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Mayor Adams puts taxpayers on the hook for $1.6 billion a year on migrants — maybe through 2029!
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Mayor Adams’ prospects of winning a second term (or even finishing the first) are increasingly uncertain. But he’s trying to ensure that one big feature of his mayoralty stays in office, even if he doesn’t: billions of dollars in taxpayer money to put migrants up in hotels.
Gov. Hochul should step in to nix his latest contract bid, which could have border-crossers in hotel rooms until 2029.
Adams wanted this to be a good news week, migrant-wise. City Hall announced Wednesday that it will close the 3,000-capacity Randalls Island tent shelter, scene of two murders, by February.
He bragged that his policy of getting single adult migrants who stay there to move on after 30 or 60 days has been effective.
Plus, with the Biden administration belatedly tightening the border, the number of newcomers has shrunk for nearly four months.
Why, then, behind the scenes, is the Adams administration talking up the migrant “emergency” to sign yet another long-term contract for hotel shelter?
As the Post’s Carl Campanile reports, the city’s homeless-services department will soon sign a new contract to extend the use of 14,000 city hotel rooms as “sanctuary sites.”
The new contract would run until at least June 2026 — and would have a three-year renewal option after that, bringing us to June 2029.
The cost: $661 million annually, or $130 a hotel room.
And the contract doesn’t include all sorts of ancillary costs that generally go with these rooms: $176 a day in security, food, “case management,” legal-advice, and other “overhead” costs, as estimated by the city comptroller.
Even with a little projected savings from the current room-only rate of $156 a night, the city is still likely spend close to $1.6 billion a year on these contracts, indefinitely.
Not to mention the other costs to the city.
Taking more than 100 hotels (and possibly 200) off of the tourist and business-traveler market for years on end hobbles the city’s slow recovery from COVID-19 lockdowns.
And despite the city’s see-no-evil stance when it comes to migrant crime, there’s a reason these hotels need massive security presences. Security that’s often ineffective: migrant hotels plague nearby neighbors with loud music, speeding mopeds, and drug use that spills off the property.
But even assuming this contract is a good idea, this isn’t the way to go about it. The city could ask hotels to bid against each other on costs and services, including, possibly, providing food and security for cheaper than outside contractors do.
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Instead, the city will contract for one big vendor (possibly the Hotel Association of NYC, which is doing similar work already, and which has donated $2,100 to Adams’s reelection campaign) to “locate hotels, negotiate rates, [and] enter into commercial hotel agreements.”
The hotel association may be honest, but this type of singe-vendor deal offers massive scope for irregularity. What would motivate the new hotel-contract manager, whether HANYC or another winner, to pick one particular hotel over another?
For budget hotels, 100% occupancy for years on end is a plum deal.
And the contract favors unionization, further pushing up costs. Each hotel must “obtain a labor peace agreement” with its workforce that includes collective bargaining.
Another big problem: this proposed new contract conflicts with the mayor’s own budget projections.
The city budget projects that “asylum seeking” spending will fall from $4.7 billion this year to $4 billion next, then to $3 billion, and then to zero by summer 2027.
How can the city square this projection of a migrant crisis that’s fully “solved” in less than three years, with its similar projection that it may need to extend this new migrant-hotel contract until 2029?
In the two weeks since the mayor’s federal indictment, Gov. Hochul has made clear she expects big changes at City Hall. She’s pushing out the mayor’s band of loyalists and pushing in caretaker deputies and commissioners, potentially to get the city through to next summer’s scheduled mayoral primary without a new scandal.
But the mayor clearly thinks that when it comes to awarding migrant contracts — partly what the feds and others are investigating his former top staff for! — it’s business as usual.
As Adams said upon his indictment, his “day to day will not change.”
It should — and the governor should make it clear that it’s not just the people who need to go, but the policies.
Nicole Gelinas is a contributing editor to the Manhattan Institute’s City Journal.
