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México quer ser uma das 10 maiores economias do mundo – 19/01/2025 – Mercado
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A presidente do México, Claudia Sheinbaum, apresentou um dos planos de desenvolvimento econômico mais ambiciosos dos últimos anos para seu país.
O anúncio veio justamente em um momento de grande incerteza para o México, com a posse do novo presidente americano, Donald Trump, que ocorrerá na segunda-feira (20/1).
Foi uma semana antes da mudança de poder em Washington que altos funcionários do governo e os principais diretores empresariais do país se reuniram na segunda-feira na Cidade do México, para ouvir os objetivos e estratégias apresentadas pela própria presidente, em uma cerimônia especial.
Um dos seus maiores objetivos é que a economia do México passe a ser a décima maior do planeta.
Sheinbaum pretende fazer com que o país produza 50% dos produtos consumidos no mercado interno, criar 100 parques industriais para empregar milhares de pessoas e posicionar o país entre os cinco principais destinos turísticos do mundo.
“Que cada um dos mexicanos e mexicanas saiba que existe um plano, que existe desenvolvimento. Que, frente a qualquer incerteza que surja no futuro próximo, o México tem um plano e está unido para seguir adiante”, declarou.
A presidente não mencionou diretamente Donald Trump.
O secretário da Economia do México, Marcelo Ebrard, definiu o projeto como um “mapa de navegação do México para a nova era que iremos enfrentar”.
“Nos meus 42 anos de serviço público, nunca vi um instrumento parecido”, destacou ele. “Existem incertezas no futuro imediato, mas estamos coesos e temos um rumo nacional que nos permitirá seguir adiante.”
Folha Mercado
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Analistas econômicos mexicanos comemoraram. O plano traz objetivos e formas claras de alcançá-los, pelo menos na sua apresentação. Mas outros observaram a falta de voz e reconhecimento do setor operário e sindical.
O analista econômico Mario Campa, formado pelo Instituto Tecnológico Autônomo do México, declarou à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC) que, “pelo menos no papel, é a política industrial mais ousada das últimas quatro ou cinco décadas no México”.
Por outro lado, o acadêmico Carlos Pérez Ricart, do Centro de Pesquisa e Docência Econômica, destaca que esta “é uma boa resposta ao clima de incerteza vivido no país”. Mas ele considera que falta detalhar como atingir este objetivo.
“É uma estratégia de desenvolvimento econômico a médio e longo prazo, que pretende fazer frente a uma situação muito complexa, em meio a decisões domésticas, como a reforma do Judiciário, e à eleição de Donald Trump”, explica ele.
Mas os dois especialistas concordam que o plano traz boas expectativas para o futuro do país a curto e médio prazo.
Durante a apresentação do chamado Plano México, a presidente enumerou 13 grandes metas e definiu prazos e ações do governo para atingi-las:
- Ser a 10ª maior economia do mundo. Atualmente, o México ocupa a 12ª posição em relação ao seu Produto Interno Bruto (PIB), segundo o Banco Mundial.
- Investimentos de mais de 25% do PIB. O governo e o setor privado devem atingir 30% de investimento em relação ao PIB até o ano 2030.
- 1,5 milhão de empregos especializados. Criar postos de trabalho na indústria e em profissões especializadas.
- Aumentar a fabricação no México. 50% dos produtos consumidos no país devem ser fabricados no México em “setores estratégicos”, como tecidos, calçados e móveis.
- 15% dos produtos mundiais fabricados no México. Aumentar a participação mexicana nas exportações ao nível global.
- Compras do governo de fornecedores locais. O governo deverá realizar a metade das suas compras no mercado nacional.
- Vacinas mexicanas. Realizar no país todo o processo de fabricação de vacinas com “biotecnologia avançada”.
- Um ano de trâmites para investir. Reduzir de dois anos e meio para um ano o período de trâmites de novos negócios no país, reduzindo as exigências em 50%.
- Formar 150 mil técnicos e profissionais. A cada ano, aumentar em pelo menos 150 mil o número de pessoas formadas em “setores estratégicos”.
- Investimentos favoráveis ao meio ambiente. As indústrias devem manter políticas de reuso, energia limpa e processamento de resíduos.
- Financiar 30% de pequenas e médias empresas. O governo e os bancos particulares devem apoiar quase um terço dos negócios médios e pequenos.
- Top 5 do turismo no mundo. Posicionar o país entre os cinco destinos mais visitados do planeta.
- Reduzir a pobreza e a desigualdade. Manter e ampliar os 9,5 milhões de mexicanos que saíram da pobreza nos últimos seis anos.
Sheinbaum também apresentou uma lista de 15 datas-chave imediatas para a implementação das novas ações, entre janeiro e abril deste ano.
“Saímos de uma época em que o planejamento não era necessariamente o eixo central de uma visão”, destacou ela.
Parte do equilíbrio necessário para o desenvolvimento geral do país, saindo do enfoque sobre a região de fronteira com os Estados Unidos, é a definição de 12 “Polos de Bem-Estar” – áreas estratégicas onde serão criadas indústrias, conforme os recursos locais.
“O objetivo […] é que todos nós nos incorporemos a esta visão do nosso país, que façamos parte, cada um dos mexicanos e mexicanas, por mais diferenças que possamos ter, de uma visão de longo prazo do nosso país”, declarou a presidente. “É para isso que estamos convidando a todos.”
Fabricado no México
O México é o principal parceiro comercial dos Estados Unidos. E a estratégia de industrialização de Sheinbaum é manter o país como fornecedor para o grande mercado norte-americano.
