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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