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Médicos testam a primeira vacina do mundo contra o norovírus do vírus do vômito | Norovírus
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2 anos atrásem
Nicola Davis Science correspondent
Os médicos começaram a testar a primeira vacina do mundo contra o vírus do vômito norovírus na esperança de que a vacina possa trazer enormes benefícios económicos e de saúde.
O norovírus causa doenças e diarreia e pode espalhar-se muito rapidamente entre pessoas que estão em contacto próximo, ocorrendo frequentemente surtos em hospitais, lares de idosos, escolas e creches.
Embora a maioria das pessoas recupere dentro de dois a três dias, o vírus pode ser grave, especialmente para os muito jovens, idosos ou pessoas com sistema imunitário enfraquecido.
O Dr. Patrick Moore, clínico geral e investigador-chefe nacional do ensaio no Reino Unido, disse que atualmente não existem vacinas aprovadas para o norovírus no mundo, enquanto as pessoas que ficam muito doentes recebem simplesmente fluidos intravenosos.
Moore acrescentou que o fardo do vírus é enorme, com cerca de 685 milhões de casos e 200 mil mortes em todo o mundo a cada ano. No Reino Unido, estima-se que existam cerca de 4 milhões de casos de norovírus anualmente, com 12.000 hospitalizações por ano só em Inglaterra.
“No Reino Unido, estima-se que o norovírus custe cerca de 100 milhões de libras anualmente ao NHS (e) se tivermos em conta os rendimentos perdidos, isso representa cerca de 300 milhões de libras”, disse Moore.
Chamado Nova 301, o ensaio clínico de fase 3 terá duração de dois anos e envolverá 25 mil adultos – com foco naqueles com mais de 60 anos – de países como Japão, Canadá e Austrália.
No total, 27 locais de cuidados primários e secundários do NHS em Inglaterra, Escócia e País de Gales estarão envolvidos no ensaio, com cerca de 2.500 participantes a serem recrutados a partir do final de Outubro. A equipe acrescentou que também usará unidades móveis para facilitar a participação das pessoas.
O braço britânico do estudo faz parte do programa de 10 anos Parceria Estratégica Moderna-Reino Unido e envolve uma colaboração entre o Instituto Nacional de Pesquisa em Saúde e Cuidados (NIHR), o Departamento de Saúde e Assistência Social (DHSC), a Agência de Segurança Sanitária do Reino Unido (UKHSA) e a empresa farmacêutica Moderna, que está produzindo a vacina.
No ensaio, metade dos participantes será alocada aleatoriamente para receber a nova vacina e a outra metade receberá uma injeção de solução salina como placebo.
A vacina contra o norovírus baseia-se na tecnologia mRNA – uma abordagem utilizada por empresas como a Moderna e a Pfizer/BioNTech no desenvolvimento das suas vacinas contra a Covid.
Essas vacinas funcionam através da introdução de uma molécula de cadeia simples – mRNA – nas células humanas. O mRNA carrega instruções que podem ser usadas por máquinas dentro dessas células para produzir proteínas associadas ao vírus. Estas proteínas ativam então o sistema imunitário do corpo, proporcionando proteção contra um futuro encontro com o próprio vírus.
No caso da nova injeção, o mRNA contém instruções para formar o revestimento protéico de três tipos diferentes de norovírus, dando origem à formação de partículas inofensivas semelhantes a vírus que podem desencadear a produção de anticorpos.
após a promoção do boletim informativo
Embora a equipa tenha afirmado que ensaios anteriores da vacina demonstraram que esta gera uma forte resposta imunitária em humanos, o novo ensaio destina-se a explorar se a vacina é eficaz contra o próprio vírus e, em caso afirmativo, quanto tempo dura a proteção.
“Pelo menos 65% (eficácia) ou superior é o que consideraríamos clinicamente significativo”, disse o Dr. Doran Fink da Moderna.
Caso a vacina contra o norovírus seja bem-sucedida, a empresa espera apresentar um pedido de marketing aos reguladores em 2026, com o processo de revisão previsto para levar até um ano. Outros ensaios também seriam realizados em adolescentes e crianças mais novas.
O professor Saul Faust, da Universidade de Southampton e líder co-clínico do NIHR Vaccination Innovation Pathway, acrescentou que uma vacina bem-sucedida ajudaria a manter os lares de idosos funcionando normalmente para que as pessoas pudessem visitar seus entes queridos, enquanto Moore disse que ajudaria a prevenir aqueles que são frágeis. de se tornar mais frágil.
“Não estaríamos realizando esse tipo de teste nesse ritmo se não beneficiasse os próprios indivíduos”, disse Faust.
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19 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.
A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.
O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.
O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.
A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.
A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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