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Michel Barnier ataca licenças médicas para funcionários públicos
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2 anos atrásem
A esquerda e os sindicatos dos funcionários públicos verão o vermelho. Em busca de poupanças para fechar o orçamento do Estado e limitar o aumento do défice público, Michel Barnier decidiu abordar as licenças por doença dos funcionários públicos, um assunto extremamente delicado. A partir de 2025, o governo quer deixar de pagar os primeiros três dias de ausência dos funcionários por motivos de saúde e depois limitar a sua remuneração a 90% do seu salário. Alterações à lei financeira actualmente em discussão no Parlamento será apresentado para esse efeito pelo governo, indicaram o ministério do orçamento e o ministério da função pública no domingo, 27 de outubro. Basta dizer que a retomada dos debates sobre o orçamento na Assembleia no dia 5 de novembro promete ser tumultuada.
Ao apresentar o seu projecto de orçamento no dia 10 de Outubro, com dez dias de atraso relativamente ao prazo legal, o Primeiro-Ministro avisou que não teve tempo para tomar certas decisões, e que poupanças de cerca de 5 mil milhões de euros seriam apresentadas posteriormente, sob a forma de alterações . Após duas semanas de suspense, o governo finalmente finalizou os detalhes destas medidas adicionais.
Financeiramente, metade destes 5,2 mil milhões de euros devem provir de uma redução de todas as despesas do Estado, com exceção dos ministérios cujos créditos estão protegidos por uma lei de programação (defesa, interior, justiça, ensino superior e investigação) e do ultramar. Para todos os outros, da ecologia à habitação e ao trabalho, parte dos créditos que ficaram congelados durante o verão serão definitivamente cancelados. Cabe a cada ministro decidir onde exatamente cortar seus gastos.
Situação “torna-se insustentável”
A esta medida geral acrescenta-se uma série de decisões mais direcionadas. O mais espetacular visa o absenteísmo no serviço público. “Um flagelo”, dizem na comitiva de Guillaume Kasbarian, o Ministro da Função Pública, da ala direita dos Macronistas. Ao chegar ao cargo, o sucessor de Stanislas Guerini mergulhou na “revisão das despesas” sobre o tema, encomendada em fevereiro por Gabriel Attal à Inspeção-Geral das Finanças (IGF) e à dos Assuntos Sociais (IGAS), e entregue em 2019. Julho.
« No estado um aumento acentuado do absentismo entre os agentes do sector público durante dez anos, explicamos ao ministério. O número de dias de ausência aumentou de 43 milhões em 2014 para 77 milhões em 2022.” O custo total foi estimado em 15 mil milhões de euros em 2022, ano marcado por um número de licenças por doença a um nível “historicamente alto”, especialmente no hospital. Acima de tudo, embora os funcionários públicos e privados estivessem quase igualmente ausentes em 2014, “a diferença aumentou desde então” : em 2022, os servidores públicos tiveram em média 14,5 dias de ausência por ano, ante 11,6 dias no setor privado.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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