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Michael Wollny Trio: Living Ghosts Review-Excepcional Free-Improv Seance, com Nick Cave adicionado | Música

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Michael Wollny Trio: Living Ghosts Review-Excepcional Free-Improv Seance, com Nick Cave adicionado | Música

John Fordham

MOne do que há um século atrás, os primeiros improvisadores do Jazz raramente se afastam do consenso seguro de uma música. Ou seja, até que os revolucionários do Bebop da década de 1940 começaram a soprar idéias improvisadas que muitas vezes soavam melhor do que as músicas pop cujas acordes emprestavam. Após a década de 1960, a improvisação gratuita levou temas e variações em jornadas épicas e extemporadas que às vezes nunca retornavam ao seu ponto de partida. Michael Wollnyo pianista/compositor alemão de 46 anos, há muito conhece as implicações dessa rápida evolução e seu poderoso trio de uma década com o baixista de David Bowie, Tim Lefebvre, e o baterista do Punk-to Postbop, Eric Schaefer

Michael Wollny Trio: Ghosts vivos

Agora vem os fantasmas vivos excepcionais, uma gravação ao vivo de uma noite em turnê na Alemanha em 2024 que mostra exatamente por que Wollny se refere aos recentes shows do grupo como “seances onde os fantasmas do trio do trio nos visitam à sua vontade”. Não há setlist, acordos acordados ou premeditação sobre quais músicas podem ser tomadas para se seguir ou por quanto tempo. Duas miniaturas com temas noturnas de Alban Berg e Paul Hindemith estão reformuladas em riachos de piano solo de corrida, varreduras de bass curvadas, um pulso de batidas de rocha e depois postbop sobre o Fast-Bass-Walk de Lefebvre.

As implicações harmônicas (embora apenas apenas a música) de Duke Ellington em um humor sentimental dão lugar à adorável melodia pop-song da pequena pessoa da balada de Jon Brion. Um tratamento com velocidade de urdidura da mão de Deus de Nick Cave ascende a um tumulto de piano mercurial atravessa um pulso de tambor em marcha antes que as harmonias hínicas o transformem em Lasse de Guillaume de Machaut! Um único tocou surpresas, mas do tipo que tem muita audição repetida sobre o que já soa como um destaque em 2025.

Ouça na Apple Music ou no Spotify

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Estrela e compositor da Tunisiana Aouar Brahm é voltado pelos antigos associados Dave Holland (baixo) e Django Bates (piano) com violoncelo eclético luminar Anja Lechner no todos os originais Depois do último céu (ECM). Tons longos arrebatadores de Lechner e o contraponto de dardos da Holanda contra a urgência ágil de Brahem e as figuras atentas de piano de Bates criam uma paisagem sonora inquieta – profundamente afetada, enquanto o estresse dos brahem, pelo desastre de Gaza.

O único cantor alemão/afegão Simin Tanderé o vento (Gravações da Jazzland), uma mistura de originais e pashto e tradições européias se baseia em sua concurso de entrega de balada, selvagem, improvisação sem palavras e exalações percussivas, enquanto o violinista norueguês-indiano Harpreet Bansal e o baixo elétrico e os tambores geralmente aumentam as tempestades. E esse pianista/compositor idiossincraticamente inventivo Elliot Galvin junta -se ao baixista Ruth Goller, baterista Seb Rochford, Shabaka Hutchings e Strings A ruína (registros da caixa de engrenagens), um trabalho eletro-acústico cíclico inspirado em suas primeiras gravações em um antigo piano da família e se transformou em uma viagem de revelações tipicamente peculiares.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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