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McIlroy admite que pagaria para jogar na Ryder Cup, já que a seleção dos EUA embolsará US$ 5 milhões | Copa Ryder

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Ewan Murray

Rory McIlroy admitiu que pagaria para jogar na Ryder Cup depois que surgiu que os membros da equipe dos EUA poderiam receber US$ 400.000 cada para enfrentar a Europa em Nova York no próximo ano. McIlroy acredita que tal medida poderia minar a “pureza” do concurso bienal.

Após pressão dos principais jogadores, o conselho da PGA of America está considerando seriamente uma medida para romper com Copa Ryder tradição e pagar a equipe americana de 12 jogadores reunindo um fundo de US$ 5 milhões. Nenhum plano deste tipo está a ser ou será considerado na Europa; uma situação que McIlroy, o principal interveniente do continente, apoia totalmente.

“Eu pessoalmente pagaria pelo privilégio de jogar na Ryder Cup”, disse McIlroy. “Percorri um longo caminho nisso, especialmente com as Olimpíadas, mas as duas formas puristas de competição em nosso jogo atualmente são a Ryder Cup e as Olimpíadas, em parte por causa da pureza de não haver dinheiro envolvido.

“Foi uma discussão que aconteceu na última Ryder Cup em Roma. Posso ver o outro lado do argumento porque a Ryder Cup gera muitas receitas, é um dos cinco maiores eventos desportivos do mundo, por isso entendo que o talento poderia estar a ser pago.

“A Ryder Cup é muito mais do que isso, especialmente para os europeus e para esta digressão. Todos nós conversamos sobre isso com Luke (Donald, o capitão europeu) porque obviamente ouvimos (sobre os americanos) e o consenso comum é que os US$ 5 milhões pagos à equipe seriam mais bem gastos no DP World Tour para apoiar outros eventos e até apoiar o Challenge Tour. Para nós, daria uma sensação diferente, fizemos um trabalho muito bom em sermos um grupo muito coeso na última década e não gostaríamos que nada mudasse isso.”

Embora compreenda o conceito, McIlroy questionou se o pagamento aos membros da Equipe dos EUA é particularmente necessário. Ele acrescentou: “Não acho que nenhum dos 24 jogadores de qualquer equipe precise dos US$ 400 mil. A cada dois anos jogamos durante 104 semanas e por 103 você pode jogar golfe e ser pago, o que é bastante razoável.

“Voltando ao aspecto da pureza, faria com que a concorrência parecesse um pouco menos pura, mas não mudaria nada do ponto de vista europeu. Todos nós receberíamos bem o dinheiro se ele não mudasse a dinâmica do que tínhamos, mas acho que mudaria a dinâmica.”

A Ryder Cup, que acontecerá em Bethpage em setembro próximo, já atraiu críticas ferozes pelos ingressos de US$ 750 por dia durante a competição em si. McIlroy admite que a conversa assumirá outra dimensão, com os jogadores se beneficiando, em parte, dos preços exorbitantes.

“Isso nos faz parecer pouco confiáveis ​​para a pessoa comum na rua por causa de quanto dinheiro está sendo injetado no jogo”, disse o quatro vezes grande vencedor. “Mas, ao mesmo tempo, isso não é culpa nossa, de certa forma. Há pessoas dispostas a pagar o que estão dispostas a pagar e temos a sorte de estar nessa posição, estivemos no lugar certo na hora certa.

“Há dois lados da moeda. Não estou criticando de forma alguma, porque se a Ryder Cup gera US$ 100-200 milhões em receitas, você pensaria que o talento deveria ter uma parte disso. Não tem sido assim e, como Europeus, não queremos mudar devido ao quão bom tem sido nos últimos anos, mas é mais do que razoável que se organizarmos um evento e ele gerar tantas receitas que algumas delas deveria fluir de volta para o talento, mas não foi assim na Ryder Cup e é uma grande mudança.”

McIlroy estava falando em Dubai, onde marcou 67 para empatar a liderança com Tyrrell Hatton após a primeira rodada do DP World Tour Championship, que encerra a temporada.



Leia Mais: The Guardian

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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

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A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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