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Michael Jordan wanted to win first NBA title with Magic Johnson and Larry Bird still in their prime for one cunning reason
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2 anos atrásem
Michael Jordan knew that to be the best, he had to beat the best.
‘His Airness’ entered the league in 1984 off the back of a national title in college, but the NBA was a different step up and still very much Magic Johnson and Larry Bird’s world.
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Magic and Bird dominated the 1980s, winning eight championships between them (five Lakers, three Celtics), and reinvigorating the NBA on a global scale.
During that time, a hungry young Chicago Bull by the name of Michael Jeffrey Jordan was cutting his basketball teeth and establishing himself as the next man up.
A 23-year-old MJ scored a playoff record 63 points on Bird’s legendary 1986 Celtics in Game 2 of their first-round playoff series.
“God disguised as Michael Jordan” was Bird’s only explanation for Jordan’s otherworldly heroics.
By 1991, Jordan was ‘the man’ while Bird and Magic were in the twilight of their careers.
‘Air Jordan’ had won multiple scoring titles and received one MVP and one Defensive Players of the Year award, but a championship ring still eluded him.
The ‘Bad Boy’ Detroit Pistons made sure of that, but once that challenge was overcome, Jordan’s opportunity for a title was there for the taking.
Magic and Bird may have been on the wane, but Mike wanted to win his first chip while they were still in the league.
Why?
Because he knew that if he were to get the legends’ respect, he had to get it done with them still around.

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“There was no way I was going to get into their circle without winning a championship when at least one of them was still on top,” said Jordan.
“Magic and Larry had been the kings of the 1980s in terms of championships.”
Jordan recognized that beating Magic’s Lakers or Bird’s Celtics would give his legacy undeniable legitimacy.
Getting it done in the Finals is one thing, but getting it done against a veritable Hall of Famer and living legend is another.
“By going through the Lakers, there was nothing anyone could say,” added Jordan.
“If both of them had been gone by the time we started winning championships, I’m sure there would have been talk about how I hadn’t been able to beat Magic and Larry in their prime.”
Fortunately for Jordan, he got his wish.

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Magic’s Lakers beat the Portland Trail Blazers in the 1991 Western Conference Finals, setting up a mouth-watering championship series against Jordan’s Bulls.
It was Michael Jordan’s first NBA Finals appearance, and Johnson’s last, and there were no doubts about whose league it was once the series was over.
The Bulls would win the series, 4–1. Jordan averaged 31.2 points on 56 percent shooting to go along with 11.4 assists, 6.6 rebounds, 2.8 steals en route to his first NBA Finals MVP Award.
The Holy Trinity of NBA superstars eventually got to team up when suited up for Team USA at the 1992 Olympics in Barcelona, Spain, although co-captain Bird only played a bit part role.
The iconic ‘Dream Team’ captured a gold medal that summer and Bird retired later that year, admitting to Johnson, “Magic, you know, you and I were then, and Michael Jordan is now.”

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Jordan always had a deep reverence for Magic and Bird, but in order to eclipse their legacy, he knew he had to do something they never managed — win three championships in a row.
Johnson’s purple and gold managed back-to-back titles in 1987 and 1988, but they could never pull off the three-peat.
In fact, the only team up until that point that had won more than two titles in a row was Bill Russell’s Celtics, who rattled off eight straight titles between 1959 and 1966.
In the end, MJ managed what Magic and Bird couldn’t, not once, but twice.
His Bulls won two separate three-peats in the 1990s — the first between 1991-1993 and the second between 1996-1998.
No. 23 went a perfect 6-0 in NBA Finals, winning six Finals MVPs and cementing his status as the greatest to ever do it.
Even Larry Legend admitted Jordan was a force of nature unlike anything he’d ever been seen before.
“Michael Jordan was and is a completely different type of player from anyone I had seen before,” The Hick from French Lick once said of Jordan.
“He’s literally on a different level. Magic and I do all our stuff on the floor. When I first saw Michael play, I recognized there was a different era coming in.”
Jordan was ultimately able to join Magic and Bird’s winning circle while transcending both, on and off the court.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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