Mas um dos principais destaques do Plano México é voltar a fabricar no país produtos que, nas últimas décadas, eram trazidos do exterior, principalmente da China.
Ao longo do tempo, o país deixou de produzir o que consumia para importar produtos da Ásia. Atualmente, 10% das exportações chinesas têm como destino o México, segundo o secretário da Fazenda mexicano, Rogelio Ramírez.
“Esta queda de participação nos custou, sobretudo ao México e aos Estados Unidos – os dois países com maior população e menos ao Canadá –, muitas indústrias, muitos empregos, muita perda de atividade”, destacou ele. “Principalmente, setores completos da economia.”
Campa explica que o novo plano não prevê a substituição de importações como no passado, quando havia outro contexto. Trata-se de um novo enfoque sobre o mercado nacional.
A existência de um plano integral possibilita atingir metas como as apresentadas, explica ele, mas sua execução será fundamental.
“Parece para mim ser um plano abrangente, pois aborda aspectos como tarifas de importação específicas, um fundo de desenvolvimento para pequenas e médias empresas, investimentos em energia, investimentos mistos em infraestrutura e logística, simplificação de trâmites de investimento, aumento do número de engenheiros, a parte fiscal que facilita o nearshoring (relocalização), a construção de polos com parques industriais e a pesquisa científica”, destaca Campa.
Mas o desenvolvimento social é fundamental e precisa acompanhar o plano. Afinal, a mão de obra qualificada e aspectos básicos, como morar perto do trabalho, são essenciais para o bom desenvolvimento dos polos industriais.
“Existem casos de diretores de indústrias muito grandes que comentam sobre o déficit de moradias, que causa rotação de pessoal”, destaca ele. “E a mão de obra qualificada, às vezes, é subestimada, mas é muito importante porque evita a rotação.”
Pérez Ricart é cético sobre a disponibilidade de orçamento em valores suficientes para o investimento público da magnitude defendida por Sheinbaum.
“O plano é inovador porque apresenta um diagnóstico, metas claras e formas de atingir seu objetivo. Existe uma ideia de país”, destaca ele.
“Mas não está claro se será investido muito mais dinheiro do que já se investia em tudo aquilo.”
E Trump?
O retorno de Donald Trump à Casa Branca em 20 de janeiro gerou expectativas sobre suas futuras decisões políticas.
Pérez Ricart relembra que, diferentemente do primeiro mandato, o republicano já não tem expectativas de reeleição. Por isso, suas políticas poderão ser mais agressivas, já que ele não receia o voto de reprovação, se algo sair mal no seu governo.
O México e o Canadá – dois vizinhos e parceiros comerciais dos Estados Unidos – já foram ameaçados de tarifas de importação por problemas como a migração ou o tráfico de drogas. E a reação dos dois países frente a Washington também é motivo de expectativa.
Para Pérez Ricart, não existe um plano que possa preparar o México para o que surgir a partir da posse de Trump nos Estados Unidos.
“Não existe uma receita nem resposta adequada para Donald Trump”, destaca ele. “Aqui, ninguém tem a solução.”
“A presidente [mexicana] está fazendo o melhor que pode dentro das circunstâncias. Mas a incerteza em termos de tarifas e intervencionismo é tão grande que nada pode ser planejado.”
Mario Campa também acredita que não existe garantia de que o Plano México possa avançar conforme o previsto. Mas ele o considera um bom “instrumento de defesa e negociação” – especialmente as tarifas de importação que o México pretende impor a certos produtos industrializados da China, o que também é esperado por parte de Trump.
“O protecionismo dos Estados Unidos chegou para ficar por um bom tempo e o México precisa deste tipo de projeto, como o Plano México, como opção ‘B’ de longo prazo”, conclui ele.
Análise de Daniel Pardo, correspondente da BBC News Mundo no México
Seja ou não uma resposta à eleição de Donald Trump, é inevitável entender a apresentação do Plano México como exatamente isso: uma convocação à calma, um gesto de unidade nacional, um exercício de ordem e prudência ante os tempos convulsionados que podem estar à nossa frente.
Claudia Sheinbaum mostrou mais uma vez seu perfil acadêmico, rigoroso e meticuloso. Sua apresentação gera consenso em seu diagnóstico e nas soluções, mas também ceticismo pela sua viabilidade.
Se existe alguma dúvida de que havia outro objetivo, além de definir as bases do futuro (como oferecer um golpe de opinião), é preciso observar que a apresentação ocorreu no majestoso pátio do Museu Nacional de Antropologia do México, uma entidade que ensina a grandeza do país. E contou com a presença de importantes figuras do empresariado, como Carlos Slim Domit, filho do homem mais rico do México, Carlos Slim Helú.
“O objetivo é fazer do México o melhor país do mundo”, anunciou a presidente. E não são poucos os mexicanos, ricos ou pobres, empresários ou trabalhadores, que acreditam que é possível alcançar esta meta.
O pessimismo alarmista gerado em 2016, com a primeira eleição de Trump, passou longe desta vez. A maioria dos mexicanos, mesmo frente à ameaça de impostos de importação e das deportações trumpistas, agora acredita que o país segue por bom caminho e que está em boas mãos.
Sheinbaum conta com uma popularidade inédita de 80%. É um índice invejável para qualquer presidente, atribuído ao seu perfil técnico e às suas posições políticas.
O desafio, agora, será manter este índice.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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