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Mercados nesta quarta, minério, petróleo, dividendo da BrasilAgro, notícia da Usiminas, Carrefour e de outras companhias
PUBLICADO
2 anos atrásem
Publicado às 7h56
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)
Alemanha (DAX): -0,44%
Londres (FTSE 100): -0,45%
Japão (Nikkei 225): -0,85% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): +0,52% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): +1,27% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: -1,68% (US$ 74,7). O brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: -1,80% (US$ 70,4)
Bitcoin futuro: -1,71% (US$ 66.450)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
O contrato futuro para janeiro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, tinha, no horário acima, queda de 1,9% a 746 iuanes (US$ 104,6). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato acima ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html
Futuros de ações em Nova York
Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,47% e o S&P 500 futuro em baixa 0,26%. Nasdaq futuro desvalorizava 0,38%.
Notícias corporativas
BrasilAgro (AGRO3): assembleia aprova dividendo no valor de R$ 1,55 por ação
A BrasilAgro (AGRO3) informou que os dividendos declarados em assembleia realizada na terça-feira, 22 de outubro, no montante de R$ 155 milhões, equivalente a R$ 1,555983425 por ação, serão pagos a partir de 14 de novembro.
O pagamento é com base na posição acionária detida pelos acionistas na terça-feira, 22 de outubro.
A partir do pregão desta quarta-feira, 23, as ações da companhia serão negociadas ex-dividendos.
BlackRock vende ações da Usiminas (USIM5)
A gestora norte-americana BlackRock, uma das maiores do mundo, reduziu participação na Usiminas (USIM5), conforme informado pela siderúrgica na terça-feira, 22.
A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, alienou ações preferenciais de emissão da Usiminas, sendo que, em 17 de outubro suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 26.995.624 ações preferenciais classe A representando aproximadamente 4,928% do total de ações preferenciais classe A de emissão da companhia; 14.629.687 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 2,671% do total de ações preferenciais classe A de emissão da companhia; e 1.355.957 ações ordinárias representando aproximadamente 0,108% do total de ações ordinárias.
“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.
Méliuz (CASH3) contrata BTG Corretora com formador de mercado
O Méliuz (CASH3) contratou a BTG Pactual Corretora para exercer a função de formador de mercado de suas ações.
O contrato tem como objetivo fomentar a liquidez das ações ordinárias da companhia e vigorará pelo período de 12 meses.
A companhia possui, nesta data, 87.169.265 ações ordinárias em circulação no mercado.
Carrefour Brasil (CRFB3): vendas consolidadas atingem R$ 29,5 bi no 3T24, alta de 4,8%
O Carrefour Brasil (CRFB3) divulgou que suas vendas consolidadas totalizaram R$ 29,5 bilhões no 3T24, +4,8% vs. 3T23 com crescimento de vendas mesmas lojas (LfL) de +5,6% no Atacadão, +7,1% ex-gasolina no Carrefour Varejo e +3,2% no Sam’s Club.
O e-commerce GMV atingiu R$ 3 bilhões no 3T24 (10,5% das vendas), aumentando 21% vs. o mesmo período do ano anterior, impulsionado pelo crescimento nas vendas 1P alimentar de +39,7% a/a, atingindo R$ 1,8 bilhão no trimestre.
No varejo, a vendas totalizaram R$ 6,4 bilhões no 3T24, -7,9% na base anual, explicado pela redução de 22% na área de vendas combinado com o crescimento de LfL ex-gasolina de +7,1% (6,5% incluindo gasolina).
O Carrefour Brasil também anunciou que assinou um contrato com o Fundo de Investimento Imobiliário Guardian Real Estate (GARE11), gerido pela Guardian Gestora.
O objetivo é a venda de 15 imóveis próprios onde estão localizadas lojas operadas pelo Carrefour ou suas afiliadas sob a bandeira “Atacadão”, com valor total de R$ 725 milhões.
No âmbito da referida transação, a companhia irá celebrar contratos de locação na modalidade “sale-leaseback” (estratégia em que uma empresa vende um imóvel e logo em seguida o aluga de volta), com prazo inicial de 13 anos, renováveis por períodos adicionais de 5 anos, garantindo a continuidade de suas operações.
As despesas com aluguel desses imóveis serão de aproximadamente R$ 4,8 milhões por mês (cap rate de 8%).
A operação está sujeita a condições precedentes usuais neste tipo de transação, incluindo aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
A expectativa é que a operação seja fechada ainda no exercício social de 2024.
Fitch eleva rating da Eneva; perspectiva estável
A agência de classificação de risco Fitch removeu a observação “positiva” e elevou o rating Nacional de Longo Prazo da Eneva (ENEV3) e de sua nona emissão de debêntures para ‘AAA(bra)’, de ‘AA+(bra)’. A perspectiva do rating corporativo é “estável”.