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Gestão superior cumpre agenda institucional no campus Floresta — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026A Reitoria da Ufac cumpriu agenda institucional no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. De segunda-feira, 26, até esta quarta-feira, 28, o reitor Josimar Ferreira e integrantes da administração superior se reuniram com a comunidade universitária para tratar de demandas e apresentar projetos da nova gestão.
“Foi uma reunião de apresentação das equipes, das pró-reitorias, mas também de escuta, uma escuta permanente, de um diálogo muito próximo da nossa comunidade”, disse Josimar. Ele entregou a portaria de nomeação do diretor-geral do campus Floresta, Hugo Mota Ferreira Leite.
“A visita da Reitoria e toda a equipe dos pró-reitores foi muito importante para promover esse primeiro contato da nova gestão com a comunidade acadêmica, ouvir as demandas, apresentar as realizações ao longo desses 70 dias de gestão, o que já foi feito e o que ainda será feito”, pontuou Ferreira Leite.
Uma das principais atividades ocorreu na terça-feira, 27, com a entrega de equipamentos destinados aos programas de pós-graduação de Cruzeiro do Sul. A iniciativa, realizada por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, tem como objetivo melhorar as condições de ensino e pesquisa.
Atualmente, o campus Floresta conta com três programas de mestrado, e a agenda também incluiu discussões sobre a proposta de doutorado. Josimar destacou a necessidade de avançar na estruturação dos laboratórios e na formação de pesquisadores, considerando a biodiversidade regional, os saberes tradicionais e as possibilidades de internacionalização.
Também participaram da entrega o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; o diretor de Pós-Graduação, Genilvado Moreira; e o diretor de Inovação, Paulo Trazzi.

Orçamento
Durante a programação, a Reitoria e a Pró-Reitoria de Planejamento se reuniram com diretores de centros e representantes da Direção-Geral do campus para tratar de questões relacionadas ao orçamento institucional, demandas administrativas, fluxos de processos e sistemas de gestão. O encontro contou com a participação do pró-reitor Edcarlos Miranda de Souza.
As atividades também envolveram discussões sobre projetos de extensão e possibilidades de captação de recursos. Em reunião com diretores de centros e coordenadores de cursos, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, abordou demandas acadêmicas e mecanismos de fomento às ações extensionistas desenvolvidas no campus.
Entre os projetos apresentados à Reitoria, esteve a proposta de criação de uma trilha agroecológica no campus Floresta, apresentada pela professora Sonaira Souza da Silva. A iniciativa pretende utilizar a natureza como espaço educativo, com previsão de visitação pública, construção de um quiosque para exposição de produtos desenvolvidos em experimentos e projetos universitários e instalação de uma torre de aproximadamente 30 metros para observação do dossel da floresta.
Prática jurídica e inclusão
A agenda contemplou ainda uma reunião com o professor Daniel de Faria Galvão, do curso de Direito, que apresentou demandas relacionadas ao funcionamento do curso, especialmente às necessidades do Núcleo de Prática Jurídica. Ele manifestou satisfação com a receptividade da nova gestão e a abertura para discutir as questões apresentadas.
As políticas de inclusão e representatividade estudantil também fizeram parte das atividades. A pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, reuniu-se com representantes do Núcleo de Apoio à Inclusão para conhecer demandas relacionadas ao atendimento da comunidade acadêmica.
Em outro encontro, o estudante Samuel Lima Pereira Arara, representante do coletivo indígena da Ufac, apresentou questões relacionadas à representatividade, à participação em eventos e à proposta de criação de uma comissão para acompanhar as demandas dos estudantes indígenas.

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Clube do Livro Amaro comemora 3 anos de leituras e discussões — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026O projeto de extensão Clube do Livro Amaro, da Ufac, completa, neste mês de outubro, três anos de atividades dedicadas à leitura e à discussão de obras da literatura brasileira e mundial, reunindo participantes com diferentes formações, trajetórias e experiências de leitura. Criado em outubro de 2023, o projeto é coordenado pelos professores Carlisson de Oliveira e Maysa Dourado.
