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Menina ensina como comer caranguejo com farinha sem desperdiçar nada e vídeo fofo viraliza

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O exame contra câncer de mama, menos invasivo e doloroso, está em fase de desenvolvimento por cientistas da USP, em São Paulo. - Foto: Freepik

A simplicidade de uma menina da região Norte do Brasil, ensinando a comer caranguejo com farinha, está conquistando milhões de brasileiros nas redes sociais. E ela come com tanto gosto que o vídeo, postado em fevereiro, voltou a viralizar e já foi visto por mais de 6 milhões de pessoas.

Moradora do Pará, Maria Eloisa é bem pequena, mas é cheia de carisma. No Instagram dela, a garotinha aparece comendo cabeça de carangueijo e recheia a parte do crustáceo com farofa. E paraense raiz, que não desperdiça nada do crustáceo, ainda faz inveja para os seguidores:

“Não fica olhando não que esse aqui já é meu. Tu gosta de comer a cabeça? Porque eu amo, é a minha parte favorita”, brincou.

Com farinha e tudo

Maria Eloisa encanta internautas com a paixão pela comida típica da região Norte. E agora, ela mostrou todas as formas de comer caranguejo sem desperdiçar nenhuma parte.

A garotinha quebra o crustáceo, recheia com farinha e come tudinho.

“A paraense mais fraca que você vai ver hoje”, disse a pequena.

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“Raiz mesmo”

E na internet, a garotinha foi muito elogiada, até por quem não gosta de cabeça de caranguejo.

“Essa parte boa eu não gosto, mas parabéns Maria, você é uma princesa raiz mesmo”, disse uma seguidora.

Outro disse que a menina é o terror dos caranguejos.

“Quando ela entra no mangue o caranguejo que tem medo dela”, brincou.

“Isso representa o nosso Pará sem esforço”, postou um terceiro.

Estrela do Norte

Maria é um verdadeiro sucesso na internet. Ela já acumula mais de 600 mil seguidores.

Além do caranguejo com farinha, ela já apareceu saboreando tucupi e peixe com açaí.

Também já ensinou a fazer tapioquinha molhada, daquelas que lembram casa de vó e extrair óleo de andiroba.

Dá agua na boca!

Assista ao vídeo da menina que ensina a comer caranguejo sem desperdiçar nada:

A pequena não dá mole, tacou tudo pra dentro! - Foto: @a.mariaeloisa2212/Instagram A pequena não dá mole, tacou tudo pra dentro! – Foto: @a.mariaeloisa2212/Instagram



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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