A elevação do rating segue a conclusão da oferta pública de distribuição primária de ações ordinárias da Eneva, que foi liquidada em 15 de outubro, resultando na emissão de R$ 3,2 bilhões. A Fitch considera, em seu cenário-base, que a aquisição dos ativos termelétricos do BTG Pactual Holding Participações e coligadas ocorrerá até o final deste ano, uma vez que as condições precedentes foram satisfeitas e as anuências dos órgãos responsáveis já foram obtidas.
O valor total da transação é de R$ 2,8 bilhões, sendo R$ 1,7 bilhão pago com ações da Eneva.
A agência avalia que as operações ampliarão e diversificarão a base de ativos da Eneva, além de reduzir sua alavancagem financeira.
As quatro geradoras a serem adquiridas adicionarão uma capacidade instalada proporcional de 693 MW, podendo chegar a 859 MW caso o tag along seja exercido, com incremento da geração de caixa operacional, o que deve contribuir para a redução da alavancagem líquida para abaixo de 3,0 vezes em 2025.
Taesa (TAEE11): Jell Andrade tomará posse como diretor de implantação em 18/11
A Taesa (TAEE11) informou que Jell Lima de Andrade tomará posse como novo diretor de implantação no próximo dia 18 de novembro. O executivo foi eleito pelo conselho de administração em 16 de outubro.
Jell de Andrade tem mais de 22 anos de experiência profissional, como diretor de operação, de engenharia e de projetos, atuando em grandes empresas como Alstom, GE, Sterlite, entre outras, além de vasta experiência em gestão geral de negócios, desenvolvimento de equipes de alta performance, em participações nos processos de captação financeira, e vivências em processos de turnaround, reestruturações e fusões.
Neoenergia (NEOE3): lucro ajustado no 3T24 soma R$ 908 milhões; consolidado foi de 841 milhões
A Neoenergia (NEOE3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 908 milhões no terceiro trimestre deste ano, queda de 7% em relação ao mesmo período de 2023. Sem ajustes, o lucro totalizou R$ 841 milhões, diminuição de 46% na mesma base anual de comparação.
O Ebitda somou R$ 2,48 bilhões no 3T24, redução de 5% em relação ao 3T23.
A receita líquida consolidada teve expansão de 23% na base anual, para R$ 11,8 bilhões.
Romi (ROMI3) reporta queda no lucro ajustado no 3T24 para R$ 13,5 milhões
A Romi (ROMI3) divulgou o resultado do terceiro trimestre de 2024 (3T24). O lucro líquido ajustado, no 3T24, foi de R$ 13,5 milhões, representando uma queda de 39,6% em relação ao 3T23. Sem ajustes, o lucro somou R$ 23,7 milhões, queda de 46,7% na base anual.
O Ebitda Ajustado foi de R$ 23,6 milhões no 3T24, queda de 28,1% na comparação com o 3T23.
Cyrela (CYRE3): Afonso Sant’Anna Bevilaqua é novo membro independente do conselho
Acionistas da Cyrela (CYRE3) reunidos em assembleia na terça-feira, 22, aprovaram a eleição de Afonso Sant’Anna Bevilaqua ao cargo de membro independente do conselho de administração.
Economista com mais de 30 anos de experiência, Afonso atua como professor do departamento de Economia da PUC Rio desde 1995.
Exerceu o cargo de diretor executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) de dezembro de 2019 a agosto de 2024. Foi sócio, gestor e membro do conselho consultivo do Opportunity Asset Management entre 2007 e 2012.
Entre 2013 e 2014, foi membro do conselho consultivo do Banco Modal e sócio, gestor e membro do comitê executivo da Kron Gestão de Investimentos. Além disso, presidiu até 2019 o conselho de administração do Fundo Garantidor de Crédito (FGC).
Infracommerce (IFCM3) anuncia novo CFO e o recebimento de novos recursos
A Infracommerce (IFCM3) informou que Bruno Vasques foi eleito para assumir o cargo de vice-presidente de finanças e diretor de relação com investidores a partir de 11 de novembro.
Vasques possui mais de 20 anos de experiência em finanças em diferentes segmentos. Atuou como controller e responsável pelo planejamento estratégico da Roche farmacêutica no Brasil e América Latina.
Atuou em diferentes cenários de turnaround e em frentes de M&A. O executivo ocupou a posição de diretor financeiro na Caloi, De´Longhi, Haribo, de diretor financeiro e de CEO da Ducoco Alimentos e o cargo de membro titular do conselho fiscal da Dommo Energia.
Desde o início de 2021 ocupa a posição de diretor financeiro e diretor de RI na Youinc.
A Infracommerce também informou o recebimento de novos recursos. A companhia emitiu notas comerciais em favor da Geribá, no valor total líquido de até R$ 70 milhões, em três tranches. Leia mais aqui.