Segundo os coordenadores, a celebração do terceiro aniversário representa um momento de reconhecimento da trajetória construída coletivamente e, sobretudo, da importância dos participantes para a continuidade do projeto.
“Ao longo desse período, o clube tornou-se um espaço em que diferentes olhares sobre uma mesma obra se encontram, se complementam e, muitas vezes, se contrapõem, fazendo da leitura uma experiência de troca e descoberta”, ponderaram. “Ao completar três anos, o Clube do Livro Amaro reafirma seu compromisso com a valorização da literatura, a formação de leitores e o fortalecimento dos vínculos entre a universidade e a sociedade.”
Trajetória
O clube iniciou suas atividades com a leitura de “Medeia”, de Eurípides. Na sequência, foram discutidas as obras “Gota d’Água”, de Chico Buarque e Paulo Pontes, e “Mata Teu Pai”, de Grace Passô, estabelecendo, desde os primeiros encontros, um diálogo entre obras de diferentes períodos históricos e tradições literárias.
Ao longo desses três anos, o grupo percorreu um repertório diversificado, que inclui clássicos como “Odisseia”, de Homero; “Orgulho e Preconceito”, de Jane Austen; “Hamlet”, de William Shakespeare; e “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway. A literatura brasileira também ocupa lugar de destaque, com obras de Machado de Assis, Conceição Evaristo, Milton Hatoum, Rachel de Queiroz, Maria Firmina dos Reis, José Lins do Rego, entre outros.
O percurso de leituras contempla ainda diferentes vozes e perspectivas culturais, com obras de autoras como Toni Morrison, Paulina Chiziane, Isabel Allende e Marguerite Yourcenar, ampliando as discussões sobre identidade, memória, relações humanas, desigualdades sociais e questões históricas e culturais.

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Ufac celebra o Dia do Servidor Público no campus Floresta — Universidade Federal do Acre
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28 de outubro de 2026A Ufac realizou a comemoração do Dia do Servidor Público no campus Floresta. O evento ocorreu nessa terça-feira, 27, reunindo professores, técnico-administrativos, integrantes da administração superior e de sindicatos. A programação contou com a cerimônia de entrega das portarias para a nova diretoria da universidade em Cruzeiro do Sul (AC) e a entrega de crachás aos servidores.
O reitor Josimar Ferreira entregou as portarias que designam o professor Hugo Mota Ferreira Leite como diretor-geral do campus e o servidor técnico-administrativo Anselmo de Jesus Damasceno como diretor de Administração, Manutenção e Infraestrutura.
Ele também fez a entrega simbólica de crachás a quatro servidores, sendo que cada um contabiliza 20 anos de trabalho na Ufac: os técnicos em assuntos educacionais Alexon de Lima Moura Barros e Fernanda Cristina Jucá de Lima; os professores Francisco Ricardo Negri e Maria Aldecy Rodrigues de Lima.
Além disso, houve uma apresentação institucional ministrada pelo coordenador da área de saúde dos Serviços Social do Transporte (Sest) e Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) de Cruzeiro do Sul, Francisco da Silva Souza, destacando os benefícios da parceria firmada com a universidade. Para celebrar a data, a administração realizou, ainda, sorteios comemorativos conduzidos pelo reitor.
Também compuseram a mesa de solenidade a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Antonio Amaro; o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; o pró-reitor de Planejamento, Edcarlos Miranda; o pró-reitor de Administração, Tony Eli da Silva Roca; a vice-diretora do CEL, no exercício da direção, Francisca Adma de Oliveira Martins; o diretor do CMulti, Antonio William Flores de Melo; o coordenador de Gestão de Recursos Humanos, Jason de Oliveira Gomes; a representante da Adufac, Suerda Mara Monteiro Vital; e o representante do Sintest, Bruno César Mota Brandão.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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