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Meta aproveita o boom da IA para lucros trimestrais estelares, mas um pouco menos do que o esperado | meta
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Johana Bhuiyan
metaO ano explosivo da empresa continua depois que a empresa relatou outro trimestre financeiro estelar na quarta-feira. As ações caíram nas negociações após o expediente.
Os analistas de Wall Street tinham grandes expectativas para o Instagram e WhatsApp controladora, projetando um salto de 18% nas vendas ano após ano. A empresa reportou vendas de US$ 40,6 bilhões, um aumento de 19% ano após ano, que superou as expectativas dos investidores de US$ 40,19 bilhões. A Meta, que viu um salto de 25% no preço de suas ações nos últimos dois meses, relatou lucro por ação (EPS) de US$ 6,03, superando as expectativas de Wall Street de um lucro por ação de US$ 5,29.
A empresa informou que o seu número de utilizadores diários foi pior do que o esperado pelos analistas, atingindo 3,29 mil milhões de “pessoas activas diariamente”, um aumento de 5%, mas menos do que os 3,31 mil milhões previstos.
“No geral, este foi um bom trimestre. Estou bastante entusiasmado com o trabalho que estamos fazendo agora,” Mark Zuckerbergdisse o presidente-executivo da Meta durante a teleconferência de resultados. “Este pode ser o momento mais dinâmico que já vi em nossa indústria… se fizermos isso bem, o potencial para a Meta e para todos que estão construindo conosco é enorme.”
A empresa de mídia social tem aumentado seu investimento em IA e, como resultado, os analistas estão se preparando para um aumento nos gastos de toda a empresa. As orientações da Meta indicavam que as despesas de capital poderiam atingir entre 38 mil milhões de dólares e 40 mil milhões de dólares em 2024 e atingir até 50 mil milhões de dólares em 2025. Mas esse investimento pode já estar a dar frutos. Zuckerberg disse que Meta AI estava ativado caminho para ser o assistente de IA mais usado no mundo e agora tem mais de 500 milhões de usuários ativos mensais. O botão para acessar o Meta AI foi integrado à barra de pesquisa dos aplicativos Instagram e Facebook.
A empresa lançou seu mais recente modelo de IA, denominado Llama 3.1 405B, em julho. No início deste mês, anunciou um criador de vídeos de IA, Movie Gen, que pode gerar imagens com som. Zuckerberg disse que a empresa também está trabalhando atualmente com o setor público para começar a usar o Llama dentro do governo.
Os analistas expressaram preocupação com a falta de usuários ativos diários da empresa e o que isso poderia significar para o investimento contínuo da empresa em IA.
“A Meta precisa provar que pode continuar a cobrir seus custos de IA à medida que eles aumentarem no próximo ano, e qualquer fraqueza em seu principal negócio de publicidade pode deixar os investidores nervosos, pois eles continuam a esperar por um retorno das maiores apostas de IA da Meta”, disse Jasmine Enberg. , analista principal da empresa de pesquisa de mercado eMarketer.
A empresa também está expandindo sua linha de hardware. Em sua conferência anual de desenvolvedores em setembro, a Meta estreou um protótipo de um novo fone de ouvido de realidade aumentada chamado Orion. A mais recente entrada da empresa no jogo dos óculos inteligentes pode projetar representações digitais de mídia, pessoas, jogos e comunicações no mundo real. A controladora do Facebook também estreou o Quest 3s, uma adição mais acessível à linha de fones de ouvido de realidade mista da empresa, que chegou às lojas no início deste mês.
após a promoção do boletim informativo
A empresa continua a enfrentar pressão legal pelos efeitos dos seus produtos na saúde e segurança mental das crianças, incluindo uma Processo de 2023 movida por dezenas de procuradores-gerais estaduais que alega que a empresa conscientemente torna suas plataformas viciantes para adolescentes. No entanto, a empresa obteve uma vitória recente quando um juiz rejeitou uma ação judicial de acionistas alegando que a empresa os havia enganado sobre sua capacidade de garantir a segurança das crianças na plataforma. Em setembro, a Meta anunciou que as contas de todos os usuários do Instagram menores de 18 anos se tornariam privadas por padrão.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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