Agenda de proventos desta quarta-feira, 23:
Tim (TIMS3)
A Tim paga nesta quarta-feira, 23, os JCP aprovados em 17 de setembro. O valor bruto por ação é R$ 0,12. A data com foi em 23 de setembro.
Wilson Sons (PORT3)
A Wilson Sons paga até quarta-feira, 23, os dividendos intermediários anunciados em 11 de outubro. Serão pagos dividendos no valor de R$ 0,34 por ação ordinária. Esses dividendos têm como base de cálculo a posição acionária de 16 de outubro. Desde 17 de outubro, inclusive, as ações passaram a ser negociadas em caráter ex-dividendos.
Vittia (VITT3)
A data com para ter direito aos JCP da Vittia anunciados em 18 de outubro, é nesta quarta-feira, 23. Os papéis passam a ser negociados ex-JCP em 24 de outubro. O valor bruto por ação é R$ 0,14. O pagamento será feito até 31/12/2025.
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As melhores seguradoras do Brasil se destacam pela capacidade de cumprir obrigações, atender aos clientes e oferecer soluções adequadas aos riscos das empresas. No entanto, não existe uma única resposta universal. A escolha depende de critérios técnicos, regulatórios e operacionais que variam conforme a necessidade do contratante.
Como identificar as melhores seguradoras do Brasil
As melhores seguradoras devem atender a requisitos objetivos. Primeiro, precisam estar autorizadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Em seguida, devem demonstrar capacidade financeira para cumprir as indenizações.
Além disso, indicadores como o volume de prêmios, o índice de sinistralidade e o nível de reclamações ajudam a avaliar o desempenho.
Critérios técnicos de avaliação
Para selecionar uma seguradora, a empresa deve considerar critérios específicos:
- Solidez financeira: capacidade de pagamento de sinistros;
- Especialização: atuação em ramos como garantia ou engenharia;
- Estrutura operacional: atendimento e gestão de sinistros;
- Conformidade regulatória: adequação às normas da SUSEP.
Além disso, a aderência ao tipo de risco é determinante. Por exemplo, empresas que contratam seguro empresarial precisam avaliar se a seguradora compreende o setor em que atuam.
Segmentos relevantes no mercado brasileiro
O mercado de seguros no Brasil se divide em diferentes segmentos. Cada um atende necessidades específicas:
- Seguros patrimoniais e operacionais;
- Seguros de responsabilidade civil;
- Seguros de garantia;
- Seguros de engenharia.
Nesse contexto, o seguro-garantia se destaca em contratos públicos e privados. Ele assegura o cumprimento de obrigações contratuais.
Por outro lado, o seguro de risco de engenharia cobre danos ocorridos durante a execução das obras. Assim, ele atende empresas que atuam em construção e infraestrutura.
Ranking e indicadores do setor
Os rankings variam conforme o critério utilizado. Alguns consideram o volume de prêmios, enquanto outros analisam a satisfação do cliente ou a solvência.
Por isso, a empresa deve evitar decisões baseadas apenas no posicionamento no ranking. Em vez disso, deve analisar dados consistentes e compatíveis com sua necessidade.
Além disso, relatórios da SUSEP e de entidades do setor oferecem informações confiáveis sobre desempenho e participação de mercado.
Como escolher a seguradora adequada
Para escolher entre as melhores seguradoras do Brasil, a empresa deve seguir um processo estruturado.
Primeiro, identificar os riscos que se deseja cobrir. Em seguida, comparar coberturas disponíveis. Depois, avaliar as condições contratuais, os limites e as exclusões.
Além disso, a análise deve incluir suporte técnico e capacidade de atendimento. Isso garante que a seguradora responda adequadamente em caso de sinistro.
Portanto, a escolha não depende apenas do custo, mas da capacidade de resposta e da aderência ao risco.
Papel das seguradoras na gestão de riscos empresariais
As melhores seguradoras do Brasil atuam como parte da estratégia de gestão de riscos das empresas. Elas oferecem cobertura e transferem os impactos financeiros decorrentes de eventos inesperados.
Além disso, ao contratar seguros adequados, a empresa reduz a exposição a perdas que podem afetar sua operação. Por isso, a escolha da seguradora influencia diretamente a continuidade do negócio.
Consequentemente, avaliar a capacidade técnica e financeira da seguradora torna-se um passo necessário para garantir proteção efetiva e previsibilidade operacional.
Como escolher entre as melhores seguradoras com foco em risco e cobertura
As melhores seguradoras do Brasil se definem pela capacidade de atender às necessidades específicas de cada empresa. Ao considerar critérios técnicos e regulatórios, é possível estruturar uma proteção alinhada aos riscos e garantir maior estabilidade operacional.
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